Sempre ouvi dizer que não adianta dar o peixe, se você quer ajudar tem que ensinar a pescar.

Acreditei nessa máxima por muito tempo, mas hoje, acredito que cada caso tem suas diferenças e portanto não existe verdade absoluta.

Outro dia aconteceu um fato interessante comigo. Há muitos anos não dou esmolas no semáforo, mas outro dia, logo cedo, parada em um, dei para uma mulher R$ 0,50, a moeda que estava disponível no painel do meu carro. Ela me agradeceu. O farol abriu e sai pensando na vida, em mim, na mulher. Não era o valor pequeno, era o ato, era minha atitude. Era a mudança da minha atitude.

Não dou esmolas em semáforos porque há muitos anos conversei com uma assistente social que trabalhava com crianças, adolescentes e moradores de rua e ela me explicou como essas ajudas não ajudavam, principalmente as crianças. A questão  dita foi que no caso das crianças, por pena, as pessoas tendem a comprar mais coisas que os pequenos vendem ou mesmo dar dinheiro e isso incentiva que eles fiquem na rua ao invés de estarem na escola, muitas vezes por opção dos pais. Enfim, ouvi atentamente toda a explicação daquela profissional e nunca mais dei nada em semáforos até esse outro dia.

Por que dei? Dei porque nos últimos tempos, descobri que tem horas que as pessoas precisam de colo, precisam literalmente de ajuda. Ajuda para as necessidades básicas: comida e saúde. Eu sei que os meus R$ 0,50 não são nada e não a tiram da miséria, mas me tiram da miséria de achar que toda regra é totalmente verdadeira e absoluta. É só quem ensina a pescar que está certo? Não, definitivamente não.

Não quero estimular crianças na mendicância e nem seus cuidadores nesse abuso, por isso continuo a negar esmolas para eles, mas isso também pode mudar se por algum outro motivo  um dia eu achar que devo agir de outro modo. Com adultos, já penso diferente, se eu achar que devo dar, vou dar como fiz, sem culpa, sem julgamento com o outro e comigo mesma.

No dia que fiz isso, coincidentemente, recebi horas depois, o texto postado ontem “O rapaz do farol”. Muito estranho, porque é um assunto que nunca foi colocado em pauta com ninguém que escreve no blog,  e cá entre nós, um assunto pouco discutido na mídia, mas estranhamente o texto veio para mim no mesmo dia que dei a tal esmola. Me fez pensar. Mais uma vez me fez pensar.

As vezes não existe tempo para ensinar a pescar, tem horas que é urgente dar o peixe. Tem horas que só precisamos receber esse peixe. Só isso. O resto fica para depois.

Adriana Chebabi – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde escreve contos, poesias e crônicas. Publicitária e empresária. Divide seu tempo entre suas agências Modo Comunicação e Marketing  www.modo.com.br, 3bis Promoções e Eventos www.3bis.com.br e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa :)

 

 

 

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A fome me bate às 5 e 30 da manhã…
Toma água que passa! Tomo mas não passa….
Então a porta se abre e entram bandejas de comida, pão, café com leite, geleias, frios, mel, waffles, frutas, seguidas por ninfas flutuantes cantando “J’ai faim” ao som de harpas…
– Sshhhhh – digo num sussurro, – vocês vão acordar meu marido…
Em câmara lenta todos se voltam para mim e param, pairam no ar.
Os bandejeiros se curvam diante de mim com uma pirueta em câmera lenta.
Decido que é melhor levantar e gesticulo para que todos me sigam. Assim que fecho a porta do quarto os trompetes tocam.
Resolvida a desfrutar desse desjejum, dirijo-me à cozinha, sento à mesa e imediatamente, sentam- se nas 3 outras cadeiras, Luis Fenando Veríssimo, Coco Chanel e Pablito Picasso, cada um me perguntando, em seu idioma e ao mesmo tempo: você tem fome de quê?

Entre um gole e outro de café:
– De humor inteligente – digo ao Veríssimo que também toma um gole de café enquanto dá uma olhada no jornal que entra voando na cozinha, em busca de informação.
– da coragem de ir à luta com elegância, uma bela urbana – digo a Chanel, que pega a tesoura e corta meu cabelo chanel para parar de cair na salada de frutas.
– arte sempre! – respondo a um Picasso que está montando uma obra no prato de waffles com os frios, a geleia e finalizando com uvas…
– Sabe, na verdade, a lista é bem mais extensa, mas a mesa só tem quatro lugares – A algazarra de ninfas e trompetes quase ensurdecedora.

