Sobre o tempo que transforma e o brilho inesperado de alguém que já caminhou;
Seus gestos e sua maturidade encanta quem ainda está no início do caminho;
O brilho que envolve, a educação que fala mais que qualquer carinho;
Olhar para todas estas formas nos fazem pensar em “por que não?”;

De sua parte, ele vê, a juventude que brilha em um pulsar que não pode ser contido;
O sorriso e o brilho no olhar de alguém que está repleto de esperança, sem medo das derrotas do caminho;
Entendendo que se tomar esta juventude ele tenha até condições de se sentir mais jovem, e se entrega a este sentimento.

Ambos se esqueceram que o tempo não perdoa, que ele continuará seu caminho e ela também;
Que ele sentirá, com passar do tempo, maior cansaço que ela, e ela por sua vez, se sentirá mais jovem do que nunca e eles sentirão que estão em momentos diferentes;
Entregues ainda pelo carinho inicial, tentarão, em vão, ignorar a força do tempo, mas logo ele se sentará para olhar o brilho de sua jovem seguir em frente.

Distante, ainda com dor no coração, ela irá entender que o melhor é caminhar ao lado e não à frente.
O coração se alegrará em encontrar alguém que esteja em seu mesmo tempo e construirá novas recordações.
Ele irá sorrir com suas memórias, e entenderá que foi bom, que realmente não era possível.

André Araújo – Belo Urbano. Homem em construção. Romântico por natureza e apaixonado por Belas Urbanas. Formado em Sistemas, mas que tem a poesia no coração e com um sorriso de menino. Sempre irá encher os olhos de água ao ver uma Bela Mulher sorrindo.

Então o sol se pôs, e tudo está ao seu favor;
O clima, o vinho, o macarrão , o chocolate e o bom papo
A música e as ondas na televisão são apenas tempero para o que é bom
As histórias contadas, as gargalhadas altas, com moderado tempero, contam o que representa o momento

Não é noite de sábado e nem tão pouco sextou, é noite de terça, mas tem vinho, música e amor
É legal pra caramba, a conversa flui, e quando nos damos conta, já são pra lá das dez

Hora de tirar a mesa e lavar a louça, um sabor bom no coração que indica que tudo foi perfeito
Que tudo é perfeito com você ao meu lado
E se fosse sexta, já estaria com sono, mas você também entende

Não quero desejar nada para ninguém, mas se conseguir desejar o bem, quero que sinta o que vem de dentro, através de um alguém tão especial que vai transformar tudo ao seu redor
Transformar seus hábitos e emoções, seus sorrisos e canções, vai te fazer feliz pra valer
Ai, você louco pelo vinho, inebriado pela música, paralisado pelo tempo vai pensar ”eu estou feliz porque você existe na minha vida! Obrigado“

André Araújo – Belo Urbano. Homem em construção. Romântico por natureza e apaixonado por Belas Urbanas. Formado em Sistemas, mas que tem a poesia no coração e com um sorriso de menino. Sempre irá encher os olhos de água ao ver uma Bela Mulher sorrindo

A ida que tem a vida repleta e colorida só se perde pelas mazelas que insistimos em carregar.
O sorriso que subestimamos tem um grande poder de mudar, mas as caretas que carregamos costumam rugas criar.
A atitude positiva, a forma de olhar a vida é decisão sua e você não precisa se entregar.
As dificuldades que enfrentamos o tempo vai levar e tudo que escolhemos sofrer vai ficar para trás.

Quando fecharmos nossos olhos podemos escolher lembrar das largas gargalhadas que demos, das palhaçadas que fizemos e do que sentimos em cada um destes momentos.

Um gosto gostoso, de que vivemos, que foi bom, vai renascer em cada lembrança de vida, e você vai se olhar no espelho e pensar que soube realmente viver.

Diga não ao sentimento ruim, ele vai passar. Diga não ao sentimento de raiva, ele não vai resolver absolutamente nada. Diga não ao que não agrega, se por um momento este sentimento ousar pousar em você, pense e sorria, este remédio vai amenizar os sintomas do sentimento ruim, até que o remédio definitivo, o tempo, faça o seu trabalho.

A vida só tem um V, o resto é justamente IDA!

André Araújo – Belo Urbano. Homem em construção. Romântico por natureza e apaixonado por Belas Urbanas. Formado em Sistemas, mas que tem a poesia no coração e com um sorriso de menino. Sempre irá encher os olhos de água ao ver uma Bela Mulher sorrindo

Sei que é estranho depois de tanto tempo ainda ficar pensando;
Você marcou demais a minha vida, tinha uma forma polida de mexer as mãos e de sorrir;
Tinha uma inteligência natural sobre tudo, sobre o Universo e sobre as pessoas;
Muitas vezes me perguntei como poderia, como era tão inteligente;

Mesmo não sendo seu filho, muitas vezes me senti conectado com o tom da sua voz, que ainda escuto;
Tom que por muitas vezes me disse “Seu Caminho não é aqui Dé” e eu olhava com profunda admiração para você;
O cigarro garrado na mão e posições claras sobre o que pensava e o que queria;
Sabia muito bem se colocar no seu lugar e colocar quem quer que fosse também no seu lugar;

Já tem tempo que você partiu, partiu para outro lugar, partiu porque sua missão acabou, partiu porque tinha que partir;
Mas mesmo com tanto tempo, guardo de você muitas resposta e confesso, ainda meu pego perguntando e ouvindo no mesmo tom de você;
A luz de Abril, o sorriso que se partiu, as lembranças que deixou, os sonhos que me ajudou a construir;
Tudo isso ficou aqui, então Luz de Abril, você também ficou, meu coração, ainda de menino, agradece o colo quente que me deu.

Um enorme beijo no seu coração.

André Araújo – Belo Urbano. Homem em construção. Romântico por natureza e apaixonado por Belas Urbanas. Formado em Sistemas, mas que tem a poesia no coração e com um sorriso de menino. Sempre irá encher os olhos de água ao ver uma Bela Mulher sorrindo

Eu vi claramente o que você queria me dizer, rosto serio, frio, eu já devia saber.
Não tinha como você me perdoar, era impossível você entender, arrumando suas coisas sequer olhou para mim.
Procurou por um par de brincos, que estava na comoda ao lado da cama e você não viu.
Perguntou, séria e brava, aonde estava, e eu não quis dizer, como se aquele par de brincos conseguissem te deter.

Saiu silenciosa até o carro, com uma sacola na mão e os sonhos, todos eles, derramados pelo chão.
Retornou para pegar o restante das coisas, abriu a carteira, onde repousava uma fota minha e sua, colocou na mesa e saiu.
Eu, silencioso, sentado no sofá não pude acreditar no que estava acontecendo, a ficha ainda não caiu. De repente meu mundo escureceu, as fotos nas paredes não tinha mais sentidos, você simplesmente desapareceu.

Pensei no que falamos, sei que foi erro meu, mas não fui inconsequente, não sai, perdi você, mas você também perdeu.
Poderia ter questionado, entendido, mas preferiu ir e eu fiquei, um apartamento vazio, sem você, não havia mais ninguém.

Ainda calado, busquei a toalha e fui tomar um banho, para ver se conseguiria entender.
Liguei o chuveiro, no silencio, no escuro, burro!, me julguei. Vá atrás dela! comigo falei. Não Adianta. Respondi. Ela se foi, eu perdi.
Sequei-me lentamente, coloquei uma roupa e sai, não tinha como ficar ali, teria que vender o apartamento, as coisas, eu não queria mais existir.
Parei no mercado, comprei um vinho, que sempre gostei de tomar, abrir na rua mesmo, em copo plástico, algo que repudio veementemente, menti para mim mesmo, vai ficar tudo bem, ela se foi, mas vou ainda encontrar alguém.

Dentro do carro, com copo na mão, som desligado, ouvi uma mensagem no celular: “Burro, eu sempre te amei, tudo que eu queria era o seu amor, nunca existiu mais ninguém”.
Ali, naquele momento, pude perceber, meu ciúmes me fez perder você, nó na garganta e amargurado, não pude entender, porque não vi isso antes, porque tinha tanto ciúmes de você.
Sai do carro lentamente, calado, inconsequente, sem pensar em nada que iria acontecer, peguei um cigarro, ascendi, fechei meus olhos e só via você.
Olhei o viaduto, abaixo a rodovia, que viva, grunhia, seus caminhões e carros sem parar, subi no parapeito, cigarro na mão, garrafa no peito, dei um gole no vinho e consegui entender, o que tinha que fazer para nunca mais sofrer.

Adeus

André Araújo – Belo Urbano. Homem em construção. Romântico por natureza e apaixonado por Belas Urbanas. Formado em Sistemas, mas que tem a poesia no coração e com um sorriso de menino. Sempre irá encher os olhos de água ao ver uma Bela Mulher sorrindo

Bateu a desconfiança.

Pensava: – Esse homem, quem é? – Será que é mais um daqueles papos de restaurante? Quantas e inúmeras vezes ele já deve ter tido essa atitude?

Eu era mais uma dessas passarinhas… uma canarinha, não! Uma fênix, já sai da gaiola. Sou dona de mim. Pensando bem, vou viver o agora, como senão tivesse o ontem e nem o amanhã.

Acreditar? O que importa? Se for mais um daqueles, bem… não irei me fechar para uma possível possibilidade do amor. Na verdade, o amor é quase inventado na nossa mente no coração ele apenas pulsa.

O que vai dar? Um pouco de mel ou de fel?

VEJA AMANHÃ NO ÚLTIMO CAPÍTULO

A história AQUELA ESTRADA é uma história escrita por 07 autores – Liliane Messias, Macarena Lobos, André Araújo, Crido Santos, Gil Guzzo, Maria Nazareth Dias Coelho e Adriana Chebabi. O capítulo de hoje foi escrito por Macarena Lobos.

Macarena Lobos –  Bela Urbana, formada em comunicação social, fotógrafa há mais de 25 anos, já clicou muitas personalidades, trabalhos publicitários e muitas coberturas jornalísticas. Trabalha com marketing digital e gerencia o coworking Redes. De natureza apaixonada e vibrante, se arrisca e segue em frente. Uma grande paixão é sua filha

Compromisso? Que compromissos ela teria além de consigo própria.

Colocou o telefone no gancho. Foi ao espelho e seu olhou profundamente. Cada marca de expressão em seu rosto.

Ensaiou pequenos sorrisos. Viu-se menina, criança feliz das fotos emolduradas da casa de seus pais.

Onde havia se perdido? Buscou sua história na mente e veio seu maior medo: dias que se passavam sempre iguais. Se repetiam em círculos de monotonia. Se escrevesse um diário dos últimos 14 meses da sua vida, todos os dias seriam igualmente sem graça. Até o dia no qual abriu a porta de sua casa gaiola e com seu carro pássaro voou em busca da liberdade.

Seria aquele sedutor dono do restaurante uma arapuca pra passarinhas que buscam o amor?

VEJA AMANHÃ NO CAPÍTULO 6

A história AQUELA ESTRADA é uma história escrita por 07 autores – Liliane Messias, Macarena Lobos, André Araújo, Crido Santos, Gil Guzzo, Maria Nazareth Dias Coelho e Adriana Chebabi. O capítulo de hoje foi escrito por Liliane Messias.

Liliane Messias – Bela Urbana, é pagadora de profissional: bancária. Cresceu na hoje vacinada cidade de Serrana-SP. Fez Letras em Araraquara. E adora dançar.

O escuro da estrada lhe trazia medo, os faróis contrários, a realidade. A vida foi passando como num filme, suspirava se enchendo de AR e de coragem.

Vieram lágrimas, palavras desconexas foram ditas em voz alta… assim como músicas cantadas aos berros.

Horas de estrada lhe trouxeram o cansaço e a realidade lhe bateu forte. Agora dona dos seus passos, se sentia livre e indecisa. Escolher um lugar para dormir, escolher o que comer, para onde ir, agora em suas mãos.

Um hotelzinho de beira de estrada com jeito simples de casa do interior, foi sua escolha.

Luz fraca, cheiro de mato. Cama limpa, água fresca. Era tudo o que precisava, amanhã pensaria o que fazer.

Acordou no susto, era real.

Sentia agora o cheiro pouco familiar de um quarto estranho, barulhos lá fora traziam algo que não queria lidar. Neste momento, nem bom dia queria dar.

Era isso então, banho gelado, roupas limpas e seguir caminho.

Resolveu no café traçar um plano, assustada que estava com suas últimas atitudes.

Teria que olhar com cuidado as novas possibilidades e o mais sensato, seria alugar um quarto e se estabelecer, talvez.

A outra possibilidade hotel em hotel, nada lhe agradava.

A busca foi cansativa, mais uma vez o medo, mas também veio junto a ousadia.

Resolvido, quarto na praia. Traçou a rota, chegou a noite.

Foi recebida pela dona da casa, senhora arrastando chinelos.

Manhã seguinte, tentou logo se inteirar do que se fazia naquela Vila.

Arriscou e perguntou a senhora dona da casa, se seria fácil arranjar algum trabalho.

Resolveu contar quase nada de sua vida.

De pronto a resposta, o restaurante da esquina precisava de gente pra trabalhar.

Então é isso que lhe espera?

VEJA AMANHÃ NO CAPÍTULO 3

A história AQUELA ESTRADA é uma história escrita por 07 autores – Liliane Messias, Macarena Lobos, André Araújo, Crido Santos, Gil Guzzo, Maria Nazareth Dias Coelho e Adriana Chebabi. O capítulo de hoje foi escrito por Maria Nazareth Dias Coelho.

