Com Covid aprendi que:

– O autocuidado não deveria ser uma escolha. Nosso corpo é a maior preciosidade que temos no mundo terreno. Cuide-se com muito amor.

– O autoconhecimento nos faz perceber precocemente os sinais do nosso corpo, oportunizando tempo para a cura.

– O nosso maior propósito aqui neste planeta é conhecer a si mesmo a ponto de conseguirmos aprimorar nosso espírito.

– Cuide dos seus processos intuitivos, estimule-os. A intuição é o nosso maior GPS.

– Ter amigos desejando o nosso bem nos fortalece e nos conecta com uma fonte imensurável de luz.

– Alimentar laços de amor todos os dias de nossas vidas deve ser a nossa maior prioridade.

–   Cuidar de quem amamos com dedicação é uma das coisas que mais vale a pena nesta vida.

– Demonstrar amor ao próximo só é possível quando nosso coração transborda de amor por nós mesmos.

– Antes de querer salvar o mundo, salve a si mesmo.

– Os cachorros são grandes companheiros dos homens e nos ensinam o que é amar incondicionalmente.

–  Mergulhar nas nossas sombras é necessário para a evolução.

– Abrir-se para o inesperado é reconhecer nossa falta de controle e confiar no que Deus reserva para a nossa vida.

– Viver o presente é alinhar corpo, mente e alma, trazendo estado de consciência para nossas escolhas.

– Dentro do mal há bem e dentro do bem há mal. A divisão do que bem e mal é feita pela a nossa mente… para a alma não há dualidade.

–  O covid não é monstro, ele só veio nos mostrar como somos frágeis na matéria e quão melhores podemos ser no espírito.

– Só hoje é tempo de perdoar, de agradecer, de ajudar e de entrar em contato com a sua melhor versão. A vida é passageira mas nossa caminhada é eterna.

Carolina Salek Fiad – Bela Urbana, Mulher, mãe (muito mãe), yoguin, aromaterapeuta, reikiana, professora, entusiasta da vida. Acredita que o corpo é instrumento de cura e evolução. Lema de sempre: Leve a vida leve.

Confesso, sem problemas. Assisto sim ao Big Brother 21.

Melhor assistir ao BBB do que os noticiários que mostram cenas dantescas de mortes e números alarmantes da Pandemia.

Estamos exaustos.

Não sou NEGACIONISTA, muito pelo contrário, sigo à risca todas as orientações e protocolos de prevenção da Covid.

Mas, assistido ao programa, percebo que nós também estamos vivendo em um “Big Brother”. Vejamos:

  • Há um confinamento mundial, físico e emocional;
  • Uma grande parte vive na “xepa”, ou seja, não consegue colocar comida na mesa por causa da crise econômica;
  • Há brigas e mais brigas entre os governantes, farpas para todos os lados;
  • Muita gente dançando em baladas, mesmo que clandestinas;
  • Muitos saindo do jogo. Mas no caso do Big Brother daqui de fora, são pessoas saindo involuntariamente do jogo da VIDA;
  • Alguns parecem que jogam mais, outros menos. No BBB aqui de fora, uns assumem suas responsabilidades individuais no combate ao vírus, já outros parecem levar a vida normalmente.

Mas a GRANDE DIFERENÇA do Big Brother da TV com o Big Brother que está rolando aqui fora é que…

…o da TV tem dia e horário para acabar.

Angela Carolina Pace – Bela Urbana, publicitária, mãe, apaixonada por Direito. Tem como hobby e necessidade estudar as Leis. Sonha que um dia as Leis realmente sejam iguais para todos.

Fui convidada a escrever um texto… pandemia, um ano depois.

Me estranhei com a dor muda, com o sofrimento silenciado, com a sensação de impotência e desesperança com que me deparei, ao tentar trazer em palavras minha vivência de agora.

Tantas perdas, tantas relações estremecidas, tantos momentos perdidos, tanta instabilidade material.

A principio estávamos lutando, sendo fortes, praticando resiliência frente a um inimigo imensamente maior que nós, contra o qual tínhamos poucas armas e nenhum conhecimento.

