Conversando com o Senhor do Pingado, nesse agora amanhecido e pasmem… ]

Setembro chegou!

Senhor,

O Machista resistente ao trepidante e cruel  estrutural desse “affair” entre, a conquista de nos outros.

O Machista realiza sem conquista dentre  atos/ações, quais assolam nas revistas sem processos onde garantimos a leitura labial.

O Machista aquele “cabra macho” sim sinhô.

O Machista aquele “macho man” trivial, que nos beira o boçal

Senhor,

Que o machista clareie as suas reservas!

Nós outras estamos com a dança de veias bailarinas, e que somadas estamos em um palco em revista, sem “cover” e, sem “fake” e sem “limites” e, sem “hora” e claro, sem receios de dançarmos num Lago lotado de cisnes negros, à beira da morte.

Senhor,

O Machista, necessita saber que a sua morte estrutural impávida e colossal, já penetra em seu instinto “macho” poderoso.

Existe “Lei, assinada por uma “Fêmea” conquistada pós seu corpo e sua mente serem violados, e em sangria extremada colocados em revista.

Salve o esperançar meu Amigo, de todas as manhãs!

Amém

Bem Belas Urbanas, aqui um aviso aos Machistas nesse Setembro 2021- ano pandêmico… Estamos no palco, esse mesmo friamente estrutural, contudo somadas num balé universal, e claramente e sem subterfúgio gritando bem alto:

Machista não resista, o Lago do Cisne COLORIU!

E estamos usando sem cortinas para mostrar em todas as Páginas de revistas!

E temos sido apesar dos pesares muito aplaudidas.

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Assim, quando morreres,
Desejo que veja saboreado
O aroma doce azulado
Da mais bela sensação.

Desejo ainda assim,
Que tateei o doce engraçado,
Que de mais sagrado tino
Se exalou dum fino quadro.

A moça do bom costume
Que ouça o colorido perfume
Do mais veludo prato de pão.
Teatro, fruto da imaginação.

Se perceberes tal moção,
Que o olfato veja macio.
Vem e brota da escuridão
Uma sinfonia de cereja anil.

E que no derradeiro instante
Uma trombeta verde gigante
Te acolha pelos sentidos
Mais sincero que tenha vivido

E que no céu infinito adentre
Tal qual acredite, crede
Seja triunfante, constante, sem fim.
Seu derradeiro e belo instante. Amém.

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.