Chanel se levanta e começa a sair dizendo – Não abrace a fome do mundo, faça o que está a seu alcance que as peças do dominó passam a se ajeitar, uma dando um um empurrãozinho à próxima…

Pablo está na sala admirando uma reprodução de um de seus quadros – As cores do mundo existem, mesmo que alguns dias estejam em preto, branco e cinza como Guernica…

Luis Fernando Veríssimo não diz nada, pois sei que posso recorrer a seus textos atualizados quase que diariamente quando achar necessário.

A fome desiste de me bater por ora, termino meu café e o dia começa!

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Synnöve Dahlström Hilkner É artista visual, cartunista e ilustradora. Formada em Comunicação Social/Publicidade e Propaganda pela PUCCAMP. Desde 1992, atua nas áreas de marketing e comunicação, tendo trabalhado também como tradutora e professora de inglês, com ênfase em Negócios. Nascida na Finlândia, mora no Brasil desde os 7 anos e vive atualmente em Campinas com o marido, com quem tem uma empresa de construção civil. Tem 3 filhos e 2 netas. Desde 2011 dedica-se às artes e afins em tempo quase integral – pois é preciso trabalhar para pagar as custas de ser artista – participando de exposições individuais e coletivas, além de salões de humor, especialmente o Salão de Humor de Piracicaba, também faz ilustrações para livros.É do signo de Touro e no horóscopo chinês é do signo do Coelho. Contribui para o Belas Urbanas com suas experiências de vida.

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A fome é miserável

Corrói

Dói

Machuca

A fome é o que falta

A fome é vontade

A fome é cinza

A fome não tem cheiro

tem nada, só nada.

A fome te dá dois caminhos

Seguir em frente e matar a fome

Ou

Parar e morrer de fome.

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Adriana Chebabi – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde é a responsável pela autoria de todas os contos e poesias. Publicitária e empresária. Divide seu tempo entre sua agência  Modo Comunicação e Marketing  www.modo.com.br e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos.

 

 

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…. “bateu aquela FOME. Aquela. Sim aquela grande que dói o estomago, que dói, mas que não da vontade de comer. Não sei explicar essa fome, mas essa fome que me veio, no meio da manhã, com o filho do lado que eu levava para fazer o terceiro exame médico do dia. Talvez fosse fome de nervoso, sim existe, eu sempre tenho. Fico nervosa e vem a fome, poderia ser o contrário, assim emagreceria, mas não, quero comer nesses momentos, só que ontem foi diferente, ontem veio a fome e um vazio, não queria comer, mas tinha fome.  Meu filho me disse que tinha fome, mas não podia comer porque tinha que fazer o exame de sangue e no semáforo o pedinte, simpático, sujo, com roupas rasgadas, sorria e me fazia sinal que estava com fome. SIM A FOME de cada um é FOME, estávamos os três naquele momento próximos fisicamente, nós dois no carro com ar condicionado e ele fora, mas nós três tínhamos fome. FOME de comida, fome de tempo, fome de carinho, fome de cuidado, fome de esperança, fome de tranquilidade, fome, fome, fome…..”

30 de setembro – Gisa Luiza – 47 anos

10959308_10203700598545176_5268303932415920241_n Dri perfil

Adriana Chebabi – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde é a responsável pela autoria de todas os contos e poesias. Publicitária e empresária. Divide seu tempo entre sua agência  Modo Comunicação e Marketing  www.modo.com.br e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. A personagem Gisa Luiza do “Fragmentos de um diário” é uma homenagem a suas duas avós – Giselda e Ana Luiza.

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Em tempos de crise nacional e internacional, financeira, política e social, nós estamos vendo hoje, no mundo, a maior massa de população em migração, refugiados que fogem da fome e da guerra.

Vamos falar um pouco sobre FOME, em dados da ONU:

“Quando lutamos juntos não há limites para o que podemos alcançar” – Ban Ki-Moon em discurso na ONU no dia 28 de setembro de 2015, ao apresentar relatório anual sobre o trabalho da organização.