Agora estamos nos relacionando com um inimigo conhecido, antigo, com a manifestação da ignorância nos inúmeros erros de gestão. Erros que significam vidas. Erros que significam vazios. Erros que significam também nossa falta de capacidade de reagir enquanto povo brasileiro de forma organizada e assertiva.

Palavras de motivação e reflexões sobre como cada um pode lidar melhor com os fatos já não cabem mais.

Precisamos de palavras de misericórdia. Precisamos de compaixão ativa.

Precisamos transmutar essa dor muda em ação pelos mais necessitados.

Precisamos colocar nossos recursos internos e externos à disposição, para socorrer os que estão ficando pelo caminho. Para oferecer o pão, mas também a alma e o coração.

Direcionar nossa energia de indignação, dor e medo em ações de
corpo, fala e mente, na escala que nos for possível.

Etienne Janiake – Bela Urbana, psicóloga, professora de Yoga e meditação, mãe, se encanta pelo florescimento humano e pelo cultivo de relações mais lúcidas e compassivas. Nas horas vagas adora dançar e desenhar mandalas.

A pandemia continua e o que eu poderia falar que você não saiba…nada!

Então, vou falar o que aprendi até agora:

– Que, cuidar de plantas não é uma obrigação e fica cada vez mais prazeroso quando se faz com calma.

– Que todo mundo da casa pode ajudar de alguma forma.

– Que a gente subestima o conhecimento culinário dos filhos e do marido.

– Que usava muito tempo meu para limpeza de casa e passar roupas (não passo quase nada agora).

– Que aquele monte de roupas, sapatos e bolsas, não fazem tanta diferença… nem os batons…mas, os perfumes sim… eles me trazem lembranças e os pijamas então? Nossa, eles devem ser muuuuito confortáveis e bonitos, afinal… eu mereço estar bonita na melhor hora do dia!

– Que fazer um esporte é cuidar da gente, mais que isso… é liberdade de sair e ter um tempinho pra você!

– Que eu corria muito para depois, só no fim do dia encontrar quem valia realmente a pena… hoje, ficamos o dia todo juntos!

Que apesar de não parecer… gente famosa, também é de carne e osso como eu!

 E o principal… a gente começa a fazer vários cursos on line, ler livros para aprender… mas que na verdade, quem tem mesmo razão é a Monja Cohen…

O INFERNO SOMOS NÓS.

Tudo depende de como a gente resolve enfrentar a vida e qualquer coisa que nos aconteça. Você que define como quer e vai enfrentar a vida, as pessoas e essa pandemia. Acorda, sacode a poeira e dá a volta por cima!

Roberta Corsi – Bela Urbana.
Fundadora e coordenadora do
Movimento Gentileza Sim,
que tem por objetivo “unir pessoas que acreditam na gentileza” e incansavelmente positiva. Mãe da Gabi e do Gui. Gosta muito de reunir a família ao redor de uma boa mesa
.

Custo a acreditar que um ano se passou, ainda tenho uma sensação de irrealidade apesar de ter me acostumado às máscaras, aos protocolos e ao distanciamento social, não farei desse texto um julgamento, ou reclamarei da atitude das pessoas, não quero e nem me colocarei na posição de juíza, me recuso, já não tenho tempo a perder.

Foi um ano lindo: tive a oportunidade de conviver muito estreitamente com minhas filhas e meu marido, a logística do dia a dia simplificou, cada beijo e abraço foram mais especiais, estar em praças e parques me fez sentir em uma viagem, um privilégio, não me faltou alimento e eu não tive que vender meu botijão de gás para comprar comida e cozinhar com querosene no fogareiro (muitos tiveram), não me faltou um abraço apertado e um carinho em momentos difíceis, meu pai foi vacinado, ele pegou Covid em dezembro, não precisou de internação, sobreviveu, continuou a trabalhar, aparentemente não teve sequelas, a gratidão inundou meu coração, a cada dia ao abrir os olhos senti alegria por estar viva, por ter minhas pessoas favoritas com saúde e ao meu lado e mais um dia para estar nesse mundo, finalmente consegui ler o livro do Roberto Bolaño, uma conquista pessoal incrível, já tinha tentado um milhão de vezes antes e não, não era o momento, encontrei mais conforto e alegria nos livros, não desisti das caminhadas, elas mantiveram minha sanidade, virei fã dos óleos essenciais, especialmente o de lavanda, para acalmar, cada longa conversa com amigos foram celebradas como uma festa, cozinhei bastante e sempre com música para animar o dia.

