Despertando para somar lembranças… nessa página de meninas “arretadas”… por natureza. Eis que, vibro minha leituras de mulher para mulher.

Pergunta básica: Estarmos BELAS hoje, nos faz melhor do que estiveram outras mulheres ontem?

Resposta básica: Vasculhando minha estante, qual para muitos jovens seres possa ser (cringe)… É preciso usar a inteligência mental usando a visada inteligência artificial… ela possui vantagens sobre conhecimentos necessários, a respeito de belas mulheres que nos antecederam.

É  vibrante.

É estimulante.

É essa senhora Marina Colasanti… hoje com 84 primaveras, foi uma das belas dos anos 80. Tendo em conta que sempre… a sua autoestima nos foi presenteada… desde 1968, carregada de nosso tempo vivendis… para o novo modus vivendis, que o “BELAS URBANAS” como outras BELAS, até hoje continuam jogando no campo… saindo da arquibancada que sempre ficou atrás das grades…. das telas de arames (farpados) ora essa!

O sumário desse meu livro 1° EDIÇÃO 1981 –  Livro “MULHER DAQUI PRA FRENTE”, ao ler, vocês ficarão emocioandos… e tem um que nos fala com palavras gritantes…  página 81 – MEU MARIDO NÃO DEIXA!

BELAS URBANAS… e tem outro na página 55 –  que nos mostram o revezamento estrutural que grafita sobre: MULHERES ASSASSINADAS!

Pesquisem sobre essa ardente escritora… que com argumentos fatais (expressão) nos faz pensar que… o tão espevitado e sarcástico cringe da energia, que nos ofertam hoje os roteiros midiáticos sobre palavras…

No fundo do baú, tem muito mais do que grafitam muitas vãs filosofias.

Boa leitura para todos vocês! E também reafirmo com as palavras do meu pai…  Joaninha, um barco só chega no cais, se cuidarmos do remos e não propriamente das remadas. Até (e não é loucura da Joaninha!

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza a redor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

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