É preciso se cuidar, mas é preciso ir ao supermercado, é preciso fazer o almoço, é preciso fazer o jantar, é preciso trabalhar. Trabalhar na demanda um, na demanda dois e na demanda três, a demanda quatro pode esperar um pouco.

É preciso se cuidar, mas é preciso cuidar dos filhos, acompanhar no dentista, no médico, nos exames, na reunião da escola, na escolha da roupa para a festa. É preciso se cuidar, mas é preciso pagar o INSS, mesmo sabendo que se um dia se aposentar a aposentadoria não deixará você tranquilo financeiramente.

É preciso se cuidar, mas também é preciso pagar o plano de saúde, o plano odontológico, ir na consulta, fazer exames e quanto mais velhos ficamos, mais exames fazemos, aliás é preciso agendar os exames.

Também é preciso pagar a vacina do cachorro, a consulta no veterinário, a conta de luz, condomínio, água, seguros, é preciso lavar a louça, lavar a roupa, guardar a roupa e as vezes passar, é preciso limpar a casa, molhar as plantas, tirar os lixos, separar o reciclável. É preciso levar o cachorro passear, mas é preciso se cuidar.

É preciso pagar o transporte escolar, a escola particular, a faculdade particular. É preciso arrumar as fechaduras que quebram, é preciso chamar o técnico para ver o que quebrou, é preciso cobrar quem não te entrega o serviço combinado, é preciso ligar no banco quando te cobram indevidamente alguma tarifa. É preciso resolver burocracia diárias de um sistema que te manda o tempo todo se cuidar, como se a culpa de tudo isso se resumisse a não se cuidar.

É preciso ser criativo e “antenado”, e é preciso inovar para ter espaço de trabalho, para ser ouvido, é preciso fazer cursos, palestras e ouvir muitas bobagens para em algum momento salvar alguma coisa que de fato tenha valor e não a certeza da perda inútil de tempo.

É preciso estar elegante, ter roupas que te vistam bem, sapatos em bom estado, se possível confortáveis, sapato apertado é para pagar penitência e depois haja tempo para cuidar e recuperar os pés. Ah, é preciso cuidar dos pés de galinha com os “mega” tratamentos estéticos revolucionários, e é claro, é preciso pagar os “mega” tratamentos.

É preciso cortar os cabelos, de vez em quando fazer as unhas, talvez isso seja entendido como se cuidar… não sei se concordo, é chato ficar um tempão no salão de beleza. Também é preciso pagar o que se faz por lá.

É preciso se cuidar, mas é preciso dar atenção a quem você ama, ligar, conversar, se encontrar pessoalmente. Isso eu entendo, que além de cuidar do outro é se cuidar também.

Adriana Chebabi  – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre as consultorias de comunicação e marketing e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa . 
Foto: @gilguzzo @ofotografico

E farto me sinto, quando o abuso rouba sonhos,
impossibilita salvar vidas, e
determina pobreza.

E farto me sinto, quando a irresponsabilidade vira de lama,
mancha de óleo,
ou queda de prédio.

E farto me sinto, quando o desmatamento é lucrativo,
há extração ilegal de madeiras, e
a floresta queima.

E tem mais, farto me sinto, quando há auxílio moradia,
verba de gabinete, salário extra, auxílio saúde, carros oficiais,
e condições especiais de aposentadoria.

Farto da demência coletiva de mentes manipuladas.
Farto da hipocrisia dos abusadores profetas.
Farto me sinto, de discursos de ódio e da violência diária.
Engulo, mas não digiro.

Farto, quase enfarto.
Farto, quase parto.
Farto, não me calo, falo, mas me sinto só.

Se farto você não está,
só me resta pensar que a fartura é para você!

Adriana e Claudia Chebabi Andrade – Belas Urbanas, irmãs. Publicitária e pedagoga. Leão e touro. Morena e loira (hoje já estão quase iguais). Mães. A mais velha e a caçula. Acreditam que todos tem direito a comida, diversão e arte, como já disse os Titãs.

Nossas perspectivas nem sempre são atingidas

Os fatos ficam relativos com o passar do tempo

O que era, não é, e não sei como será.

