Eu sem dúvida me tornei uma pessoa melhor esse ano, decorrente de várias experiências. Tive um período sabático de 18 meses após mais de 40 anos trabalhando, e desapeguei geral.

Quando falo que me tornei melhor foi por relatos dos outros, não pela minha avaliação. Eu estou nessa busca de ser uma pessoa melhor, mas para isso, penso que é preciso ter impacto positivo no meio que me relaciono.

Digo esse ano, porque minha maior comemoração veio na virada do ano. Mesmo que simbólico, para nós humanos, essa virada do ano, foi eu ter vencido um vicio de dois terços da minha vida: o cigarro. E isso me empoderou muito! Percebi que poderia “arrumar” outras coisas e relações que não me faziam tão bem. E assim o fiz!

Comecei o ano vivendo muito bem em outro país,  com duas pessoas por quarenta dias, e percebi que precisava muito pouco de “cama, mesa e banho” para viver. Com isso percebi duas coisas: a evolução na convivência pacífica e gostosa e, o desprendimento material. Digo que voltei mais enfática ainda a “eliminar excessos”. E aí, quando veio a pandemia, eu estava mais “inteira” comigo, mais preparada e menos exigente com o semelhante, aceitando-os da forma que são, e pedindo para que ajudassem a ser melhor a cada dia.

Claro que é um exercício diário, mas entender que estamos com quem temos que estar e que esse é nosso crescimento espiritual até, nos traz saúde de corpo e alma, porque nos traz leveza.

Eu sempre digo que não podemos estar “mancos”, e explico: somos um tripé de material, físico e espiritual. E quando uma parte dessas não é valorizada, ficamos mancos e balançando. Então, vamos cuidar do conjunto! Isso nos torna mais saudáveis e leves a cada dia!

Edna Prado Gonçalves – Bela Urbana, administradora de empresas, consultora em pesquisa de mercado na Neometrics, signo leão, apaixonada pela
vida (resume tudo)!
e-mail: ednamaio13@gmail.com

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