Conversando com o Senhor do Pingado, nesse agora amanhecido e pasmem… ]

Setembro chegou!

Senhor,

O Machista resistente ao trepidante e cruel  estrutural desse “affair” entre, a conquista de nos outros.

O Machista realiza sem conquista dentre  atos/ações, quais assolam nas revistas sem processos onde garantimos a leitura labial.

O Machista aquele “cabra macho” sim sinhô.

O Machista aquele “macho man” trivial, que nos beira o boçal

Senhor,

Que o machista clareie as suas reservas!

Nós outras estamos com a dança de veias bailarinas, e que somadas estamos em um palco em revista, sem “cover” e, sem “fake” e sem “limites” e, sem “hora” e claro, sem receios de dançarmos num Lago lotado de cisnes negros, à beira da morte.

Senhor,

O Machista, necessita saber que a sua morte estrutural impávida e colossal, já penetra em seu instinto “macho” poderoso.

Existe “Lei, assinada por uma “Fêmea” conquistada pós seu corpo e sua mente serem violados, e em sangria extremada colocados em revista.

Salve o esperançar meu Amigo, de todas as manhãs!

Amém

Bem Belas Urbanas, aqui um aviso aos Machistas nesse Setembro 2021- ano pandêmico… Estamos no palco, esse mesmo friamente estrutural, contudo somadas num balé universal, e claramente e sem subterfúgio gritando bem alto:

Machista não resista, o Lago do Cisne COLORIU!

E estamos usando sem cortinas para mostrar em todas as Páginas de revistas!

E temos sido apesar dos pesares muito aplaudidas.

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Uma história passa a ser um conto, quando se encontra repleta de causos constantes na vida de uma família, seja ela de qualquer tempo de vida.
Quando nascemos, já viramos a história da família que nos comporta. Então, lá vamos nós como uma máquina agindo naquele tempo.
Tempo leia-se Vida!
Meu pai João Firmino Neves nasceu em 1901, em 19 de outubro… e viajou para a Lua, assim como disse para a querida vizinha Clementina, antes de seu falecimento, de que só morreria pós a Chegada do Homem na Lua (acontecida em 20 julho 1969) … E meu pai, viu o Homem pisar na Lua… e no dia seguinte 21 julho 1969, faleceu! A conversa com Deus, foi positiva!
E a amiga dona Clementina, avó de minha afilhada Paulinha nos contou a prosa dele com ela no dia anterior. Um “causo” assim o declamo, esses causos ficam para um sempre!
Lembranças de meu Herói João Neves, assim foi conhecido…
Foi durante muitos anos Caminhoneiro, Benzedor/Rezador, Policial Civil (Investigador 1ªDelegacia Campinas/SP/Brasil).

CURIOSIDADES:
EDUCAÇÃO E CULTURA
Poliglota na percepção do entender e da fala – Inglês, francês, japonês, italiano, espanhol, um pouco de alemão e árabe, e o que mais orgulho tinha um PORTUGUÊS impecável.
Como? Sentia pela Vida o maior enlaço, e ele abraçava os seus AGORAS, e sempre dizia, que o aprender Joaninha (apelido carinhoso que ele me deu) só tem lógica, quando somos capacitados para vivenciá-la. E sendo meu Pai um Caminhoneiro viajou o Brasil todo, e foi aprendendo a se comunicar com as pessoas que tinha contato, para se entender e ser entendido. Eu o considerava um ABUSO! Ele se lambuzava em suas estradas pessoais e interpessoais! Gostava muito de ler… e me estimulava demais à leitura, e a compreensão de metáforas! Estudava muito sobre o Comportamento dos seres vivos, o que ajudou muito a ser um Investigador de Excelência.

AMIZADES

Foi muito querido pelas crianças e adultos, vizinhos ou não, e sempre era uma festa encontrá-lo!
Como fui filha única, meu pai abriu a nossa casa para primos e primas de longe, afim de morar em casa, para fazer-me companhia tendo uma vivência normal de estudo.
A Joaninha não podia crescer sem ter ninguém ao lado… Ele proferia:
– Nenhum homem é uma ilha.
Para ele meu pai, o mimo fazia mal e solidão também.
Ele tinha tantos amigos, que nem que pensem como isso se dava, não entenderão… As noites de final de semana, na casa da Vila Nova/Rua Carolina Florence/ o caminho para Barão Geraldo, nós éramos embalados pelo som de Guarânias, Amigos paraguaios, que até o instrumento Harpa levavam… Não jogávamos água não… saíamos de dentro da casa e ficávamos no jardim (Guarânia é um estilo musical de origem paraguaia, em andamento lento, geralmente em tom menor. Foi criada em Assunção pelo músico José Asunción Flores, em 1925).

SENSIBILIDADE E PERCEPÇÃO
De notável diferença a sua percepção da vida, dentro de si mesmo e ao arredor. Me confiava de que um Ser Humano precisa se acertar, antes de proclamar ser o Mestre Salvador da Pátria!
Me treinava com seu olhar, e podem começar a dar risada, eu sou ele…
Um adendo:
A minha mãe toda social, tímida, preocupada com o que somos e o que vêm, ficava uma fera quando saíamos juntos… Pois, eu e meu pai ríamos alto e sem parar, diante de qualquer coisinha, mesmo nossas, aliás eu aprendi com ele a rir de mim. A maior herança que me deixou foi o BOM HUMOR!
Ele amava carros antigos, quando faleceu tínhamos um modelo Oldsmobile (Oldsmobile foi uma marca de veículos descontinuada pela General Motors em 2004).
Ele usava chapéu “Panamá” e ternos de linho, gravatas e sapatos notadamente engraxados, pelos engraxates da cidade.
Ele nos levava, eu e mamãe ao Restaurante Rosário, toda semana.
E toda semana, eu e minha mãe esperávamos a sua volta do trabalho, que era árduo como Investigador da Polícia Civil, com sanduiches dos bares Giovannetti ou do Eden Bar.
Ele me presenteou com o Livro O Diário de Anne Frank/1958 quando me formei no primário e tinha 09 anos, para que eu conhecesse o’utro lado do meu mundo!
Vocês entendem o valor disso na educação?
Um detalhe, aos meus 06 anos de idade estava no primeiro ano do grupo escolar “Dona Castorina Cavalheiro” (morava na Rua Barata Ribeiro) quando a Diretora chamou meus pais logo na segunda semana de aulas.
Foi um ohhhhh!
Em casa, e meu pai disse:
-Joaninha o que está acontecendo?
E lá foram conversar, e eles ficaram exultantes, a filha pequenina deles, estava atrapalhando a sala, já estava alfabetizada, e não poderia ficar mais na sala. Meu pai teve um infarto…
Mentira… Estavam lá para credibilizar a minha ida direta ao segundo ano!
Meu pai disse, ao sairmos para a minha mãe:
-Zilda, não estamos errando.
Uma das metáforas mais importantes que ele me ensinou:
Joaninha, a Oportunidade só tem cabelo na frente, atrás ela é careca!
Nunca duvidei disso, pois hoje aos 7.3 anos de vivências, sei e sou muito ainda de meu Pai João Neves.
Viveu durante quase 68 anos… nasceu em 1901/outubro/19 e faleceu 1969/julho/21.
Eu tinha 21 anos de idade!
E EU ESTOU FELIZ PARA SEMPRE!
FIM

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

O quê ou quem roubou seu sono? Pensando em quê?

Bem, o meu sono tem sido roubado quase que todos os dias! Na verdade, existem momentos que eu não consigo entender, o que está acontecendo COMIGO…

Diante de tudo o que eu mesma tenho apresentado, da forma como tenho apresentado, e para quem eu tenho apresentado.

Às vezes estou me sentido MUITO CRUEL comigo, e terrivelmente SÁDICA comigo… O sentimento que é avassalador se propaga em prosa e verso, trazendo uma inquietude, que me pega em todos os instantes, e me deixa muito fraca… é quando preciso sair correndo de mim mesma, aproveito o vento… aproveito os meus escritos… aproveito a releitura de suas prosas e versos… aproveito de ti, de mim, e de tudo ao meu lado que signifique… paixão!