Se seu quarto parece cada dia menor e a bagunça interna continua,

talvez seja sua personalidade estampada ali

Se as cartas dizem o que você queria, quer, e não pode fazer

Não sei dizer nada para confortar você

Nem a mim

Vontades são prisioneiras de ideias

E ideologias sufocam as verdades

Que perdem sua força no meio de mentiras.

Adriana Chebabi  – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre as consultorias de comunicação e marketing e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa . 
Foto: @gilguzzo @ofotografico

Ele morreu ontem. Não chegou aos 60. Morreu com 55 anos. Era jovem na sua essência. Cheio de planos. Cheio de sonhos. É certo que, como qualquer artista, sentia o mundo mais colorido e também mais dolorido. Se existia uma pessoa que tinha borogodó, essa pessoa era ele. Dividia opiniões, mas isso não foi motivo para impedi-lo de chegar a todos os lugares que quis ir. E foi, e onde foi conseguiu aplausos. Seu talento não era só nato, era também fruto de um esforço de quem sempre quis fazer o melhor.

Foi ator, foi cantor, foi produtor, foi diretor, foi autor de músicas lindas e de textos sensacionais. Alguém plural, mas, ao mesmo tempo, tão singular que se tornou raro.

Na vida pessoal era o que podemos chamar de gente; aquela expressão que diz “gente como a gente” era bem ele. Real. Tinha medos, tomava remédio, cuidava da família, que incluía o gato Mica, as filhas, a mulher e até a ex-mulher. Gostava de ter amigos em volta de uma boa mesa, principalmente no seu sítio. A vida era vivida em festa, e quando a festa acabava, ficava quieto, fugindo dos medos das perguntas que não sabia responder.

Foi-se de repente, bestamente. Morte besta para morrer. Um susto. Mas como poderia ser diferente para alguém que sempre foi fora da curva da estrada convencional. Muitas homenagens, muito choro, muito inconformismo até de seus desafetos como Antônio, ou Tony, como era conhecido.

Amigo de velhos tempos, amigo de muitos anos, amigo que tentava sempre estar onde ele estava, mas era só mais um que tentava e não emplacava. Mais um invejoso. Mais um sanguessuga. Mais um que não suportava ver seu olhar brilhar. Tony até tentou se conter, não transparecer, mas inveja legítima não se aguenta e um dia explode. Jogou a amizade para o fundo do poço com palavras perversas, mostrando toda sua raiva e
inveja latente, à flor da pele. Foi tão feio que foi assim até o fim.

Quando soube da notícia se fez de chocado. Chorou. Bebeu. Vomitou e escreveu publicamente sobre a dor da falta daquela amizade. Pareceu sincero. Recebeu muitos pêsames. Apareceu como nunca nas redes sociais. Afinal, a dor comove. Ele conseguiu os aplausos que sempre quis, nunca nenhum de seus posts alcançou e foi curtido por tantos.

Conseguiu ser o seu melhor, um grande oportunista.

A família, que sabia de tudo, calou-se. Nem uma palavra, nada.

Afinal, vampiro de morto, morto está.


Adriana Chebabi  – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre as consultorias de comunicação e marketing e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa . 
Foto: @gilguzzo @ofotografico
 

As coisas são coisas. As vezes são muitas coisas. As vezes as coisas faltam. As coisas não falam. Ou falam talvez, não sei. Sem voz as coisas ficam ali, no canto. Perturbam, atrapalham, mas as vezes, nem tanto. Tem coisas grandes, mas a maior parte das coisas é pequena. Tem coisa que é coisinha e sendo “inha” é chatinha, as vezes até bonitinha, mas de “inhas” em “inhas” as coisinhas fazem a vida ficar muito pequenininha. As coisas grandes assustam, parecem bolas gigantes tentando te derrubar, como naquele jogo, boliche. Você ali de pé, com a coisa gigante vindo na sua direção para te derrubar, imóvel, apavorado. A coisa vindo, vindo, até… que passa do seu lado e você fica ali, imóvel, aliviado. Ufa, a coisa foi embora. As coisas são assim, coisas do dia a dia, como a pia que pinga, como a porta que fecha, como a fechadura que quebra, como o tapete que encarde, como o cachorro que faz cocô, como você que também faz cocô, como eu. Coisas que vão descarga abaixo para uma festa das coisas, nos submundos e subsolos das coisas, onde as coisas se encontram, se divertem, enquanto nós rezamos para que amanhã as coisas não venham tantas de uma só vez. Nesse caso, talvez a falta e a menor diversidade seja uma saída saudável para nós, seres humanos. Seremos nós coisas também? Talvez a filosofia das coisas.