Foi um ano horrível: Em alguns momentos senti que não conseguiria levantar da cama e enfrentar a mesmice, chorei bastante, me senti no limite do estresse, pensei em procurar um psiquiatra, achei que iria perder o controle, quando meu pai perdeu o paladar e olfato e sabia que teria que levá-lo ao hospital, eu não queria, perdi o ar, pensei nas minhas filhas, achei que teria crise de pânico, pus a máscara ( a do autocontrole também) e fui, ele ficou bem, na nossa família ninguém se contagiou ou se sim, fomos assintomáticos, nos encontramos no Natal e no dia 31/12 estava no hospital com ele, passamos dias tensos, tudo passou. As crianças voltaram para a escola de maneira presencial, não durou muito, me acostumei a comprar por internet, antes comprava apenas alguns itens, mudei. Tive que enfrentar climatério e lidar com a adolescência das minhas filhas, mistura explosiva, senti uma sensibilidade inédita, tudo mudou de proporção, chorei demais, como dizer que tudo está bem se ao redor tantas pessoas estão morrendo ou passando fome, como não se sentir tocado com o sofrimento alheio,  sobre a administração da pandemia pelo presidente e ministros, vou me abster, parei de ver e ouvir notícias com constância, não tenho estômago, tive que escolher entre manter o equilíbrio ou ficar informada, hoje escolho as notícias que leio.

Entre o lindo e o horrível da vida com pandemia, tento focar no fato de que a vacina chegou,  minha família e amigos estão bem dentro do possível dessa situação, vivo um dia de cada vez e procuro ter consciência de cada minuto dele, saboreando como uma manga madura, penso várias vezes antes de ser dura com alguém, relevo, faço o que posso para ajudar dentro do meu possível, ao mesmo tempo outro dia me vi jogando uma assadeira no chão com violência, enlouqueci,  gritei com minha filha, depois chorei, me arrependi e abracei, nunca fui uma pessoa de ceder a esses impulsos violentos, minha filha disse que surtei, falei que estava só sendo humana, me perdoei, me permiti ser imperfeita e me aceitei com virtudes e falhas, tudo faz parte do viver, apesar das agruras, das saudades, das batalhas diárias a alegria vibra aqui dentro, quero seguir assim com ou sem pandemia, nunca houve garantias mas a iminência da morte nos ensina a escolher melhor, a perdoar rápido e a aproveitar qualquer brechinha para escolher e usufruir as pequenas alegrias do dia a dia para conseguir fôlego para lidar com os desafios.

Eliane Ibrahim – Bela Urbana, administradora, professora de Inglês, mãe de duas, esposa, feminista, ama cozinhar, ler, viajar e conversar longamente e profundamente sobre a vida com os amigos do peito, apaixonada pela “Disciplina Positiva” na educação das crianças, praticante e entusiasta da Comunicação não-violenta (CNV) e do perdão.

Moto boy Vitão

Entrega aqui, agora, na hora

Quando pedem…

Vitor, Vitão e sua moto

Quase uma música…

Seu capacete fora da validade

Ninguém sabe, ninguém viu

Entrega, corre

Aplicativo ativo

Pandemia ativa

Mais motoboys

Mais entregas

Mais concorrência

Menos dinheiro…

Vitão sem muito estudo

Gosta de pilotar

Gosta de correr riscos no trânsito

Adrenalina e ignorância

Incoerência na balada abalada funk

Gosta de Rosa

De Violeta não

Tira o capacete

Pitota na estrada vazia

Rosto no vento

Perigo iminente

No ar

No tombo que pode levar

Na multa que pode tomar

Na vida que pode evaporar

Vitão, sem sentir o que pode perder

Voa como o pássaro no céu

Respira fundo, profundo

Chora pelo vizinho que se foi

Pela prima que não tem ar

Pela mãe que precisa trabalhar

e se arriscar na lotação lotada

Vitão, o grandão, o da moto, o boy

Sabe exatamente o que é, onde está e o que quer

Por isso chora, mas é de alegria por estar vivo.

Adriana Chebabi  – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre seu trabalho de comunicação e mkt e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa. 

Em meio a uma crise mundial onde tudo parece diferente, onde uma palavra pungente não cansa de aparecer, onde esta tal de pandemia, pegou uma ruim mania de nos entristecer, pergunto meu querido amigo, você sabe de onde eu venho?

Em meio a pessoas ruins que teimam em jogar nosso país na lama, em meio ao nosso povo que teima em não se unir, polarizando sua força sem lutar pelo que é certo, eu pergunto meu amigo, você sabe de onde eu venho?

Entre hospitais lotados e o meu povo passando fome, no olhar desgastado do pai de família, que se ajoelha ante ao caos montado por quem desgoverna estes país, eu lhe pergunto meu amigo, você sabe de onde eu venho?

Eu venho daqui e de lá, eu fui forjado por um povo que não conhece o medo de lutar, eu fui feito pelas serras gaúchas, eu fui montado pela caatinga do sertão nordestino, pelo sol do meio dia da Bahia, pela chuva de Belém do Pará, pelo tempo mesclado das quatro estações da capital do meu País.

Eu não me entrego, fui índio, fui negro, fui asiático, fui português e muitos outros, mas hoje eu venho daqui, das entranhas deste povo, hoje eu venho da brasa de fogo da bandeira verde que ecoa em nosso olhos, hoje eu venho de um povo que insiste em vencer tudo que se propõe a fazer, então meu caro, já vou dizer sem medo de errar, apesar de já ter sido muitos, hoje sou brasileiro e novamente vou ganhar.

Estou maltratado, separado, abatido, mas não vencido, não é esta pandemia que vai me derrubar, não é o governo corrupto que vai acabar comigo, sou da terra e do ar, não tenho medo de lutar, vou novamente me levantar e novamente vou ganhar, para que em algum fevereiro da vida eu volte a festejar, porque sou brasileiro, sou de luta, sou de força não sou descansar.

Quero todos aqui, juntos, vamos deixar de criticar, vamos levantar a nossa bandeira, a mesma bandeira que é sua, é minha, vamos mostrar as nossas raízes e vamos vencer esta crise, porque nós não sabemos perder, não nos ensinaram a nos render, não nos mostraram a tristeza de ficar parado, nós vamos novamente vencer por o único motivo, nós viemos do Brasil.

André Araújo – Belo Urbano. Homem em construção. Romântico por natureza e apaixonado por Belas Urbanas. Formado em Sistemas, mas que tem a poesia no coração. 46 anos de idade, com um sorriso de menino. Sempre irá encher os olhos de água ao ver uma Bela Mulher sorrindo.

Num intervalo de um ano
Tantas coisas acontecem
Sempre foi assim
Mas viver um ano em pandemia, ah por essa quem imaginaria?

No início foi assustador
E meio que novidade
Quem pôde fez trabalho remoto
Estudo remoto
E teve mais de um terremoto

Cozinhar, exercitar, meditar…
Alguns conseguem se equilibrar
O que não pode é acostumar
Com o crescente número de mortes que vimos o mundo todo anunciar
Enfim chegaram as vacinas
Mas com produção ainda limitada
O melhor é não aglomerar

Um ano se passou
Agradeço por cada vida que chegou
Oro pelas famílias que alguma perda experimentou

E sigo com a esperança, do verbo esperançar, que ela não nos permita o ato de acomodar.

Cristiane Pires Benevides Ribeiro – Bela Urbana. Administradora com especialização em Qualidade e Produtividade. Esposa, mãe, entusiasta da CNV e sócia da CrisB Consultoria e Treinamento. Adora praticar ioga e curte um treino bem puxado, Ama aprender, seja com livros, com pessoas, com a natureza e valoriza a qualidade de vida na conquista de produtividade!
@crisbconsultoria

Há um ano atrás eu estava lá.  Na casa da Dora. Os cachorros brincavam, nós conversávamos muito, falávamos do jardim, tão lindo. Somos amigas há 42 anos. Lá eu cozinho, sento na varanda, sou acolhida de uma forma deliciosa.

A CNN entrou no ar,  logo trazendo a notícia de um vírus com alta taxa de letalidade  chegando abruptamente no Brasil, medidas de contenção sendo discutidas, lockdown na Itália…… isso assustou,  provocou silêncio na mente, no coração e no olhar.

Ficamos perdidos.

Será que minha cachorrinha e eu conseguiríamos voltar para casa sem problemas?

A Dora e eu gostamos de costura.  Então fizemos nossas primeiras máscaras. O marido dela  – Edison – acompanhando as notícias todos os dias.

Voltei. Assustada, passei quarenta dias isolada, quieta, um misto de medo e incredubilidade.

Nesse meio tempo minha cachorrinha morreu. Toda dor ficou acentuada como se fosse um espinho no peito,  um espasmo sem fim na garganta. Meus vizinhos Simone e Rodrigo trouxeram um jantar para mim.

Ir à horta a cada dez, dias virou o melhor programa do mundo!

A TV pifou. E fui acudida pelo Rafael, que me trouxe uma extra. Que delícia falar com alguém, ver alguém querido!

É assim foram seguindo os dias,  o sentimento de orfandade sendo acentuado.

No dia das mães fui adotada. Cinco mulheres incríveis me incluíram no café da manhã surpresa para a mãe delas (minha prima querida).  Fui surpreendida com flores, doce com velinha e um inesquecível coro de vozes no meu “parabéns a você, nesta data querida…”.

Esse ano não está sendo fácil para ninguém.  São tantas idas e vindas politicas,  tantas mortes,  tantas pessoas irresponsáveis,  mas…. EU FUI ADOTADA.  E ADOTEI. Um cachorrinho que estava quase morto e, pesando 300g, e hoje está incrivelmente sadio.

Penso que a pandemia ficará para sempre em mim como o melhor e um dos mais difíceis períodos da minha vida.

Periodo de muitas reflexões,  adaptações. 

Desejo profundamente uma adoção para todos.

Porque quero voltar para a casa da Dora.

Ruth Leekning – Bela Urbana, enfermeira alegremente aposentada, apaixonada por sons e sensações que dão paz e que ama cozinhar.  Acredita que amor e física quântica combinados são a resposta para a vida plena.

Essa pergunta me fez avaliar o que estava fazendo do meu tempo, da minha vida e consegui dar novas direções.

Me fez agir!

Consegui caminhar com um novo acessório, mas não precisei de oxigênio, porque ainda tinha fôlego para sair do poço e emergir para uma vida com mais sentido e significado.

Talvez você precise da pandemia para ter mais fôlego para …

… Estar mais perto da sua família, das pessoas que moram debaixo do mesmo teto que você…

… Tirar aquele projeto do papel…

… Finalizar aquele curso que comprou e assistiu pouco ou nenhuma aula…

No último ano:

– Mudei de um apartamento para uma casa maior.

– Meu relacionamento afetivo avançou.

– A relação com minhas filhas ficou melhor.

– Me permiti comer mais devagar, com prazer em saborear os alimentos e a companhia das pessoas à minha volta.

Foi um ano diferente, de muitos cuidados extras, sobretudo de cuidado pessoal.

Muito zelo, carinho e amor comigo e com as pessoas mais próximas.

Aqui em casa, tivemos a sorte de não ser atingidos de forma tão negativa por esse vírus.

O contágio do afeto foi alto e afetou as relações que vivi com muito mais intensidade.

Quando esse período pandêmico iniciou, eu ouvi essa pergunta que mexeu demais comigo: “Para que você precisa de uma pandemia na sua vida?” e as reflexões que segui fazendo ao longo desse último ano, são as que compartilho contigo agora.

  1. Quanto tempo tenho desperdiçado?

2. O que tenho feito da vida? Tenho olhado para mim e para as pessoas que realmente importam?

3. Como tenho utilizado esse ativo tão precioso e que está à minha disposição neste exato momento em que respiro?

Ainda em tempos de pandemia…

Enquanto há vida, há tempo para fazer novas todas as coisas.

Pense nisso!

Luana Carla – Bela urbana, analista corporal e comportamental. Sua paixão é poder contribuir para evolução da nossa espécie através do seu trabalho, sendo facilitadora do processo evolutivo interno, auxiliando pessoas a encontrarem soluções para seus conflitos de forma mais harmoniosa possível, respeitando seu funcionamento natural. E assim viverem em paz consigo e com o ambiente a sua volta.