Toda forma de amor é válida.
Independe de tamanho, credo, idade, quilometragem….
Toda forma de amor é válida.
Percorre novos caminhos, rompe limites, preenche vazios e acolhe sorrisos entre espasmos.
Toda forma de amor é válida.
Acelera o batimento cardíaco, tonifica a pele, agrega super-poderes e te deixa mais vivo.
Toda forma de amor é válida.
Acaricia, agasalha, clareia os horizontes e adocica.
Toda forma de amor é valida.
Texturiza, serve de esteio, alonga os músculos, serve de escada.
Toda forma de amor é válida.
Não aparta, mas sim, agrega. Faz poemas entre o céu e a terra, aguça os sentidos, promove uma chuva de sonhos.
Toda forma de amor é válida.
Amor pra vida toda, amor de cinco minutos, amor de estação, de trânsito, de filme adolescente ou de show de rock…. é sempre amor que planta coisa boa e te mostra o valor dos recomeços.

Renata Lavras Maruca – Bela Urbana, mulher, mãe, publicitária e cronistas nas horas de desespero. Especialista em marketing de conteúdo digital. Observadora do universo humano e suas correlações” intermundos”(reais e virtuais). Viciada em doces, gordinha por opção e encantada pela sedução inteligente. Prefere sempre vestir em palavras escritas tudo aquilo que reflete ou carece de análise. Resumindo: Complicada e perfeitinha
 

Dizem que tudo que precisamos é de: Mar, sol e amor.

Mar. O que dizer dele? Ele é mágico e misterioso. É de cor ímpar. É calmo e bravo ao mesmo tempo. Ele nos transmite paz, inspira e cura. Ele é motivo de festa e oração. Ele é o caminho e o alimento. É a vida, a natureza  e a infinitude.

O sol. Ele é lindo demais. É forte, é quente e é majestoso. Sem ele morreríamos. O sol nasce e traz a esperança de um novo dia de vida. Ele dá saúde através do seu calor. Ele é o astro Rei. O sol é nossa LUZ e é nosso guia também. Nos mostra a direção. Salve salve REI sol.

Amor. É o sentimento mais lindo. Inexplicável e ao mesmo tempo real. Ele nos dá a vida é nos faz viver. O amor é incondicional quando verdadeiro. É esse amor que nos fortalece e nos incentiva a viver. Sentimento poderoso. Ele pode salvar vidas, mudar histórias e curar. O amor está em toda parte. Ele está dentro e fora da gente.

Se então temos: a infinitude do mar, a energia vital do sol e o sentimento do Amor. Realmente não precisamos de mais nada.


Vera Lígia Bellinazzi Peres – Bela Urbana, 54 anos, casada, mãe da Bruna e do Matheus e avó do Léo, pedagoga, professora aposentada pela Prefeitura Municipal de Campinas, atualmente diretora da creche:  Centro Educacional e de Assistência Social, ” Coração de Maria “


AMOR É:

Um olhar sem cobrança… um ouvir sem explicação… um cheirar sem medidas…

Um comer sem necessitar… um caminhar sem rumo… um pegar sem apertar… um sentir sem a presença… uma transparência sem espelhar…

AMAR É:

Deixar o prazer do amor acontecer e viver!


Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Brincar não tem gênero, cor , nem classe social. Brincar é para toda criança. Para toda infância. Brincar não é para alguns é para todos. Brincar é liberdade, é vida, é cor. A felicidade vem através do Brincar. O conhecimento vem pela brincadeira. Tudo se transforma em ferramenta do Brincar Brincante. O tempo fica mais longo e a hora mais curta. Brincar é mistério, é fantasia e é sonho. É o mundo da criança. O mundo Brincante em que toda criança quer morar. 


Vera Lígia Bellinazzi Peres – Bela Urbana, 54 anos, casada, mãe da Bruna e do Matheus e avó do Léo, pedagoga, professora aposentada pela Prefeitura Municipal de Campinas, atualmente diretora da creche:  Centro Educacional e de Assistência Social, ” Coração de Maria “

São tantas coisas miúdas neste largo e ínfimo lago, onde tentamos nadar nosso íntimo prazer, sendo que o pior que nós seguimos tentando construir barragens, mesmo sabendo que se não estivermos seguras, vai sempre abrir buracos com a lama de toda adversidade em “cídios” de forma cada vez mais profundas!

São tantas coisas graúdas neste tempo em que as amoras, tentam subestimar a lógica da flora, do encontro, do pasmar mediático e do contar para seu pai que você namora!

São tantas coisas no ar, que a poluição de nosso som em cantata furiosa argumenta fatos nas pesquisas, em que as mídias propagam sem ao menos encarar as nossas dores profundas, que na urbanidade de nossos sentimentos, vaga em lumes ao roçar os nossos servis pensamentos!!

MULHERES URBANAS!


Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

“Democracia é viver das diferenças!” Cacá Diegues no Programa Conversa com Bial/Entrevista – 12 novembro 2018.

Pensando alto

Creio nisto e clamo um pouco mais sobre:

Vivenciando as divergências…

Tolhendo as resistências…

Anunciando as preferências…

Justificando as indecências…

Recusando as inadimplências…

E eu chego à proposta do digno aplicativo, neste período de mudanças e tranças sobre, o que é e o que não pode e o que se deve!

“Lugar de fala”

Wikipédia – O “lugar de fala” é um termo que aparece com frequência em conversas entre militantes de movimentos feministas, negros ou LGBT e em debates na internet. O conceito representa a busca pelo fim da mediação: a pessoa que sofre preconceito fala por si, como protagonista da própria luta e movimento..

PS: Convivi com crianças na tenra idade por muito tempo como Educadora de Berçário e Maternal e, ao lado delas, por tudo e por nada afirmo que durante a nossa infância somos os donos do nosso Lugar de Fala!!

Precisamos então seguir para a carreira de adulto, com este pensar…

Somos proprietários e não associados de nosso domínio mental!

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Jorge enfim colocou a vida em ordem. Usou o ano para botar a saúde em dia, as finanças em dia, o trabalho e os estudos. Colocar a cabeça em dia, a alma. 

Há muito deixava a vida levar de qualquer jeito, levando suas alegrias e sonhos pelo ralo. Mas nesse ano foi diferente. Largou tudo e mudou de casa, uma casa mais simples, menos móveis, menos coisas. Escolheu ter mais histórias e mais gente de verdade. Deletou as redes sociais, vendeu o smartphone caro, o tablet, os notebook, a câmera fotográfica que não usava senão para ostentar. Deu os quadros, os livros, alguns objetos. Ficou o essencial, mesmo que de improviso. E ficou bom!

Todo movimento que fez deu surpreendentemente certo. Fez o balanço do ano e, apesar de não ser perfeito (nenhum é), sentiu-se feliz, com domínio sobre a realidade e sobre si. Sonhou então fazer um novo ano ainda melhor, para ele mesmo e para os outros. Sabia a fórmula, bastava aplicar com coragem. E de alegria, escorreu uma lágrima…

Percebeu que aquele foi o primeiro natal verdadeiro em anos. Família reunida e em paz na ceia. Ceia feita por eles e não comprada pronta, como sempre fez. As coisas que deu aos amigos e parentes, até mesmo as que vendeu, serviram meio que de presente de natal, só que bem mais útil a quem recebeu que um presente comprado em loja, só para marcar a data. A decoração, simples e improvisada, tinha significado para além dos efeitos elaborados e pirotecnia. 

Jorge viu verdade naquelas pessoas, naquelas coisas, nos momentos.

Antes tarde, Jorge em fevereiro já era outro.


Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Quando fazemos o bem, com um simples gesto, um carinho ou mesmo uma ajuda ao próximo, uma energia boa vem ao nosso encontro.

É automático. Efeito imediato. Por isso: “colhemos o que plantamos” e “somos o que pensamos”. Atraímos tudo o que for bom e do bem.

Quem ainda não sabe disso, sofre à toa porque é muito simples e não custa caro.

Essa é a verdadeira felicidade. Não existe outra. A felicidade do amor! Tudo o mais é material e ilusório.

Vera Lígia Bellinazzi Peres – Bela Urbana, 53 anos, casada, mãe da Bruna e do Matheus e avó do Léo, pedagoga, professora aposentada pela Prefeitura Municipal de Campinas, atualmente diretora da creche:  Centro Educacional e de Assistência Social, ” Coração de Maria “

Acordei sem força mental e, como de costume rumei ao berço

que me acolhe sem perguntas ofensivas.

A tela que me é trivialista (criei) coloca-me num dentro tão real
que faz um bordel dentro de minha mente cordelista (criei),
quando a pipoca de palavras ficam ardente e se submetem à

revista, de minha mente surrealista!

E no rever aos causos de um ontem, rebato-me com uma nova
história de Lampião e claro de uma Maria Bonita!
Dei-me ao que falar… Sem receios iniciei um bordar sem
bastidor de cortes e sem clemência de meu pensar!
E viajei na tomada de curso deste acordar!

E vibrei em meu cangaço, dentro da liturgia que sei de meu
regaço, encontro-me assediada pela utopia de que Rei foi
Lampião e que rainha empoderada tenha sido Maria!

Ledo pensar ou credo demais nesta

Literatura cordelista sobre os anos 30, quando o cangaço
surgiu traçando uma nova e pioneira cruel vida, e despojando

arrimo bem a mais do que a causa prometida!
Virgulino-me (criei) diante da nova história apresentada em
prosa do Historiador Frederico Pernambucano de Mello e
Bonitato-me (criei) em Maria diante da Jornalista Adriana
Negreiros – os dois chegam com livros abusados sobre as leis
desta torturante abertura de Lampião e seu reinado de

aprovação ou não!
Penso e re…penso sobre:

Poesias enlaçadas em meu cangaço
Palavras impregnadas em teu regaço
Pensares narcotizados em meu abraço
Provérbios mistificados em teus relatos
E no bastidor Tu Lampião e Eu Maria
Na obra ricamente bordada de nosso laço!
… E meu pensar extrapola e, sigo pensando sobre as
modas de hoje em dia, num século em que o corpo
enuncia demandas que nada têm sobre as Marias que
somos… E as Marias seguem e não precisam mais ser

vistas SOMENTE Bonitas!

Pois, aquelas que se abandonam em seus internos
espelhos, movidas pela virtual hegemonia tribal de que
tem que estar tudo igual… ficam sem o “lampião”
para que observem o iluminado desejo após suas
necessárias transformações e melhor grafitando suas
mutações diante do espelho desta sociedade do:

Eu tenho… Eu posso e por isso?

EU SOU BONITA!

E neste instante atrevo-me a bradar sobre a
capacidade de brindar- me em somente Maria, que
todas somos, dentro de nossa feminilidade!

Maria Bonita feminista?

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Eu estive presa a rótulos que me fizeram engolir à seco.
Eu estive à deriva demais, vulnerável demais. Me olhando no espelho e não me vendo.
Perdi as contas de quantas vezes achei que não seria capaz, as vezes que me calei.
Estive enclausurada este tempo todo ansiando por liberdade.
Agarrada a estereótipos que me colocavam, dando certeza a todos.
Mas eu mudei.
Não há mais nada que se possa fazer no fundo do poço à não ser tomar impulso para voar mais alto.
Estou aqui e agora já não há mais o que dizer pra mim.
Aquela menina que se calava e cedia, deu lugar pra essa mulher decidida ficar.
E há quem diga que no final do dia, sem maquiagem, roupa surrada e com o prato na mão não somos tudo isso e nem adianta negar.
Pra opinião desnecessária eu digo que o que basta é no final do dia, depois de toda correria eu ainda me achar gostosa e linda sem precisar me importar.

Eu não preciso que me digam.
Eu sei e isso basta.

 

 

 

Gi Gonçalves – Bela Urbana, mãe, mulher e profissional. Acredita na igualdade social e luta por um mundo onde as mulheres conheçam o seu próprio valor.