Adriana Chebabi  – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre as consultorias de comunicação e marketing e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa . 
Foto: @gilguzzo @ofotografico
 

A peça tinha 57, mas aparentava 67

A peça estava maltratada, malcuidada

A peça tentava ficar loira, era vulgar

A peça tinha voz estridente e vocabulário chulo

A peça dizia que nem como puta velha servia mais

A peça estava só

mas só, tinha o cachorro

de latido estridente, chato, bem chato, como…

a peça.

Adriana Chebabi  – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre as consultorias de comunicação e marketing e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa . 
Foto: @gilguzzo @ofotografico
 






Faz tempo que não escrevo. Muitas ideias rápidas na cabeça fazem isso, paraliso, não sei por onde começar, não começo e não escrevo.

Agora porém, revirando documentos para enviar para a contadora, para a declaração do IR, sim, eu sei, típico do brasileiro, aqui brasileira, que deixa para a última hora. Deixei e deixei a culpa de lado, porque mais essa culpa eu não preciso.

Além de revirar tive que organizar, confesso que tenho uma ligação de amor e ódio com papéis, sempre foi assim, mas em toda minha vida adulta essa característica foi ficando mais forte.

Tenho tantos papéis. Papéis com minhas escritas, diários, agendas, pensamentos em folhas avulsas, cartões e cartas recebidas, textos, textos e mais textos. Alguns são muito interessantes, outros medíocres. Alguns já publiquei, mas muitos outros continuam guardados, não tão a sete chaves, estão nas gavetas, nas pastas, nos armários de casa. Se quiser me entender, tem que ler um montão, mas está na mão, ou perto dela.

Tenho mais diversos outros papéis necessários guardados, contas pagas, documentos dos mais variados tipos, meu e da minha família, dos animais que já fui e sou responsável. Contratos, distratos. Alguns papéis dizem que somos obrigados a guardar até 40 anos depois do fechamento de uma empresa. Piada? Não é. As traças fazem a festa.

Festa para as traças e coragem para eu terminar isso aqui e achar o que falta para a declaração. Aproveito e jogo fora alguns, me sinto feliz com esse ato, mas lá vou eu pensando e a tal reciclagem que não vejo ser tão bem feita. Menos Adriana, esse é assunto para outro texto. Outro. Foco.

PS.: Se um dia já me escreveu algo… por aqui deve estar. 😉


Adriana Chebabi  – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre as consultorias de comunicação e marketing e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa . 
Foto: @gilguzzo @ofotografico
 



..tem uma coisa que me deixa muito chateada, é eu não saber que profissão eu quero seguir, isso me deixa angustiada, porque eu adoro trabalhar com pessoas, mas a maioria dos empregos, pagam mal, falta emprego. Como é difícil morar em um País pobre.

Esses dias ganhei uma bolsa de estudos para fazer um curso de computação, só teria que pagar o material, mas minha mãe já veio falando que era caro, meu para falou que não tinha condições, tudo bem, não fiz. Só que ontem meu irmão ganhou uma bolsa igualzinha, só que em outro lugar. Com ele minha mãe já foi até lá hoje ver, ela fica com dó dele, eu também fico, mas não é justo ele fazer e eu não, só que eu também não sei se ele irá fazer, mas esse apoio que deram para ele, para mim não deram nenhum apoio. Isso não é justo e nem certo.

29 de agosto – Gisa Luiza – 16 anos


Adriana Chebabi – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre as consultorias de comunicação e marketing e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa . A personagem Gisa Luiza do “Fragmentos de um diário” é uma homenagem a suas duas avós – Giselda e Ana Luiza

Ta gorda tem culpa

Culpa aos 20, 30, 40, 50, 60, 70 anos

nos 80 será que ainda tem?

