A cada capítulo dessa Série Documental, quando a Inteligência Mental de um João prof’EUtizado de DEUS, corrompe a sua Inteligência Espiritual afim de sequelar sua história, e inflamar a Inteligência Emocional de suas seguidoras, usando o toque sexual em viés Santificado na Inteligência Física por vez em cada uma delas, e se servindo ao canto da Oração da Vida, a chamada “AVE MARIA”, durante a farra do boi mental que se fazia, dentro de um labirinto feudal!

A cada capítulo dessa Série, quando o fio da meada no tom vocal de cada seguidora, nos leva de forma pura para uma região perdida entre as mãos e a braguilha aberta de um enganador, dentro de suas calças sempre de linho branco, quando as faz se sentirem à Serviço do “deus” que não existe.

A cada capítulo dessa Série, quando a fala de cada uma dessas mulheres se junta, em asco e medo, em revolta e culpa, em sofrimento e depressão, em repúdio e alívio, em atuação e comprometimento, para que possam voltar a crer que aquele homem chamado de DEUS que reza em tons demoníacos dentro de sua sala pessoal, está hoje entre as grades, provocada por um “EU’inimigo” cruel e obcecado por mulheres ao seu serviço em nome de Maria Imaculada, chamado em seu batismo de João!

A dor é concreta ao assistirmos este Documentário, o olhar de cada uma delas nos consente gritar pela exclusão do planeta, desses homens que continuam de braguilha aberta e descaradamente de plantão.

180 – SOS

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.






Caro mensageiro Covid 19 qual é a sua mensagem?
Sei que és apenas um mensageiro com a missão de me despertar.
Tu tens sacudido minhas estruturas e revirado a minha casa de pernas para o ar. No entanto, tal desconcerto me parece uma oportunidade ímpar para me reinventar.
Iniciaste em mim um árduo trabalho, como o da ostra quando é invadida pelo grão de areia. No entanto, tudo vale a pena, pois o processo, em seu final, resulta em uma linda pérola.
Me rendo aos teus ensinamentos caro mestre, pois sei que estás a trabalhar em mim, a melhor versão de mim mesma.
Assim como a tempestade passa e deixa como herança um lindo amanhecer; tu também passarás…
Estou ansiosa…. Será que terei o privilégio de ver também o arco-íris?
Espero que sim. Desejo enxergar a vida com a sua grandeza e diversidade.
Neste momento sinto o teu convite para que meu olhar se volte para a mãe Terra com suas necessidades. E também para a oportunidade maravilhosa de que, em meio a dor, possa encontrar um verdadeiro amigo.
Tu estás a oferecer mais uma chance de salvar toda a raça humana de seu desamor, e assim fazer o caminho de volta a fonte de amor que a originou.
Gosto muito da frase da escritora Gabriela Mistral que diz: Procurei Deus e não encontrei, procurei o próximo e nos encontramos os três.

Maria das Graças Guedes de Carvalho – Bela Urbana. Psicologa clinica. Ama a vida e suas dádivas como ser mãe, cuidar de pessoas e visitar o Mar.

No meio de uma pandemia, um adeus. Dolorido, chorado, de coração quebrado.

Minha Nina. Minha doce cachorrinha de quase 17 anos, uma idosa, um serzinho do bem, da paz, dorminhoca, já com dificuldade de se levantar, um pouco de falta de equilíbrio, um olho já com catarata. Um amor incondicional.  Humilde em seus pedidos . Companheira. Precisava de ajuda e de cuidados. Me ensinou tanto!  Deixou tanto em mim e levou grande parte do meu coração. 

Sou enfermeira aposentada, durante toda minha vida profissional trabalhei em hospital. Cuidando.  Ajudando.

O que não costumo comentar,  é que incontáveis vezes sofri, chorei escondido, orei em silêncio por aqueles que de mim precisavam.

Estudei quando não sabia,  corri atrás dos médicos para me ajudar nas soluções. Ensinei o quanto pude tudo que aprendi.

Mas havia conhecimento. Ações. 

Hoje não. Hoje penso nos meus colegas de profissão e rezo para que se faça a luz. 

Não há conhecimento suficiente para se enfrentar essa batalha com um mínimo de segurança na tomada de decisões.  

Angústia. Esse sentimento tão difícil fazendo parte de cada minuto no dia a dia dos profissionais da saúde.  Não há como não dizer: “Meu Deus!”

Respirar, aliviar, como? 

Há tantas “Ninas” todos os dias nos hospitais.  Devem existir tantos corações quebrados!  Mas com voz suave, riso esboçado e mãos carinhosas.

Meu Deus!  

Ruth Leekning – Bela Urbana, enfermeira alegremente aposentada, apaixonada por sons e sensações que dão paz e que ama cozinhar.  Acredita que amor e física quântica combinados são a resposta para a vida plena. Louca pela Nina  (na foto, já com 15 anos)

Páscoa é uma palavra hebraica que significa “libertação”. No judaísmo , a palavra Pessach  significa “passagem”. Para os judeus, a Páscoa é a celebração que relembra a libertação do povo hebreu, após quatrocentos anos, de escravidão no Egito. O vocábulo busca traduzir o ápice das pragas do Egito que atingiram as terras e os interesses do faraó do êxodo, no período de Moisés. A Páscoa Cristã representa a ressurreição de Jesus Cristo, filho de Deus.

A Páscoa em meio a pandemia nos faz refletir ainda mais sobre a vida e a morte. Não acredito que seja acaso, que seja mera coincidência. Vivemos hoje o grande despertar sobre o real significado do estar vivo. São tempos difíceis para todos, do mais rico ao mais pobre, estamos sim no mesmo barco, anda circulando um texto pelas redes sociais, que o barco de uns vai afundar e de outros, mais privilegiados não. Eis o grande aprendizado desse momento: estamos sim todos no mesmo barco chamado Universo, não fazemos nada sozinhos, perceba que estamos todos interligados. O aprendizado do isolamento nos obrigou a pensar no coletivo na marra. De nada adianta ser feliz sozinho, rico sozinho, ter sua fome saciada, ter conforto e saúde para si e para seus familiares, enquanto milhares vivem sem nada. Já havia um bom tempo que o mundo andava doente, dava sinais que agoniava, as desigualdades aflorando, a natureza gritando, pessoas emocionalmente estressadas, ansiosas e deprimidas. Foi preciso parar à força, rever sua vida, seus conceitos, seus valores. Sim, o Universo sempre busca caminhos para conduzir melhor a Humanidade, mesmo que nos pareça estranho, doloroso, traumático. Tem sido assim historicamente .

É tempo de transformação e toda transformação global se inicia internamente, individualmente. É preciso Amar o próximo sem preconceito de raça, cor, sexo,  religião ou classe social, enquanto isso não acontecer, não se entendeu o que é Ser Humano.

Quando Jesus morreu por nós na cruz e ressuscitou, quis nos mostrar há milhares de anos atrás, que não somos somente um corpo, temos Alma e é a Alma que faz a vida se tornar bela e rara.  O que é a Alma? A alma é o sentir, o ser. A palavra Alma deriva do Latim animu (ou anima), que significa o que anima. É a parte moral do ser humano. O fôlego de vida, o ser humano em si. O nosso corpo tem como substância a matéria e a nossa alma tem como substância, o espírito. O Homem é formado de corpo e alma. Alma é espírito. A morte acontece quando há a separação entre  o corpo e a Alma, mas é a Alma é que faz comunhão com Deus. 

É tempo de cuidar da Alma… A Páscoa da Pandemia…


Daniela Martini Naufel
– Bela Urbanas, advogada, mãe de 3, Davi, Vinicius e Raul, funcionária pública por profissão, fotógrafa por paixão, praticante de yoga e meditação. Ama ler, escrever, pintar e descobrir formas mais saudáveis e espiritualizadas de estar no mundo. @dani.naufel.fotografia


Este é o meu vigésimo dia sem tocar a mão, sem abraçar nem beijar alguém. Estranho, certamente, para todos meus companheiros de viagem nesta nave chamada Terra.

Hoje, passamos todos “por mares nunca dantes navegados”.

Em casa sozinha, afastada de meus filhos e netos amados, sinto um pouco de tristeza. Não reclamo, não lamento, reconheço que sempre recebi muito carinho e amor, tanto que tenho meu estoque cheio de carícias. Recebo o amor que me basta.

Passamos todos, agora, por uma fase de lapidação.

Difícil, no entanto, providencial para agradecer a Deus pela vida. Tempo de reconhecer os valores mais sublimes, de nos conscientizarmos da razão de estarmos neste planeta. Cada um no seu estágio. Escolhemos passar por esta experiência antes de pousarmos em nossos ninhos.

Vejo vantagens nessa tragédia mundial para a evolução do planeta. Não precisamos fugir dos perseguidores, das flechas, das lanças, das bombas de todos os tipos de materiais, ofensas nos combates inaceitáveis da espécie humana. A guerra agora é outra, não temos como fugir, ainda que nos recolhamos na alcova. O tiro é invisível e incontrolável e pode nos pegar em qualquer local.

O que fazer? Refletir e nos prepararmos para essa vida e a eternidade. Alerta divino de que a vida é muito mais do que aparências com exploração do outro e da natureza, desigualdade, inveja, vaidade, empáfia e cobiça desenfreada. Oportunidade inédita pra entendermos que a felicidade não está nas coisas da terra.

Aproveitemos para iniciar a paz, com serenidade para o resto de nossos dias e, assim, viver novo modo de estar no mundo após passarmos por sentimentos de abandono físico, a dor, o medo, a angústia. Tudo faz parte da lição mundial.

Não deixemos que o medo turve nosso olhar. Conforme Dom Quixote O medo é que faz que não vejas, nem ouças porque um dos efeitos do medo é turvar os sentidos, e fazer que pareçam as coisas outras do que são!”

Não existe maior aprendizado, maior evolução e transformação drástica do que o sentir, e ter consciência plena para viver intensamente para nos aperfeiçoarmos.

Assimilemos a mensagem que está diante dos nossos corações e mentes. Façamos primeiro nossa reforma íntima.

Amor, união e compreensão do próximo. Nada de novo, os profetas todos, representantes de Deus na terra, já deixaram sua palavra há milhares de anos, entretanto poucos aprenderam.

Conectemo-nos com a eternidade, sendo ponte de transmissão da mensagem do amor.

Flailda Brito Garboggini – Bela Urbana, Pós graduada em marketing, Doutora em comunicação e semiótica. Dois filhos e quatro netos. Formada em piano clássico. Hobbies música, cinema, fotografia e vídeo. Nascida em São Paulo. 4 anos como aluna, 35 anos como professora de Publicidade na PUC Campinas. É aquariana (ao pé da letra).

Dias atrás, minha amiga Adriana Chebabi me pediu para escrever um texto para o site Belas Urbanas: das outras vezes, disse que não tinha tempo, dessa vez, em plena quarentena, seria impossível dar essa resposta, porém informei que estava triste e até com raiva de tudo que estava acontecendo, da falta de consciência do povo em relação ao Covid e pedi para ela esperar um pouco, pois senão o texto sairia meio ácido. Ontem, no entanto, aconteceu algo que acho que deveria ser contato para vocês, leitores do Belas.
Comecei a quarentena sozinho, mas no 9º dia liguei para os meus pais e vi que, por alguns motivos não legais de lembrar e nem de falar por aqui, eles não estariam seguros no sítio deles. Eu os trouxe então para cá e, a partir disso, redobrei o cuidado com tudo, pois eles são idosos (meu pai tem 80 e minha mãe, 78). Antes de ontem, vimos que estavam já faltando alguns itens de alimentação. Tenho evitado ao máximo sair, mas pensei: dessa vez, não vai ter jeito. Comecei a pensar em mercados que me expusessem menos ao risco: hipermercado nem pensar, o mercadinho aqui perto de casa tinha fechado às 13h, lembrei-me, então, de um de médio porte a 3 km da minha casa. Liguei para lá e vi que funcionaria até as 22h. Ótimo: vou às 21h30 e não vai ter ninguém. À tarde, começou a chover: PERFEITO! Não vai parar de chover e vai ter menos gente ainda, e tudo deu certo, principalmente porque a chuva foi até as 21h15, comemorei de alegria! Desci na garagem acompanhado de minha fiel escudeira, a cachorra Lau: sempre que saio de carro, eu a levo, pois ela fica “P” da vida se não for junto passear.
Chegamos ao mercado, estava do jeito que eu queria, pois não tinha vivalma, fora os funcionários. Parece loucura, né, mas para entrar e sair bem rápido, eu mal escolhia os itens ou pesquisava preços: quanto menos ficasse ali, menos exposto ao vírus estaria. Na hora de pagar, foi a consagração: tinha dois caixas e ambos vazios, corri no mais perto, passei as compras (me espantei com o total hahaha) e corri em direção ao carro. Quando me aproximava dele, ouvi ao longe uma voz muito dissonante e não entendi o que era: com a visão de canto de olho, vi que tinha alguém parado num poste, deve ser um mendigo ou casqueiro (usuário de crack) – nesse mercado geralmente tem alguém assim. Nem dei atenção porque sabia o que ele queria. Na verdade, a minha pressa de ir embora e as medidas de proteção que pedem para seguirmos me impediram de ser mais atencioso com ele.
Abri o porta malas, a Lau pulou lá de dentro para seu rolezinho costumeiro e comecei a colocar as compras rapidamente. Quando vi, a mesma voz dissonante estava bem mais perto, não entendia nada e me mantive de cabeça baixa e velozmente guardando as compras. Quando terminei, tinha que levar o carrinho de volta e aí não teria escapatória: teria que encarar o dono da voz. Quando o fiz, me deparei com um sujeito maltrapilho com uma cicatriz de cirurgia de lábio leporino bem pronunciada e com uma deformação severa em uma de suas narinas. Quando eu era criança, minha mãe me falava: “Toda vez que você vir alguém com algum defeito físico, não encare, não aponte e principalmente não pergunte o que foi”. Entendi porque sua voz era tão incompreensível e aí me desarmei. Putz, como deve estar difícil a vida desse cidadão! Perguntei o que ele queria e ele, mais devagar e com mímicas, deu a entender que queria apenas uma moeda. Fui para o console do carro, onde ficam as moedas, e vi que tinha algumas, mas a frase da minha mãe e a atual situação me fizeram pensar: Poxa, o que custa dar algo a mais para esse cidadão? Eu costumo dar moedas a quem me pede, não me importa o que a pessoa fará, eu sei que sempre recebo em troca um sorriso e um agradecimento sincero, sem falar que antes de dar as moedas, eu brinco um pouco com a pessoa, acho que é o fato de ser artista, palhaço, brincalhão por natureza, então peguei minha carteira e vi que tinham, separadinhas, várias notas de R$ 2,00. Eu me virei orgulhoso e entreguei: quando ele viu aquele montinho de dinheiro, me olhou bem nos olhos e, em fração de segundos, me deu UM ENORME E CALOROSO abraço. No meio do abraço, pensei : “Affff Maria”, lá se foram todas as precauções que tive! Ele terminou o abraço pegou minha mão direita com as suas duas mãos e fez um discurso de agradecimento. E eu, “Afff Maria” de novo, tá piorando! Terminando seu discurso, ele foi saindo todo feliz com seu dinheirinho e eu fiquei meio petrificado com tudo aquilo. Para aumentar meu desespero, ele viu a Lau, aí brincou com ela e perguntou se era minha. Quando eu disse que sim, lá vem ele de novo me contar do seu amor por cachorros, com toda a sua dificuldade de fonação e bem pertinho de mim. Coloquei a Lau para dentro do carro, ele aproveitou que tinha se aproximado para conversar sobre a cachorra e tascou-me mais um abração. E de novo fez uma loa de agradecimentos.
Muitas vezes, ajudei pessoas que pedem. Como disse, nem ligo o que elas farão com o dinheiro e, por vezes, fiz compras para esse pessoal. O que querem é só alguém que as olhe nos olhos, que converse com elas sem temor, querem ser ouvidas e isso eu sei que às vezes vale muito mais do que qualquer donativo material ou financeiro. Caridade nem sempre deve ser material.
Entrei no carro, olhei para a Lau que com a linguona de fora e olhar de: Ah! Relaxa! falei :

– Tá nas mãos de Deus! Dei uma buzinadinha e um sorriso para ele. Só fiquei chateado porque, ante o susto e o temor por essa situação do corona vírus, não fiz as costumeiras brincadeiras que faço com essas pessoas que tanto necessitam de atenção.

Hugo Vidal – Belo Urbano, é jornalista, ator e diretor há 29 anos, gosta muito de descobrir novas paisagens rodando com sua moto, aliás uma de suas paixões é o motociclimo. 

Sempre convivi com o imaginário infantil, minha vida profissional foi sempre junto às crianças.

Hoje trabalho numa creche com 100 crianças.

Fora isso tive irmã e primas bem mais novas e fui mãe aos 22 anos.

Nada deu errado na vida dessas crianças porque acreditaram em Papai Noel, Coelho da Páscoa, fada do dente e super heróis. Nada!

Foram todas crianças normais e hoje muitas são excelentes profissionais, pais e mães.

O que há de errado com o Papai Noel? Por que querem acabar com ele?

Há uma perseguição à infância. Querem destruir imaginários e fantasias das crianças substituindo tudo isso por excesso de presentes, cuidados e zelo.

Os pais de hoje tem medo de que a criança vire isso ou aquilo….. Tem medo que se machuquem, que se frustrem… Se perguntam: – E quando meu filhinho descobrir que não tem Papai Noel? Está sendo iludido! Oh Meu Deus!

Coitadinho do meu filho!

Ora bolas senhores pais: A passagem da infância para adolescência vai gerar frustração. Nascer, frustra. Tirar chupeta frustra. Não dar tudo o que querem, frustra… a vida frustra….

E frustrar é necessário!

Não sou psicóloga não sou psicanalista mas estou na pedagogia desde os 15 anos de idade, há mais de 30.

Posso afirmar que a fantasia faz parte do desenvolvimento da criança. Da formação afetiva e intelectual. Tudo que vive na imaginação ajuda elaborar cognitivamente pensamentos e construir valores.

Nada há nada de errado com o Papai Noel.

Toda criança tem o seu mundo imaginário e fantasioso.

A criança  não vive o capitalismo do Natal, ela não se preocupa com o dinheiro. O que vale realmente é o PAPAI NOEL. O presente faz parte de toda essa fantasia. Mas se ela não for influenciada pelos adultos e mídia, Papai Noel pode vir sem presente que fará a alegria das crianças. E alimentará sua fantasia positivamente.

Pelo amor de Deus…..

Vamos deixar a criança viver sonhos, fantasias, querer presentes…. querer carinho. Querer sonhos…

O que nós adultos precisamos é ensiná-las a dar valor nas coisas que conquista. Comprar para elas somente o que precisam, sem exageros. Dar presentes somente no aniversário. Doar o que não usam mais para alguém. Ensiná-las a gentileza. Ir junto com elas dar um presente pra quem não pode comprar.

Vamos ensinar as nossas crianças o que é generosidade, Vamos usar a fantasia e magia do Natal pra ensiná-las.

A criança aprende o que ensinamos e o que ela vivencia.

Vamos deixar o Papai Noel quieto. Fazendo a parte dele que é criar o mundo da fantasia e representar o amor, a solidariedade e a alegria.

Que a magia do Natal fortaleça a família e colabore com o desenvolvimento das crianças.

FELIZ NATAL!!

Vera Lígia Bellinazzi Peres – Bela Urbana, 53 anos, casada, mãe da Bruna e do Matheus e avó do Léo, pedagoga, professora aposentada pela Prefeitura Municipal de Campinas, atualmente diretora da creche:  Centro Educacional e de Assistência Social, ” Coração de Maria“

Convido-os para uma viagem comigo…

Tenham absoluta certeza de que alem de divertida, os fará pensar em Respeito e Coragem e neste contextual empoderamento!!

PRIMEIRO CAPÍTULO

Respeito e Coragem, duas linhas simétricas e com consequências ativistas. Pois, o ENCANTO em ser respeitador e também a predisposição em não se argumentar sobre o assunto, faz de nós os “GUERREIROS DA CORAGEM”. Nos dias de hoje, ao vislumbrarmos algo em que acreditamos ser o primeiro prenúncio de “algo” com desvantagens, isto é, sem RESPEITO, sem limites, sem regras e também sem concordância social nenhuma, pois podemos nos envolver ou não. Em uma recente viagem de ônibus, conversando com uma senhora da poltrona ao lado, e sendo o assunto filhos, e eu estava justamente anotando os meus pensamentos filosóficos, quando o assunto abriu-se sobre RESPEITO e CORAGEM.

SEGUNDO CAPÍTULO

Venham comigo… Que coisa encantadora observá-la dizendo mal das situações vividas, ou melhor, vivenciadas com a família. Era ela muito CORAJOSA e muito DESTEMIDA. Tinha um corpo franzino, enferrujado, mas aparentemente muito forte! Os cabelos já embranquecidos com um tingido na cor preta, e que já estava esmaecido pelo tempo. Os olhos eram pequenos e escuros, e ela não tinha óculos para defender-se do longe ou do perto!! Aquela senhora tão franzina possuía uma fala forte e nada cansativa, e ela elogiava a estrada durante todo o percurso, ela achava tudo belo, maravilhoso!E repetia: DEUS é BOM!!! Falou com sabedoria das religiões, e sem preconceito admoestou os filhos pela ruptura com os ensinamentos do berço, aqueles tão bem conservados pelos ensinamentos da família.

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Observo a real poética das coisas
e faço minha toda palavra útil.

Todo o ensinamento.

O mecanismo da vida parece ser simples,
porém com detalhes belos e sagazes.

Parece único, funcional para tudo,
peculiar em certos pontos.

Conhecê-los é arte

Arte da cor e do som
Da voz e da visão, voz e violão

Mudando uma nação, uma canção
Alterar a constelação 

com mão do seu irmão.

Criação de Deus, humana criação

Tudo é belo, pelo ângulo certo observado.

Pela real poética das coisas.

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Foto Crido: Gilguzzo/Ofotografico.

Há alguns dias me sinto muito incomodada para escrever esse texto. Depois de alguns posts sobre o que “mães” fazem com seus filhos decidi escrevê-lo hoje.

Pois bem, desde que aceitei Deus como meu Único Salvador e Santo vejo muitos cristãos dar ênfase sobre a vida de alguns apóstolos, profetas, seguidores e outros não. Sempre que alguém se encontra enfermo há uma pessoa para nos lembrar da Mulher do Fluxo de Sangue que foi curada, quando alguém esta em total fracasso nos lembramos que com com Jó também foi assim se não pior e com fé ele obteve sucesso. Lembramos da conversão de Maria Madalena no auge do pecado … Vejo muitos cristãos falando de Pedro, Thiago, Samuel, Davi, Elias … Mas e Maria?
Dentre tantas mães virtuosas que existem entre nós, por que não lembrar de Maria que foi um instrumento tão abençoado na mão de Deus para que pudesse gerar em teu ventre nosso Único Salvador?
Seria pecado? Sinceramente não sei. A gloria que reina em minha vida pertence somente a Jesus filho de Deus, mas como quero que Ele me molde e me use como Maria!!!
Num mundo de hoje como esse que vivemos onde existem tantas mortes e crueldade com nossos filhos alguém que esta lendo isso já parou para pensar na dor de Maria?
Meu Deus que força esta mulher teve! Pare um pouco e pense. Você gera por nove meses um presente de Deus, sente as dores do parto, acolhe teu bebê em seus braços, dá amor e proteção, o vê crescer como um santo, ama sem limites. Incondicionalmente. E certo dia você vê teu filho sendo humilhado, pisoteado, espancado, PREGADO em uma cruz. Aquele filho que Deus lhe confiou porque somente você saberia como criá-lo aqui na Terra, agora esta agonizando lavado de sangue e sofrimento morrendo aos poucos sem reclamar e você sem poder fazer nada. Você não pode fazer nada à não ser sofrer junto com aquele menino que você concebeu e esta vendo partir da forma mais cruel e injusta.
Sinceramente? Eu imaginei e já me encontro em soluços só de imaginar o começo da dor.
Quisera eu Pai ter a força de Maria. Logo eu que me acabo de sofrer ao ver meu filho tomando qualquer agulhada.
Quisera Você Pai que eu tenha a paciência de Jó, a fé de Abraão e a força materna de Maria.
Infelizmente nunca vi uma igreja evangélica citar Maria como falam de Davi, João Batista ou Saul.
As mulheres de hoje nasceram com a maternidade aflorada na alma e neste mundo tão desesperador precisam de um ícone de Mãe e Mulher.
Sou Cristã, meu Único Salvador é Jesus e a glória dEle não divido com ninguém, pois Santo na minha vida somente Ele.
Mas quero e espero ser como Maria e que minha força como Mãe transceda qualquer tipo de medo ou falha que eu venha a ter como ser humano.

Por um mundo com mais Mães como Maria.

Gi Gonçalves – Bela Urbana, mãe, mulher e profissional. Acredita na igualdade social e luta por um mundo onde as mulheres conheçam o seu próprio valor.