1978. O início da faculdade, de inauguração da vida futura.

1978. O início do fim do merecimento do amor. O início do autoboicote.

Tinha um dog alemão preto, obediente. Foi usado como ameaça velada.

Uma festa de república.  Uma saída com o cara lindo e bom papo para comprar cigarros.  Uma parada na casa dele para pegar um agasalho.  

O dog alemão vigiando e atento aos comandos.

Foi assim.  Como máquina obedecendo aos comandos. 

Sobrevivência.  Pura e simplesmente. 

1978. Nunca mais sonhos perfeitos. Nunca mais entrega total. 

Até hoje, silêncio. Vergonha. 

MULHER – Bela urbana, 50 anos mais, não quis ser identificada
SOS – ligue 180

A cada capítulo dessa Série Documental, quando a Inteligência Mental de um João prof’EUtizado de DEUS, corrompe a sua Inteligência Espiritual afim de sequelar sua história, e inflamar a Inteligência Emocional de suas seguidoras, usando o toque sexual em viés Santificado na Inteligência Física por vez em cada uma delas, e se servindo ao canto da Oração da Vida, a chamada “AVE MARIA”, durante a farra do boi mental que se fazia, dentro de um labirinto feudal!

A cada capítulo dessa Série, quando o fio da meada no tom vocal de cada seguidora, nos leva de forma pura para uma região perdida entre as mãos e a braguilha aberta de um enganador, dentro de suas calças sempre de linho branco, quando as faz se sentirem à Serviço do “deus” que não existe.

A cada capítulo dessa Série, quando a fala de cada uma dessas mulheres se junta, em asco e medo, em revolta e culpa, em sofrimento e depressão, em repúdio e alívio, em atuação e comprometimento, para que possam voltar a crer que aquele homem chamado de DEUS que reza em tons demoníacos dentro de sua sala pessoal, está hoje entre as grades, provocada por um “EU’inimigo” cruel e obcecado por mulheres ao seu serviço em nome de Maria Imaculada, chamado em seu batismo de João!

A dor é concreta ao assistirmos este Documentário, o olhar de cada uma delas nos consente gritar pela exclusão do planeta, desses homens que continuam de braguilha aberta e descaradamente de plantão.

180 – SOS

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.