https://pt.wikipedia.org/wiki/Kamikaze

Faça uma boa leitura desta página citada, e depois inicie um processo de silêncio para assuntar seus empreendimentos sobre a sua guerra interior, antes de amarrar-se para atirar em seu opositor!

O qual muitas vezes está em seu dentro e sem perceber podes acionar sua mente e ela obediente vai explodir, e…

Empoderar é sentir-se num estado de poder latente!

E mesmo que este ato/atitude não estiver em respeitabilidade no conjunto da obra, o mistério se fará presente até o acontecer.

Estou com este vibrar a dois dias por ter ouvido uma frase cheia de verdade dentro de nossa história citada sobre a Mulher, e re… conhecida como um vácuo permanente a sobre(vi)… vida!

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Um soldado
só é soldado quando luta.
Antes disso,
ele é só um menino,
sem andar,
sem falar,
uma criança que brinca de adulto.
Quando batalha
as pessoas o veem como um homem.
Vejam lá!
Vejam como ele é belo em seu caminhar!
As mães ficam com medo por ele,
mas elas tem muito orgulho.
Elas veem seu bebê
agora como um homem.
O que elas não veem é seu olhar
terror durante a guerra.
Os sons estranhos e distantes.
Explosões, tiros e mortes.
Mortes dele,
só um menino.

Igor Mota – Belo Urbano, um garoto nascido em 1995, aluno de Filosofia na Puc Campinas do segundo ano. Jovem de corpo, mas velho na alma, gasta grande parte de seu tempo mais lendo do que qualquer outra coisa. Do signo de Gêmeos e ascendente em Aquário, uma péssima combinação (se é que isso importa).

Jogamos desde que nascemos,  aprendemos cedo a arte da conquista com choros e manhas. As tentativas, erros e acertos de conseguir o que queríamos determinou a nossa capacidade de jogar.

Jogamos com olhares, com palavras, com gestos, com silêncio e, a cada fase de nossa vida o jogo fica mais acirrado, por vezes injusto e desleal.

Isso tudo acontece pelo simples fato de que nossa cultura favorece um aprender de que o único jogo a ser jogado é o do individualismo.

Podemos comparar esse jogo com o pingue – pongue,  onde um jogador sempre devolve a bolinha pro outro da pior forma possível,  pois a intenção é ganhar sempre.

Acredito que o verdadeiro jogo seria como o frescobol, onde um jogador sempre devolve a bola pro outro da melhor forma possível para que ele possa fazer o mesmo, transformando um jogo numa parceria.

O nome desse “jogo” seria, de fato, humanidade!

Pois,  “Olho por olho, dente por dente”, acabaremos todos cegos e desdentados.

Jorge Luis de Souza – Belo Urbano, artista plástico, pedagogo e empresário. Como todo bom leonino é muito dedicado a tudo que faz. Não resiste a um chocolate. Ama escrever e ama sua família.

Queridos consulentes, estou muito feliz em estar aqui no Belas Urbanas.

Hoje meu conselho é “faça amor, não faça guerra”. Ok, o conselho não é exatamente uma novidade, mas é esse o conselho.  Tem gente que fica só reclamando e guerreando com tudo e todos, até com as árvores paradas no meio do caminho. Ah, por favor, sem tanta dor, faça amor seu chato, seja feliz e deixe o mundo na paz.

Hum, já sei, seu problema é que você não tem com quem fazer? Bobagem, amor vem de dentro, amor se faz em todo lugar, amor não depende do outro e sim de você, ok?

Aprendeu a lição? Espero que sim seu chatinho/chatinha reclamão. Faça amor com você. Se ame. Acorde se abrace e ao sair por aí, abrace a primeira árvore de plantão que encontrar no caminho.

Aprendeu? Logo logo tem mais.

Madame Zoraide – Bela Urbana, nascida no início da década de 80, vinda de Vênus. Começou a atendendo pelo telefone, atingiu o sucesso absolutos, mas foi reprimida por forças maiores, tempos depois começou a fazer mapas astrais e estudar signos e numerologias, sempre soube tudo do presente, do passado, do futuro e dos cantos de qualquer lugar. É irônica, é sabida e é loira. Seu slogan é ” Madame Zoraide sabe tudo”. Tem um canal no Youtube Madame Zoraide dicas e conselho https://www.youtube.com/channel/UCxrDqIToNwKB_eHRMrJLN-Q.  Também atende pela sua página no facebook @madamezoraide. Se é um personagem? Só a criadora sabe 😉

 

 

 

shutterstock_70553887 foto fogo cruzado

Na semana passada fui ao banco. Estava cheio, eu sentada na espera para ser atendida,quando começou uma gritaria.

Todos se entreolharam, mas só identificamos de onde vinha quando um rapaz com seus 20 e poucos anos se aproximou para sentar nas cadeiras e a guarda do banco veio logo em seguida. Ambos estavam discutindo. Berravam alto um com o outro, três segundos de silêncio e lá começava um de novo a reclamar e o outro a retrucar.

Palavrões, ofensas desnecessárias a parentes, a idade, a verbalização de todos os preconceitos possíveis e a inteligência de cada um. Bobeiras e agressividades na ponta das línguas afiadas.

Lá estava eu, na linha de fogo dos dois, o rapaz se sentou um pouco atrás de mim e a guarda ficou na minha frente. Enquanto discutia  percebi que ela tinha uma arma na cintura e onde sua mão se aproximava, isso me chamou a atenção, como me chamou a atenção o descontrole de ambos.

Não estava aguentando presenciar aquilo e nada fazer, queria dizer: Parem com isso, parecem crianças brigando, vocês são adultos. Não disse. A guarda saiu e voltou com seu supervisor, ainda gritando e dizendo que seguiu o procedimento, que estava certa e o rapaz por sua vez, garantido que ela abusava do seu poder em travar a porta, pois é cliente antigo do banco e todos o conhecem.

Um intervalo maior que dois minutos na discussão e ai entro eu. Perguntei para o rapaz se ela tinha ofendido ele primeiro. Ele nervoso que estava, me disse o que tinha acontecido, sem responder a questão. Disse que foi depositar um dinheiro da empresa que trabalha e que o dinheiro estava na bolsa, que sempre faz isso e que todos os guardas o conhecem e que ela não abriu de propósito. Ele alegou que não podia deixar a bolsa onde ela pedia pois já foi assaltado e não queria correr o risco novamente.

Bom, lá vou eu me meter no assunto. Sintomas misturados, meio de mãe, meio de movimento gentileza sim, meio de quero um mundo melhor, meio de chega de não fazer nada, enfim, disse para o rapaz, com toda a calma do mundo, que eu entendia o nervoso dele, mas que ele deveria respirar fundo e tentar manter o controle e resolver a situação de outra forma, porque entrou em ofensas pessoais que nada tinham haver com o assunto e que quando isso ocorre ele perde a razão também. Outra moça que estava ao lado, entrou na conversa e me apoiou no que dizia, inclusive dizendo que ele poderia até ser processado. Eu ainda disse que ele deveria explicar o caso para o gerente e pedir para resolver o assunto de outra forma, visto que ele sempre tem que fazer esses depósitos. Ele nos ouviu  bem.

Lá fui eu para o caixa ser atendida. Perguntei se a guarda era nova na profissão. O caixa me disse que não, mas que era nova no banco. Achei a guarda totalmente sem autocontrole, afinal ela é uma profissional e usa uma arma. Uma pessoa sem controle que usa uma arma é algo assustador. Um perigo.

Não conformada ainda, quando sai do caixa, lá vou eu de novo me dirigir ao moço. Peço licença para dar mais um conselho e digo: Tomo a liberdade de te dar mais um conselho, com a melhor das intenções. Faça as pazes com a guarda, você se sentirá muito melhor e isso nunca mais ocorrerá. Ele me olhou com uma cara de não sei o que, surpreso, acho que essa é a melhor definição para a expressão dele, não disse nem que sim nem que não, mas pela sua expressão pensou a respeito, ou pensou na maluca a sua frente que dava esse conselho. As pessoas a sua volta também me olhavam, em um misto de curiosidade e surpresos também. Desejei ainda que o resto da tarde dele fosse ótima e fui embora.

Fui embora com a sensação de ter feito o que tinha que fazer, fui embora em paz por não ter sido omissa com algo que vi. Fui embora sabendo que poderia levar um presta atenção e até também ser ofendida, mas na hora, confesso que nem pensei nisso. Fiz o que meu coração mandava.

Minha conclusão é que quando estamos fora de um conflito conseguimos enxergar com uma perfeita clareza certas situações e com essa isenção de sentimentos conseguimos agir da melhor forma e em paz. No meio do furação fica difícil achar a solução, mas se estamos de fora e vemos o furação, podemos sim e devemos fazer alguma coisa.

Penso ainda, que a vida pode ser mais leve e que esses contratempos não merecem que a pressão sanguínea seja aumentada, que as pessoas infartem, há problemas mais reais e que todos teremos que enfrentar, esses de fato, não são problemas e não devem jamais nos roubar a paz. Ainda penso que os guardas e todos os profissionais que estão armados por ai, merecem treinamentos constantes em vários aspectos. Pessoas armadas sem controle são um perigo. Os empregadores não deveriam sucatear tanto esses profissionais.

Por menos problemas desnecessários e que sempre alguém tenha que mantenha a calma, inclusive comigo para me ajudar a sair do meio do furação, se por acaso em algum momento eu for parar por lá.

10959308_10203700598545176_5268303932415920241_n Dri perfil

Adriana Chebabi – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde é a responsável pela autoria de todas os contos e poesias. Publicitária e empresária. Divide seu tempo entre sua agência  Modo Comunicação e Marketing  www.modo.com.br e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos.