Como você vota? Eu digo: vota por impulso e influência alheia. Explico.

É notório que a maioria das pessoas vota não por estudar as opções que se apresentam a fundo, mas decidem por influência do que chamamos de opinião pública. A opinião pública é como óculos escuros: uma ideia geral que norteia nossa visão, pautando o que gostamos e o que não gostamos. 

Opinião pública é de fato um pré-conceito estabelecido através das informações que recebemos no dia a dia, seja da propaganda, entretenimento, noticiário e influenciadores, guiando nossa percepção de mundo. O poder da opinião pública, como massificação das preferências faz mover montanhas literalmente.

Mas quem a constrói? Os meios de comunicação. E há de se perceber muito fácil a partir de como algumas ideias parecem mais aceitáveis que outras, por mais que pareçam, a uma mínima reflexão, sem nexo. Exemplo: o Brasil é o país do samba. Todos temos essa impressão, mas sabemos que o Brasil tem diversos ritmos particularmente nossos e até mais ricos sonoramente que o samba. Porque ele nos representa? Alguém convencionou, outros repetiram e hoje, nos parece comum. Isso é opinião pública, simplificadamente.

Portanto, comunicadores de diversos meios e contextos tentam influenciar a opinião pública nesses tempos de eleição. Opinativos de jornal, publicidade, meios digitais, relatórios financeiros, noticiário, apresentadores, artistas e diversas vozes potentes da sociedade tentam dizer o que você deve pensar. E você, na maioria dos casos concorda cegamente, simplesmente porque a pessoa tem credibilidade. Você cai de gaiato no truque da opinião pública. Decidimos por impulso e influência alheia e isso não e democrático. 

É a ditadura de uma opinião pública que gera comportamento que não é controlado facilmente por nós, mas por meios de comunicação e propaganda. Quem controla esses agentes, seja por meio da publicidade, da influência política ou ideológica, detém o poder de decidir, de fato, quem estará no governo ou não. É na comunicação social, com sua voz uníssona e hipnotizante, o embate maior do poder em tempos de eleição. E isso não é democrático.

E se te contar que os proprietários da maioria desses meios de comunicação, que geram opinião pública são deputados, senadores e outros políticos ou pessoas fortemente ligada a eles? Até emissoras evangélicas, católicas, ditas “santas” tem deputados para defender sua concessão pública, fazendo conchavos estranhos e negociatas espúrias. Um fisiologismo sem fim, num poder pouco vigiado como o legislativo. Entende que há nesse caso um mecanismo nada democrático?

Então, o que é ser livre para uma escolha realmente democrática? É não ouvir nada e ninguém, pesquisar sobre tudo e decidir de forma racional e planejada, por uma condição mais favorável para todos. É quebrar criticamente a opinião pública forjada e imposta a nós e criar uma opinião independente e realista, sem influências alheias. É trilhar o caminho mais difícil sim, mas não compactuar com o efeito manada da comunicação nunca. 

Quem vota é você, e não quem você da ouvidos. Pense nisso.

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Foto Crido: Gilguzzo/Ofotografico

A- a vitória de um candidato/partido a presidência
B- a derrota de.um candidato/partido a presidência
C- a identificação positiva com um candidato/partido/espectro político para presidência
D- a identificação negativa com um candidato/partido/espectro político para presidência
E- um plano de governo específico na presidência
F- uma raiva de tudo e de todos, “me dá uma arma”

As opções B e D não são naturalmente uma escolha, mas uma anti-escolha que não escolhe algo ao certo. Se evita um para passar qualquer um, e isso é muito ruim, pois pode vir coisa pior do que se tenta evitar. Por mais que seja tentador combater um candidato.ou ideologia, esse caminho é muito pouco consciente e só favorece oportunistas.

F, claro, nunca se justifica dada a gravidade das consequências e diante de uma decisão seria e adulta. Revoltinha é coisa de criança mimada. Não seja.

A e C parecem até boas, mas não se votar em pessoa em partido, mas sim em suas ideias e o que pretende oferecer a nós. Porque uma pessoa apenas, o presidente, não consegue, apenas por ser presidente, resolver nada. Sua plataforma é o que interfere em nossa vida brasileira. Seria o clássico voto populista: vota-se na pessoa ou partido, e não no que farão por nós. Um voto cego.

Talvez, de todas as respostas, apenas a E possa parecer viável, mas veremos que não:

Sobre o cargo de presidente, temos uma opinião pública (ou algumas) majoritária. Mas, e se te contar que o poder de verdade surgirá entre deputados e senadores, e o presidente, meu caro, esse cargo executivo cheio de pompa, é apenas a bucha de canhão, o boi de piranha dessas eleições? Sobre o legislativo, sabemos algo? Pois bem, aí mora o grande perigo, pois o foco dos debates no cargo a presidente, influência diretamente a escolha dos legisladores por impulso e sem pesquisa nenhuma.

Quando você apoia um presidente, apoia seu espectro político, suas ideias e também os que concordam com suas posições. Naturalmente, quem vota em um presidente, sem pensar muito (até porque não há na mídia debate sobre) vota em deputados e senadores próximos a ele. Mas nunca lembra deles para cobrar, nunca culpa a eles sobre as mazelas que vivemos, apenas o presidente. Muito cômodo ao parlamentar, não?

E aí é que mora o perigo, quem são esses? Pouco se sabe. É um corpo fisiológico e oportunista que siga os recursos da nação em um sistema perpétuo de reeleições que não permite a correção de um sistema que nasceu velho propositalmente.

É aí no legislativo que deveria haver a maior renovação, mas pouco se aprende e fala sobre esse corpo de poder. Mas há aparentemente uma obsessão da opinião pública pelo presidente que chega a visão sobre esse conjunto de representantes. Uma opinião pública criada por meios de comunicação e comunicadores sem escrúpulos, apenas em busca de poder e audiência fácil.

Quem é seu deputado? Seus senadores? Você não sabe? Melhor pesquisar. Porque qualquer presidente eleito não fará nada se não houver um legislativo positivamente comprometido com o país. Fuja da manada, pense por si só e vote consciente, por mais trabalhoso que seja.

Pense muito nisso.

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Foto Crido: Gilguzzo/Ofotografico

Supondo que a dignidade humana seja o fato de que cada um, dentro da lei, tenha possibilidade de realizar qualquer coisa, seja material ou imaterial, que lhe traga felicidade e com qualidade, ou seja, nada de ter coisas ou momentos meia boca na vida. E observando dentro do paradigma neoliberal moderninho de estado mínimo, Vamos fazer umas contas para uma família de quatro pessoas da base mais pobre da sociedade, um casal e dois filhos:

– Escola privada para dois filhos: R$ 2000,00
– Saúde privada para a família: R$ 3000,00
– Seguros dos dois carros e da casa/mês: R$ 450,00
– Manutenção e combustível dos carros: R$ 1250,00
– Prestação dos carros: R$ 2000,00
– Prestação da casa: R$ 1300,00
– Eventuais estudos dos pais, reciclagem, ascenção profissional: R$ 1000,00
– Alimentação e manutenção da casa: R$ 1500,00
– Contas de luz, água, gás, internet, telefones etc.: R$ 1000,00
– Previdência privada/seguro de vida para o casal: R$ 1000,00
– Lazer, viagens, cultura e entretenimento: R$ 2500,00
TOTAL: 17000,00

Levando em conta que o casal trabalhe e dívida essa renda, cada um teria que ganhar cerca de R$ 8500,00 para fornecer uma vida digna e segura a família, de forma a, dentro da lei, poder realizar qualquer coisa no estado mínimo que lhe garanta felicidade. E mesmo assim, veja, não sobra pra fazer poupança para imprevistos ou sonhos futuros.

Argumentos: “ahh mas a concorrência a baixaria os preços”, ok, com 40 por cento de redução, cairiamos para uma renda obrigatória de cerca de R$ 5000,00 para cada adulto da família. “Ahh mas o estado mínimo não teria tanto imposto”, diminuindo a carga individual atualmente estimada de 40 por cento de imposto para 10 por cento, a renda ainda cairia para quase R$ 3500,00. O salário mínimo teria mais que triplicar para dar conta. Que empresário faria essa proeza diante de uma concorrência acirrada que obriga a baixar seu preço? Contraditório, não?

Entenda meu raciocínio: Tudo isso são direitos básicos garantidos pela constituição, ou seja, qualquer família teria direito a isso, caso o estado prover ou ele mesmo com seus recursos. Em miúdos, dentro desse cenario hipotético, do alto executivo ao lavrador possuiriam os mesmos direitos mínimos de dignidade. Portanto, como esse tal de estado mínimo neoliberal se sustentaria e de que forma ele seria implantado se boa parte da população nem tem como bancar a sobrevivência minima, que dirá alcançar a almejada DIGNIDADE MÍNIMA.

Vivemos tanto tempo tentando cortar gastos na carne que achamos normal e até bonito esse modo de viver. Mas isso é viver abaixo da linha da dignidade. O mínimo que merecemos é o que está na lista acima, seja fornecido do estado (com nosso dinheiro de impostos) ou do bolso. O que importa é: como chegaremos lá? Pelo mérito pessoal sabemos, pois vemos todos os dias, que muita gente boa se esforça e luta a vida inteira para morrer de fome, sendo sustentado pela família. Um outubro de eleição vai mesmo mudar esse quadro meio que por mágica? Ainda mais com tantos lunáticos, oportunistas e pistoleiros no pleito? Me parece um sonho de criança.

Lembrando que o salário mínimo, quando respeitado, fornece menos de R$1000,00 brutos ao trabalhador, bem distante do que daria a ele dignidade. Se não fosse minimamente a escola, a saúde e a segurança públicas, a solidariedade da família e amigos e toda privação diária a dar um alento, que seria do país? A barbárie! Perguntas que ficam: quem pensa o estado mínimo, sabe a distância que ele tem da realidade atual do país? Estão colocando essa conta da dignidade plena e para todos em seus planos? Duvido. É discurso vazio de quem ganha muito com esse modo de pensar o Brasil, replicado por quem acha que mágica funciona.

Para mim, antes de um tal estado mínimo, há de se implantar uma dignidade minima viável entre todos os patrícios, de modo a cada um ser facultativo viver do modo que lhe aprouver. Primeiro a começar pela educação pela, total e cívica a todos, crianças, jovens e adultos. Depois fornecendo saúde preventiva que mantenha esse povo de pé, terceiro com uma economia baseada no desenvolvimento científico, empresarial e humano que faça com que a cultura empresarial vira-lata, oportunista, especulativa e pessimista do país mude para algo mais patriótico, empreendedor e honesto, de modo que o empresário saiba que pagando bem, encontrara um mercado de 210 milhões de pessoas que, bem remuneradas, serão negócio garantido, fora exportações.

A única instituição que tem poder para essa revolução demorada é o estado, que deve ser reformado constantemente e vigiado pelo povo, evitando abusos, desperdícios, corrupção etc, mantendo foco no que é necessário para a dignidade minima do povo e pronto. Ou seja, um trabalho constante de cidadania de todos nós para que tudo funcione bem. Qualquer uma das outras instituições nacionais são bem pequenas para alcançar isso. Emancipar um povo, dar a ele soberania, necessita de um estado grande, governado por gente grande e supervisionado por um grande povo, que pensa coletivamente, e não no seu umbigo e na lacrada que daria se tivesse uma 380 na mão, enquanto o estado, em frangalhos, não conteria a barbárie instaurada.

Pense nisso.

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Foto Crido: Gilguzzo/Ofotografico

  

Nos sentimos como uma cedilha. Você sabe o que é uma cedilha? Ela é uma letra ou um C acentuado para baixo? E aquilo lá é acento? O C de cidadão vira cedilha quando tá acentuado, assentado, imóvel. Perde a identidade.

Tem som de S, de Ser, mas sem identidade, não é nada. Cidadão tem um só assento que é o til, que nem acento é. E o que é? Poucos sabem. Me chamam de tio nos faróis e me fazem lembrar que além de escravo, sou algoz, mas não parente (nem entre parenteses).

Mesmo sabendo que não sei o que sou, como a cedilha, que também não sabe, é que o mudar inflama em mim: mudança! Se não sei quem sou, posso mudar quando quiser: uma luz! No final desta mudança está lá: A luz no fim do túnel?

Não, a bendita cedilha.

Uma letra que não é letra e não sabe o que é. Um C que de cidadão não tem nada, pois está acentuado para baixo, assentado, imóvel. Mas será mesmo um assento?

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Foto Crido: Gilguzzo/Ofotografico

 

Vamos amigos, colecionar amigos, com sorrisos nas dores do dia-a-dia.

Com harmonia, paz e poesia é que se faz um dia a frente, que lá atrás deveria.

Alegria, alegria!

Apesar do mal, ser bom a toda gente, sem olhar a quem.

Ser sorriso por todo o sempre, tudo que é ruim está fora do trem.

Amém, além!

Me preocupar com todos sem o troco vir a mim.

Quem ajuda a quem se ajuda, ajuda a si.

Gentileza em gentileza com certeza faz um mundo feliz,

Bis, Bis.

Se me sobra pra beber, me sobra pra ceder

A quem na mesa do bar ou em qualquer lugar for e precisar.

Quem sabe alguém possa perder assim sua dor e se alegrar.

Amor, Amor

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Foto Crido: Gilguzzo/Ofotografico

Ipê roxo
amarelo
Ipê amarelo
estrada longa
verde mata
Atlântica
Colorida paisagem
fique assim
verde selvagem
reggae nativo
lirio branco
solta o som
amizade
Povo bom
da peste
da ribeira
contraste
sonhar:
Deixa o menino jogar.

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Foto Crido: Gilguzzo/Ofotografico

A fluidez de seus lábios entre os meus me fazem pensar,

o quão heroico fui ao te conquistar.

O quão herói serei de te cuidar

E quão herói serei de te fazer me amar.

Porque só tua voz neste dia lindo,

faz brilhar mais o céu

donde a luz vem colorindo,

de onde o sol jorra o mel, florindo.

Mel que adoça nossas vidas

e que nos alegra e conduz

a um trecho sem despedidas.

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Foto Crido: Gilguzzo/Ofotografico.

Observo a real poética das coisas
e faço minha toda palavra útil.

Todo o ensinamento.

O mecanismo da vida parece ser simples,
porém com detalhes belos e sagazes.

Parece único, funcional para tudo,
peculiar em certos pontos.

Conhecê-los é arte

Arte da cor e do som
Da voz e da visão, voz e violão

Mudando uma nação, uma canção
Alterar a constelação 

com mão do seu irmão.

Criação de Deus, humana criação

Tudo é belo, pelo ângulo certo observado.

Pela real poética das coisas.

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Foto Crido: Gilguzzo/Ofotografico.

Passa pela mente, em um breve instante, que tudo que se viveu, de repente, possa não ter sido o melhor. Passa pela mente, neste mesmo instante, que daqui pra frente se tiver outra chance, seria assim, também melhor. Fracasso num instante, ganho no seguinte e assim, sigo adiante. Porém uma pausa de segundos. Um momento de fraqueza, da saúde, da alma, do corpo, do todo e se percebe que a vida é por um fio. Que o relógio conspira sempre contra, em sua ditadura temporal. E o arrependimento. De não ter sido melhor, maior, mais forte, dócil ou amigo. Se tiver assim, uma nova chance, tentarei ser melhor… Pois é inigualável a beleza da vida nos seus detalhes sutis. Imperceptíveis. E quantos detalhes já deixei passar por entre os olhos? Muitos. No pouco que me resta, mesmo no auge da juventude, prometo a mim mesmo não perdê-los por nada. Prometo não usar relógios, viver à toa. E não fazer promessas.

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Foto Crido: Gilguzzo/Ofotografico.

Bolei esta alegre sina,

que nos infla e desatina,

a dor que não arde de Camões,

dor de cócegas, risos e paz

que se faz em nossos corações.

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Foto Crido: Gilguzzo/Ofotografico.