Muito alta

Muito magra

Morena

tem cacho

Negra

Baixa

tem culpa sempre

Namora mais novo tem culpa

Separou tem culpa

Não casou tem culpa

Não tem filhos tem culpa

É gay tem culpa

Tem filho e acha que não sabe educar tem culpa

É ré de si mesma

marcha ré, assim que se sente

É a culpa…

Chega

Desculpa

A tal da culpa que vive em você

 


Adriana Chebabi  – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre as consultorias de comunicação e marketing e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa . 
Foto: @gilguzzo @ofotografico
 

Como não falar sobre ontem?

Preciso falar. Falar sobre pessoas, ansiedade, humanidade, medo, morte, religião, sobre dezembro.

Talvez desta vez não saiba ao certo por onde começar, sei que penso em tudo junto e que as lágrimas não param de escorrer.

Ontem aconteceu essa tragédia na Catedral na cidade de Campinas, minha cidade. Eu questiono, você deve questionar também: Por quê?

Sem resposta, só podemos nos colocar no lugar das pessoas e sentir o medo e a dor que sentiram e que seus familiares sentem agora.  Dor que devia existir nesse homem que causou tudo. Dor na família dele agora e talvez até antes, porque talvez as pessoas deem sinais de que as coisas não andam bem, mas até que ponto esse não tudo bem é tão ruim assim?

Quanto mais penso, penso que as pessoas, muitas mesmo, estão enlouquecendo lentamente.  A ansiedade e a depressão são irmãs gêmeas, vivem grudadas. Primeiro vem a ansiedade e depois quando ela fica por um certo tempo, vem a depressão.

Dias desses, eu estava refletindo sobre dezembro e como esse mês me deixa ansiosa, me dei conta disso.  Tenho vontade de fazer tantas coisas, programas natalinos e nunca consigo. Faz anos que nunca consigo, acho que nunca consegui da forma que tenho em mente e que considero o ideal. Talvez seja porque o mês é tão corrido e sempre surgem trabalhos urgentes, que não sobra tempo para dar um tempo.

O tempo de apreciar coisas que só temos nessa época, como os corais natalinos, visitar a casa do Papai Noel com as crianças, estar com os amigos sem pressa e a obrigação de estar por ter que confraternizar o ano, viver mais o amor com calma no dia a dia etc. Falta tempo para fazer com calma as compras natalinas, sempre me vejo comprando os presentes na última hora, no stress, preocupada para não esquecer ninguém, sem relaxar e curtir esse momento.

O fato de ser o último mês do ano, automaticamente nos faz fazer um balanço do ano e da vida, e quanto mais velhos vamos ficando, mais esses balanços nos balançam, para cima e para baixo, mas alguns não aguentam e adoecem.

Esse ano, colocou os instintos mais baixos para fora do armário. Não vou discutir politica, mas as eleições foram o estopim para isso, quem passou e soube dialogar, passou brilhantemente essa etapa. Sinto uma tristeza de ter visto tantas pessoas tão intolerantes, tão cheias da verdade absoluta e querendo impor de forma tão radical seu ponto de vista. Ignorância que não leva nada de bom para lugar nenhum. Diálogo é o caminho. Diálogo quando as pessoas tem um objetivo em comum, mas muitos não perceberam isso e infelizmente se fecharam, excluindo, deletando, bloqueando.

Vejo um sociedade doente, que está contaminando todos. Precisamos de ajuda e precisamos ajudar. Precisa existir essa troca e isso é amor. O amor precisa sobressair e sair com força dos armários.

Não importa a religião, importa estender a mão, importa o abraço, o beijo, o carinho.

As vezes o grito de socorro não sai da garganta, as vezes o sorriso disfarça a dor. Difícil perceber o outro se estamos todos correndo. Difícil perceber o outro na sua tristeza, ansiedade, depressão e até na perda da sanidade mental.

Podemos ser melhores, podemos ser AMOR.

 

“Paz na terra e aos Homens”.

Adriana Chebabi  – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre as consultorias de comunicação e marketing e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa :)