Acordei sem força mental e, como de costume rumei ao berço

que me acolhe sem perguntas ofensivas.

A tela que me é trivialista (criei) coloca-me num dentro tão real
que faz um bordel dentro de minha mente cordelista (criei),
quando a pipoca de palavras ficam ardente e se submetem à

revista, de minha mente surrealista!

E no rever aos causos de um ontem, rebato-me com uma nova
história de Lampião e claro de uma Maria Bonita!
Dei-me ao que falar… Sem receios iniciei um bordar sem
bastidor de cortes e sem clemência de meu pensar!
E viajei na tomada de curso deste acordar!

E vibrei em meu cangaço, dentro da liturgia que sei de meu
regaço, encontro-me assediada pela utopia de que Rei foi
Lampião e que rainha empoderada tenha sido Maria!

Ledo pensar ou credo demais nesta

Literatura cordelista sobre os anos 30, quando o cangaço
surgiu traçando uma nova e pioneira cruel vida, e despojando

arrimo bem a mais do que a causa prometida!
Virgulino-me (criei) diante da nova história apresentada em
prosa do Historiador Frederico Pernambucano de Mello e
Bonitato-me (criei) em Maria diante da Jornalista Adriana
Negreiros – os dois chegam com livros abusados sobre as leis
desta torturante abertura de Lampião e seu reinado de

aprovação ou não!
Penso e re…penso sobre:

Poesias enlaçadas em meu cangaço
Palavras impregnadas em teu regaço
Pensares narcotizados em meu abraço
Provérbios mistificados em teus relatos
E no bastidor Tu Lampião e Eu Maria
Na obra ricamente bordada de nosso laço!
… E meu pensar extrapola e, sigo pensando sobre as
modas de hoje em dia, num século em que o corpo
enuncia demandas que nada têm sobre as Marias que
somos… E as Marias seguem e não precisam mais ser

vistas SOMENTE Bonitas!

Pois, aquelas que se abandonam em seus internos
espelhos, movidas pela virtual hegemonia tribal de que
tem que estar tudo igual… ficam sem o “lampião”
para que observem o iluminado desejo após suas
necessárias transformações e melhor grafitando suas
mutações diante do espelho desta sociedade do:

Eu tenho… Eu posso e por isso?

EU SOU BONITA!

E neste instante atrevo-me a bradar sobre a
capacidade de brindar- me em somente Maria, que
todas somos, dentro de nossa feminilidade!

Maria Bonita feminista?

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Eu estive presa a rótulos que me fizeram engolir à seco.
Eu estive à deriva demais, vulnerável demais. Me olhando no espelho e não me vendo.
Perdi as contas de quantas vezes achei que não seria capaz, as vezes que me calei.
Estive enclausurada este tempo todo ansiando por liberdade.
Agarrada a estereótipos que me colocavam, dando certeza a todos.
Mas eu mudei.
Não há mais nada que se possa fazer no fundo do poço à não ser tomar impulso para voar mais alto.
Estou aqui e agora já não há mais o que dizer pra mim.
Aquela menina que se calava e cedia, deu lugar pra essa mulher decidida ficar.
E há quem diga que no final do dia, sem maquiagem, roupa surrada e com o prato na mão não somos tudo isso e nem adianta negar.
Pra opinião desnecessária eu digo que o que basta é no final do dia, depois de toda correria eu ainda me achar gostosa e linda sem precisar me importar.

Eu não preciso que me digam.
Eu sei e isso basta.

 

 

 

Gi Gonçalves – Bela Urbana, mãe, mulher e profissional. Acredita na igualdade social e luta por um mundo onde as mulheres conheçam o seu próprio valor. 

Faz tempo que quero escrever sobre ela. Talvez  o mesmo tempo que ela veio pra ficar na minha vida.

Pra mim saudade é DOR. Uma dor física apesar de abstrata.

O tal nó na garganta.

Pensando bem….a saudade existe desde que nascemos porque com certeza a gente chora que é para dizer: Quero voltar para o útero da mamãe.

Uma coisa é certa. Ela dói. Pode até provocar um sorriso acanhado, enquanto lembramos de algo ou alguém. Mas em seguida o coração acelera, chega a dor, a lágrima vem….É ela se instalou naquele instante de pensamento. E fez doer.

A ciência diz que temos guardadas infinitas memórias em nossa mente. Memórias de todos os tipos. E quando abrimos essa janelinha, guardada lá no fundo, vem a SAUDADE junto.

 A saudade está sempre com a gente: nas memórias guardadas, nas lembranças do ontem e de anos atrás, nas pessoas que não vemos mais, no tempo que passou.

Ela está na despedida que já anuncia sua chegada.

Ela está nas fotos, nas músicas, nos pensamentos. Está no cheiro. Está no sonho.

E dói. Dói fisicamente.

Por que será que nós humanos sofremos tanto por causa dela? Talvez porque sem ela a vida seria sem graça. O passado não ficaria na memória e pessoas não fariam falta.

Todas as vezes que me despeço dos meus amores dói. Dói de chorar, não de rir. Mas logo vem a rotina e a saudade fica quietinha num canto qualquer pra de novo se fazer viva num novo encontro e despedida.

Vera Lígia Bellinazzi Peres – Bela Urbana, 53 anos, casada, mãe da Bruna e do Matheus e avó do Léo, pedagoga, professora aposentada pela Prefeitura Municipal de Campinas, atualmente diretora da creche:  Centro Educacional e de Assistência Social, ” Coração de Maria “

“Esse texto foi escrito dentro da UTI após Gi ter passado por uma cirurgia no cérebro”

A doença não escolhe a sua vítima. Ela não escolhe cor, classe, sexo, gostos ou política social.

A doença não define. Ela vem sem avisar, fica sem pedir.

Lá fora há filas preferenciais, classes femininas, masculinas e infantis.

Aqui não há ninguém melhor que ninguém, aqui não há escolhas. NADA nos difere uns dos outros.

Aqui dentro o pensamento esvai, a etiqueta dissolve, não há vaidade ou opções. Aqui é a doença e nós.

Meros aprendizes e cobaias da vida.

Aqui encerra um ciclo e recomeça outro. Aqui não há outra opção à não ser, ser grato.

Grata pela vida até aqui, grata pela segunda chance. Grata pela dor, pois se há dor há vida.

E o sol brilha lá fora nos convidando a dançar novamente, esta maravilhosa festa e este grande espetáculo que é a vida.

Gratidão.

 

Gi Gonçalves – Bela Urbana, mãe, mulher e profissional. Acredita na igualdade social e luta por um mundo onde as mulheres conheçam o seu próprio valor. 

 

 

Eu chego a pensar, às vezes, que a expectativa é algo ruim.

Se ela não é alcançada, ficamos frustrados.

Se é alcançada, ok… Ficou como esperávamos.

Ela precisa ser superada para termos a surpresa da conquista inesperada.

Mas isso é raro, porque incrivelmente temos uma imensa capacidade de criar enormes expectativas.

 

Assim, fazer o exercício de não criar expectativas traz um certo conforto.

Nunca nos frustramos.

Como se diz: “do jeito que vier, tá no lucro.”

Mas isso cria um distanciamento.

E no fim, o desinteresse.

 

E o que é que nos move a seguir tentando, lutando, batalhando e enfrentando?

A maldita expectativa.

Noemia Watanabe – Bela Urbana, mãe da Larissa e química por formação. Há tempos não trabalha mais com química e hoje começa aos poucos se encantar com a alquimia da culinária. Dedica-se às relações comerciais em meios empresariais, mas sonha um dia atuar diretamente com público. Não é escritora nem filósofa. Apenas gosta de contemplar os surpreendentes caminhos da vida.

 

Dia 19 de Abril de 2014, indo até a padaria de meu bairro observando um velho caminho, mas, me contentando com o novo apresentado.

Em uma esquina, me senti tão virgem… mas… tão virgem que nem eu tão criativa poderia ter esse GRAFITE imaginado.

Porém…

Eu… vibro o meu olhar e re… torno querendo entender o enunciado… tão virgem… mas… anunciado!

Em uma esquina

Talvez qualquer uma

Num talvez sem medidas

Observo e me imploro

O cantar das virtudes

Anoitecidas…

Vejo-me amanhecida!

Como um pão amanhecido.

Paro… Leio e re… leio.

E me olho entre… olho dentro de meus olhos!

Olhos de uma vida… e sem ter mais o brilho invasivo das córneas… E des… a… bafo o meu entender entre a caligrafia e a monotonia, dessa virgem não se dar ao uso de se querer.

Eu vou terminar de grafitar em voz bem audível…

O grand finale (expressão) desse meu encontro na esquina:

Vou de banda (expressão)… vou de outra…

Vejo-me dançando o tom tosco.

No entanto troco de lado e num enrosco… virgino-me (criei) e dou em tapas o rosto.

Virtualmente as virtudes se dão aos vãos blindados e escapam pelas esquinas algo que jamais foi pecado…

Nos sítios (leia-se corpos) que foram e estão invadidos pelos teclados… e nas esquinas em que as virgens se deflagram em tocantes meninas!

Fim

Será?

Ou ainda seremos visitados por frases de esquinas que não sabemos?

E agora dispam-se de seus guardados e vamos falar de Amor… E de Família também!

As Virgens continuam e as Esquinas se tornaram virtuais demais!

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

 

A VIDA É SIMPLES E O UNIVERSO SEMPRE CONSPIRA A NOSSO FAVOR

Por isso é importante permitir que a vida possa seguir seu próprio rumo.

O que tem que acontecer, acontece.

O que não tem que ser, nunca se concretiza.

Insistir demais em algo que nunca se desenrola, impede que nosso real caminho nos seja concedido.

É importante sabermos viver em comunidade. É necessário aprender a acolher e compreender as necessidades do próximo.

Mas o crescimento e o desenvolvimento da alma são processos solitários.

É absolutamente inócuo tentar realizar esse processo pelo outro, por mais próximo e querido que este lhe seja.

O grande segredo da vida é saber abrir mão e deixar partir.

E então estaremos prontos para amar e receber as bênçãos que essa vida nos preparou.

Há uma canção de um recente desenho infantil que traduz perfeitamente todo esse caminhar.

Que as crianças dessa geração incorporem esse modo de viver a vida!

Let it go, let it go (Deixe ir, deixe ir)
Can’t hold it back anymore (
Não posso mais segurá-lo)
Let it go, let it go
(Deixe ir, deixe ir)
Turn my back and slam the door
(Viro as costas e bato a porta)
And here I stand
(E aqui estou)
And here I’ll stay
(E aqui vou ficar)
Let it go, let it go
(Deixe ir, deixe ir)
The cold never bothered me anyway
(O frio nunca me incomodou de fato)
It’s funny how some distance
(É engraçado como uma certa distância)
Makes everything seem small
(Faz tudo parecer pequeno)
And the fears that once controlled me (E os medos que uma vez me controlaram)Can’t get to me at all (Não podem mais me atingir)
Up here in the cold thin air I finally can breathe
(Aqui em cima no ar frio e fino eu finalmente posso respirar)
I know I left a life behind (Eu sei que deixei uma vida para trás)
But I’m too relieved to grieve
(Mas estou muito aliviada para me afligir) 

Noemia Watanabe – Bela Urbana, mãe da Larissa e química por formação. Há tempos não trabalha mais com química e hoje começa aos poucos se encantar com a alquimia da culinária. Dedica-se às relações comerciais em meios empresariais, mas sonha um dia atuar diretamente com público. Não é escritora nem filósofa. Apenas gosta de contemplar os surpreendentes caminhos da vida.

Era uma manhã de quinta-feira, 9h14 eu perdia meu segundo ônibus para uma consulta. Provavelmente me atrasaria. Já que não tinha outra escolha, sentei-me no ponto para aguardar e como única distração naquele momento, encontrei uma lixa de unhas na bolsa que logo coloquei em uso.

Avistei um senhor vindo em minha direção em sua cadeira de rodas. Era branco, comprido, queimado de sol, vinha vagarosamente enquanto observava o movimento.

Respirei fundo como imagino que a maioria das pessoas (ou seriam mulheres?) fazem quando um desconhecido se dirige a nós. Esse desconhecido se chamava Nelson.

Sr. Nelson colocou sua cadeira ao meu lado, estacionando-a perfeitamente “de ré”. Não me cumprimentou, achou melhor me oferecer uma bolacha que recusei alegando ter tomado café (até sinto o cheiro…). Ofereceu uma paçoca. Meu organismo respondeu ao estímulo, ignorei-o e recusei educadamente enquanto lixava a unha para desviar uma possível tensão. Sr. Nelson estendeu as mãos grandes e encardidas como que para “brincar” que queria lixar suas unhas também… Dei risada e aquele foi o aval que Sr. Nelson precisava para começar a contar histórias de sua vida. Confesso que este rumo da conversa me deixou mais aliviada…Dificilmente um assédio se iniciaria ali…Exibindo dois grandes dentes em uma “janelona”, talvez ele só quisesse falar sobre sua vida enquanto mastigava sua paçoca cheirosa.

Sr. Nelson iniciou falando das suas filhas que ascenderam socialmente, que por tal razão devem ter vergonha de vê-lo e visitá-lo. “Uma delas é dona de uma loja naquele Shopping Campinas, sabe? Ela tem uma caminhonete e mora no Guanabara(…) Eu fico até sem graça de ir visitar quando eles resolvem me buscar. Mas é melhor do que ir visitar o filho na prisão, né? Tem mais é que agradecer!”. Eu respirava fundo e balançava a cabeça… Vamos deixar o senhor Nelson falar, não é mesmo? Ele prosseguia: ”Quando cheguei em Campinas, eu fui garoto de programa por alguns meses, sabe? É algo de que me arrependo muito!”  Aqui o Sr. Nelson não tinha muita tristeza na voz, os detalhes deste momento da sua vida não pareciam ser acompanhados de muito arrependimento pela eloquência ao narrar. Daí pra frente, a conversa deu um salto! (Ou como diriam meus amigos cinéfilos: Um plot twist!) Nelson me revelou que em uma de suas viagens para o Paraná (em uma das suas diversas profissões) ele conheceu uma moça e se envolveu com ela. “Eu gosto de mulheres de cor, sabe?” (Esbocei um sorriso, mas minha cabeça apenas queria perguntar ao senhor Nelson: ‘Que cor?’). Antes de ir embora ele lhe deu seu telefone e disse que um dia voltaria para vê-la, bem como ela poderia visitá-lo… Mas que naquele momento da vida, havia outras coisas a serem feitas. E prosseguiu: “Sabe, ela me ligou alguns anos depois. Eu devo ter uma filha por lá!”
Era como uma trivialidade: “Eu devo ter umas terras por lá”; “Devo ter algum conhecido”…Uma filha fora do casamento branco do senhor Nelson. Uma menina “de cor” que TALVEZ, leiam…TALVEZ exista, visto que sua amante preta lhe comunicou por telefone. A certeza da existência e contato só existe para suas filhas abastadas de vida confortável do centro de Campinas.

Com toda essa conversa, com muitos detalhes de algumas coisas, poucos de outras… Sr. Nelson se demonstrou ser o recorte perfeito daquele Velho branco, que passa sua vida em um relacionamento social-branco-aceito…Fetichiza mulheres negras em situações extraconjugais e só resolve assumir para si este fato no final da vida, quando a sociedade já não irá mais julgá-lo tanto, haja vista sua invisibilização que os anos e as doenças lhe conferiram. Sr. Nelson não ama mulheres “de cor”, Nelson é só mais um racista. Nelson é mais um apático protegido pela idade e um discurso “romântico” de amor antigo. Nelson pode ser seu pai, seu avô (e os meus também). Seu parceiro pode se tornar um Nelson… Seu irmão (e os meus também). Você que está lendo isso pode ser um Nelson! Quanto de Nelson existe dentro de você? Dos seus?

Matem esse Nelson que existe aí dentro! Não romantizem fetichismo, racismo, não deixem pra assumir seus “amores antigos” quando não tiver ninguém vendo, quando for num cômodo fechado, quando for atrás de uma tela de computador. Eu espero que você durma menos Nelson hoje.

Maristella Cruz – Bela Urbana, aspirante a Geógrafa, buscadora de padrões complexos e amante (não-sabichona) de vinhos. É ariana, gosta de brincar com sabores, cantar no chuveiro e fora dele. Feminista abolicionista, sonha com um mundo melhor.

Passa pela mente, em um breve instante, que tudo que se viveu, de repente, possa não ter sido o melhor. Passa pela mente, neste mesmo instante, que daqui pra frente se tiver outra chance, seria assim, também melhor. Fracasso num instante, ganho no seguinte e assim, sigo adiante. Porém uma pausa de segundos. Um momento de fraqueza, da saúde, da alma, do corpo, do todo e se percebe que a vida é por um fio. Que o relógio conspira sempre contra, em sua ditadura temporal. E o arrependimento. De não ter sido melhor, maior, mais forte, dócil ou amigo. Se tiver assim, uma nova chance, tentarei ser melhor… Pois é inigualável a beleza da vida nos seus detalhes sutis. Imperceptíveis. E quantos detalhes já deixei passar por entre os olhos? Muitos. No pouco que me resta, mesmo no auge da juventude, prometo a mim mesmo não perdê-los por nada. Prometo não usar relógios, viver à toa. E não fazer promessas.

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Foto Crido: Gilguzzo/Ofotografico.

Você já experimentou se nutrir do que lhe faz bem? Natação, meditação, pompoarismo, pilates, poledance, dança do ventre, sapateado e tudo mais que desejar, já ousou?

Arriscou ler, ler, ler e se der tempo, ler de novo? Já experimentou se conhecer em profundidade? Já apostou em estabelecer relações de afeto protetivas?

Encontrar amigos… com que frequência você faz isso? Acordar e trabalhar no que se acredita, acha possível? Já sentiu o cheiro e a temperatura de grama molhada?

Quando está no trânsito, tem coragem de cantar e dançar? Brindou a existência de gatos (ou cachorros, rsss) brincando com eles? Escutou o silêncio da noite e ficou em paz e em gratidão por estar com quem ama?

Obviedade?

Então porque não experimenta?

Claudia Chebabi Andrade – Bela Urbana, pedagoga, bacharel em direito, especialista e psicopedagogia e gestão de projetos. Do signo de touro, mãe e caçula da família. Marca registrada: Sorriso largo e verdadeiro sempre 🙂