Tempos de renovação
E tu me soltastes a mão
Para seguir teu caminho
E a mim? Deixastes sozinho?!

Cerro os olhos e te chamo em meua sonhos,
Acaso esquecestes o quanto “te estranho”?!
Espero no amor a paciência em ter SAUDADE
Ela nunca se vai, tal como tatuagem.

Com lágrimas te vejo povoando meus pensamentos,
Outrora rindo de felicidade, terno como um acalento
Te peço me espere, zele e me mantenhas vigiada…
Mas quão egoísta seria, por prender-te à minha jornada?

Solto tua mão, mas com o coração firme,
Pois duas almas afins jamais se perdem
O amor nos une, e a saudade pra sempre nos persegue!

Carol Costa – Bela Urbana, mulher, mãe de dois meninos, bacharel em direito, apaixonada pela escrita, pela vida e movida por sonhos.

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