Seguem partes de seu discurso:

Em um mundo em que a desigualdade está crescendo, a confiança diminuindo e a impaciência com as lideranças é ampla, é hora de passar as promessas do papel para as ações.

O objetivo é claro e a missão possível: acabar com a extrema pobreza até 2030.

É tempo de repensarmos sobre com cultivamos, dividimos e consumimos comida. Se feito da forma certa, é possível garantir nutrição a todos, com ganhos decentes, além de proteção ambiental e desenvolvimento rural.

Do jeito que hoje está, nossos solos, a água, oceanos, florestas e biodiversidade estão em rápida degradação.  A mudança climática pressiona mais ainda os recursos de que dependemos, aumentando os riscos de desastres naturais.

Diante disso, uma mudança dramática é necessária, para conseguirmos nutrir 795 milhões de vítimas da fome e o adicional de 2 bilhões que virão até 2050.

Vamos aos fatos e números:

FOME:

  • No mundo, uma em cada nove pessoas estão desnutridas – 795 milhões – a grande maioria em países em desenvolvimento.
  • Falta de nutrição causa quase a metade da morte de crianças até cinco anos – 3.1 crianças por ano. Pelo menos uma em cada quatro tem problemas de crescimento.
  • 66 milhões de crianças vão para a escola com fome nos países em desenvolvimento, 23 milhões apenas na África.

O que pode ser feito:

  • A Agricultura é o maior empregador de mão-de-obra do mundo, provendo sustento para 40% da população global.
  •  500 milhões de pequenas propriedades rurais ao redor do mundo proveem 80% da comida consumida em grande parte do mundo desenvolvido. Investir em pequenos produtores rurais é essencial para haver segurança da manutenção de alimentos e nutrição não só para os mais pobres, mas também para assegurar proteção aos mercados locais e globais.
  • Se mulheres fazendeiras tivessem o mesmo acesso a recursos que os homens, o número de famintos no mundo poderia ser reduzido a até 150 milhões.
  • 1.4 bilhões de pessoas no mundo não tem acesso à eletricidade – a maioria vive em áreas rurais. A pobreza de eletricidade em muitas regiões é uma barreira para reduzir a fome e assegurar que o mundo possa produzir comida suficiente para abastecer a demanda futura.

Qual é a minha parte nisso? Qual é a sua? O que podemos fazer? Vale a reflexão.

Beijos Belas e Belos.

FOTO PERFIL Synnove

Synnöve Dahlström Hilkner É artista visual, cartunista e ilustradora. Formada em Comunicação Social/Publicidade e Propaganda pela PUCCAMP. Desde 1992, atua nas áreas de marketing e comunicação, tendo trabalhado também como tradutora e professora de inglês, com ênfase em Negócios. Nascida na Finlândia, mora no Brasil desde os 7 anos e vive atualmente em Campinas com o marido, com quem tem uma empresa de construção civil. Tem 3 filhos e 2 netas. Desde 2011 dedica-se às artes e afins em tempo quase integral – pois é preciso trabalhar para pagar as custas de ser artista – participando de exposições individuais e coletivas, além de salões de humor, especialmente o Salão de Humor de Piracicaba, também faz ilustrações para livros.É do signo de Touro e no horóscopo chinês é do signo do Coelho. Contribui para o Belas Urbanas com suas experiências de vida.

OBS.: Traduzi partes do discurso de Ban Ki-Moon do dia 28/09/2015 na ONU

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Estamos com fome de amor.

Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: “Digam o que disserem, o mal do século é a solidão”. Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias.

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas. E saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.

Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos “personal dance”, incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?

Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de uma atleta olímpica, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão “apenas” dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.

Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a “sentir”, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.

Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos Orkut/FACE,etc…, o número que comunidades como: “Quero um amor pra vida toda!”, “Eu sou pra casar!” até a desesperançada “Nasci pra ser sozinha!”.

Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários(as) em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos(as). Sei que estou parecendo a solteirona infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.

Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo(a), não seja frustrado(a), “pague mico”, saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta.

Mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois.

Quem disse que ser adulto é ser ranzinza? Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra que pensar nele. Dá pra ser um homem/mulher de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada(o) de sucesso que adora rir de si mesma(o) por ser estabanada(COMO EU, AHHHH QUEM ME CONHECE SABE BEM); o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: “vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida”.JÁ TENHO O NÃO CERTO????????

Antes idiota que infeliz.

11665736_10203290065532115_4423376314969986286_n Foto Daniella Ruiz

Daniella De Sá Andreoli – Virginiana, mãe, proprietária da D&E Corretora de Seguros, adorar viver a vida intensamente, adora gastronomia, teatro, estudou exatas, mas se pudesse viveria de SOM, MAR e LUZ.

 

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Na novela a trama é fictícia

Na panela a comida cozinha

A comida está cara, cada vez mais

Na novela quem vencerá? O bom?

É isso que queremos ver, o bom, na novela e na panela (na vida real)

Novelaço? Nem tanto, mas garante diversão

Que falta, quando a comida é cara, quando a saúde é paga, quando a educação de boa qualidade é paga e é muito cara.

As panelas deveriam ser fartas

Os sabores deveriam ser diversos

O tempero deveria ser saudável

Mas nessa panela “rola”

Pouca comida, tempero artificial e

a falta de novos sabores que nunca serão comidos

Porque comida vai sendo a panela que vai ficando velha, oca e sem brilho

A novela consola, a esperança que o bem vencerá no final, é real nesse fictício.

Citando os Titãs “a gente não quer só dinheiro, a gente quer dinheiro, diversão e arte”

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Adriana Chebabi – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde é a responsável pela autoria de todas as histórias do projeto. Publicitária, empresária, poeta e contadora de histórias. Divide seu tempo entre sua agência  Modo Comunicação e Marketing  www.modo.com.br, suas poesias, histórias e as diversas funções que toda mãe tem com seus filhos.  Gosta de novelas e panelas fartas. 🙂

Bom dia Belas Urbanas!

Vamos falar de energia? Quem não quer tê-la o dia todo para dar e vender? Disposição para cumprir todas as tarefas do dia? Temos como melhorar nossos estoques, sem que eles virem os tão indesejáveis depósitos de gordura?

Claro que sim!  Para isso, vamos dar mais um pequeno passo…

Nossas necessidades nutricionais mudam de acordo com as diferentes fases da vida. Pensando sempre nos nossos pequenos passos visando à melhora do nossa qualidade de vida, é importante levarmos em conta essas necessidades atendendo as demandas extras do nosso corpo determinadas por estas mudanças.

Faça uma dieta variada contendo frutas, vegetais, grãos integrais, legumes, produtos lácteos (para aqueles que não possuem intolerância à lactose), vão de encontro as nossas necessidades básicas, fornecendo:

  • Uma grande variedade de alimentos ricos em nutrientes. Quanto mais nutrientes conseguirmos em pequenas porções de alimentos, maior a densidade nutritiva da nossa alimentação.
  • Calorias para suprir a necessidade de energia, principalmente provenientes de carboidratos, de preferência àqueles ricos em fibras (grãos integrais)
  • Gorduras de boa qualidade (insaturadas) como as do peixe, castanhas e abacate
  • Proteínas em quantidades adequadas para a manutenção e reparação das células
  • Vitaminas hidro e lipossolúveis
  • Minerais essenciais como ferro, cálcio, zinco, magnésio e selênio
  • Fitoquímicos, que são compostos vegetais, que podem proteger das doenças do coração, diabetes, alguns tipos de câncer, artrite e osteoporose

Não se esqueça de consumir muita água ao longo do dia. Se você tem dificuldades de adquirir este hábito, deve ter sua garrafinha sempre por perto.

Faça várias refeições por dia. Além das refeições principais (café da manhã, almoço e jantar), faça lanches intermediários (lanche da manhã e da tarde) e uma pequena ceia antes de dormir. O corpo necessita de energia o dia todo e por isso devemos fornecê-la pelo mesmo período, em pequenas quantidades, para garantir seu bom funcionamento e para manter o metabolismo sempre ativo. Se não oferecemos para nosso corpo a energia que ele precisa, ele vai economizar o que tem e vai passar a funcionar no modo de economia, guardando a energia ao invés de gastá-la. Precisamos manter o metabolismo ativo!

Corpo nutrido não sente fome e está pronto para gastar energia o tempo todo!

Vamos praticar? Providencie sua lancheira e sua garrafa d’água hoje mesmo.

Um abraço pra vocês!

foto Camila Prada

Camila Prada
Especialista em Nutrição Clínica – São Camilo
Mestre em Ciências – FCM Unicamp
www.camilaprada.com.br