Maria Nazareth Dias Coelho – Bela Urbana. Jornalista de formação. Mãe e avó. É chef de cozinha e faz diários, escreve crônicas. Divide seu tempo morando um pouco no Brasil e na Escócia. Viaja pra outros lugares quando consigo e sempre com pouca grana e caminhar e limpar os lugares e uma das suas missões.

Naquele dia ela tirou o anel. Olhou no espelho, respirou fundo e puxou o anel com força do dedo. Não precisou de água nem sabão, saiu de uma vez só em uma puxada forte, mas deixou uma marca ali… uma hora essa marca sai, pensou.

Se fez bonita, bem bonita, como há muito não ousava. Tem uma música do Chico que fala isso… ” então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar…”. A música vinha na sua mente. Resolveu colocar também um vestido que estava guardado fazia tempo, lhe caia muito bem, fez isso, se sentiu bonita.

Cabelo solto, maquiagem no rosto, pele clara, sentiu falta do banho de sol que também há muito não tomava, mas mesmo assim estava bonita. Regou suas plantas, conversou com elas, falou que estava ansiosa… ela sempre fazia isso de conversar com as plantas, deu boa noite para todas, trancou a porta da sala e desceu o elevador, que antes de descer, subiu até o décimo primeiro, só porque estava ansiosa o tempo estava em descompasso com o seu tempo e sua ansiedade aumentava.

A chamada do décimo primeiro foi em vão, ninguém desceu junto, ufa, não precisava de ninguém naquele momento com ela, apesar de ser sempre simpática e receptiva com as pessoas, naquele momento, não estava dando conta dos macaquinhos no seu sótão, é assim que a expressão diz, não é?

Ufa, novamente, térreo. Acelerou o passo antes que desistisse. Nunca tinha feito aquilo. Em outros momentos chegou a julgar e condenar, mas a lição dos últimos 14 meses era justamente essa, não julgue, não condene, não seja a rainha da verdade absoluta. Essa lição já tinha vindo em sua vida em outros tempos, em vários outros tempos… mas ela, até agora, não tinha ainda aprendido, apesar de tentar todas as vezes.

Lições são assim quando não são aprendidas, voltam e voltam em um grau maior para ver se desta vez entram na alma.

E por falar em alma, naquele momento a sua flutuava, mas os pés firmes seguiram para seu carro, dirigir era uma liberdade, gostava de dirigir sozinha, gostava de dirigir a noite, gostava de dirigir em estradas e foi o que fez, pegou aquela estrada de novo.

Pra onde ía?

VEJA AMANHÃ NO CAPÍTULO 2

A história AQUELA ESTRADA é uma história escrita por 07 autores – Liliane Messias, Macarena Lobos, André Araújo, Crido Santos, Gil Guzzo, Maria Nazareth Dias Coelho e Adriana Chebabi. O capítulo de hoje foi escrito por Adriana Chebabi.

Adriana Chebabi  – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre seu trabalho de comunicação e mkt e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa.

Mudanças são engraçadas, olhando um pouco para traz, teve momentos na minha vida que tudo estava de pernas para o ar, como se eu tivesse me perdido no caminho, muitas vezes!

Mas, agora, parece tão legal o momento que estou vivendo, não digo politicamente e nem sobre a economia do país, mas por algum motivo as coisas estão no lugar, como um passeio de final de tarde, na feirinha da praia , com picolé na mão, legal!

Eu vivi uma busca por alguém, ou talvez por mim, sem entender o porque não encontrava, aí me dedicava ao trabalho, que por algum motivo também não ia, risos, eu acho que estava bem “Tabajara” mesmo!

Mas agora não, parece que a busca acabou, parece que “você” me encontrou e estou feliz, estou planejando e curtindo planejar, estou tentando aprender ser leve, e curtindo também ser leve, estou aprendendo a escrever, com muitos medos de não conseguir, mas já entendendo que errar é parte do aprendizado e tudo bem.

Me sinto no final de uma comédia romântica, onde tudo está se colocando no lugar.

Você me faz feliz, com 47 anos, me sinto com 13, como se estivesse com a primeira namorada, sei que temos muitos desafios pela frente, coisas de adulto, que não dá para fugir, mas agora, como garoto, só penso em ser feliz e fazer você feliz, é bom pra caramba amar você!

E depois de amanhã, quando tudo já estiver no lugar, mudança pronta, café na mesa, quero olhar para você e falar “Que delícia o processo”, estes são os nossos primeiros sonhos, conquistados com carinho e amor !

Amo muito você !

André Araújo – Belo Urbano. Homem em construção. Romântico por natureza e apaixonado por Belas Urbanas. Formado em Sistemas, mas que tem a poesia no coração. 46 anos de idade, com um sorriso de menino. Sempre irá encher os olhos de água ao ver uma Bela Mulher sorrindo