Eu amo a vida, e isto faz de mim uma louca por tudo que me agarra e me deixa sem palavras. A avalanche que acontece em meu sangue a cada segundo me faz compreender que somos o que somos mesmo querendo ou não, nos comprometer com a vida que escolhemos a cada minuto.

Eu escolhi ser uma defensora do amor… e cá estou apaixonada pelo convívio com… VOCÊ. E claro eu venho te amando desde que sobrevoamos enlaçados até o mais alto penhasco… Dando-nos a chance de voarmos entre os laços conseguidos após abraços intensos e sem nós!

E eu respondo sem questionar: “ora… As minhas luas são todas suas vivendo fases… estou amante de suas fases. Pois te amo dentro e fora de sua sobrevida…

Tudo em mim é seu…” Joana d’Arc Neves de Paula

AMOR… volte a dormir e a se sentir valoroso e grafitado diante de nosso louvor… e adiante de suas ebulições que podem destruir o seu amor! Seu sono não foi roubado… foi roubado o seu esplendor de ser amado! Durma bem…

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

O mundo uma sede de uma pandemia…

A população uma sede de melhoria diante de tamanha negação!

Sacolinha passando

Dízimo atribuído

Ventana faltando

Escavadeiras assumindo

Rupturas de lives

Palavras rasgadas

Telas surtadas

Mentes lavadas

Sprays borrifados

Pandemia negada.

Desapegando do excesso de formigamento e,

Tentando absorver um novo dialeto para tentar sobreviver!

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

As mulheres podem e devem fazer parte desse mundo exclusivo Empresarial… Quando a maioria são os homens estruturalmente seletivos, e com $alários $uperiores aos delas. Que na verdade, estudam e se qualificam tanto ou mais que eles, para que sejam respeitadas. Sem que elas precisem mendigar, extrapolar seu universo feminino, deixar de ser clara e objetiva, e também sem que tenham que usar a sua defesa sobre as incontidas guerras, sobre quem é melhor!

O melhor basicamente não existe, o que existe é a força de cada um como ser humano atuante dentro e fora da sociedade como um todo. Mulheres que se afinam e contraem a diplomacia de vencer como solo familiar, e ainda se preservar de ações e atos contrários ao seu bem viver. Como não querer ser mãe ou mesmo se casar, ou ainda se aventurar pelo mundo afora sem constrangimentos de estar só, sem companhia.  

Por prevalecer situações estruturais fomentadas por centros governamentais, elas precisam se segregar em sindicatos sociais e ou solos, para vencer essa radicalidade atemporal com força de sua inteligência mental agregada à sua inteligência emocional, a fim de superar os imbróglios concomitantes. 

NÓS PODEMOS ABRILHANTAR A SUA VIDA!

Bom dia e seguindo a estrada da boa vontade. Só desejamos ficar ao lado e com isso ganharmos mais substâncias para reconhecermos “VIA PRÓPRIA”…

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

E cabeças pensantes demais e afiliados à hipocrisia, fazem com estupidez as cabeças rolarem, entre o curso da reta, do rumo, da seta e da poesia.

E quando cabeças se envergam diante de letras melodiosas, e as fazem sucumbir nas malhas odiosas, saiam da frente que a pipoca estoura e cada um imerge eletricamente tirando seu abadá durante o frenesi da intolerante discórdia.

E nem é preciso pular em delirante carnaval, que as avenidas diplomáti…camente perfeitas e corretas abolem o abalo da sintonia fatídica e começam a construir, os reencontros vorazes de poetas que nos fazem relembrar, questionar e tratar em súmulas com um “VAR” desenfreado nas pautas bem ritmadas e assimétricas, de acordo em acordes do pleito cênico inquisitivo.

E seguindo a narrativa carnavalesca, vejo-me inquirida sobre a proposta que me implele a responder.

Não, eu nunca fiquei pensando e raciocinando sobre o que cantava durante a alegria do carnaval. E não me machucavam os encontros silábicos da poesia, que hoje se descabelam ao rimar para não cair na rompante demagogia. Ontem, naqueles momentos os olhos febris em sonetos descomplicados, regiam a banda na mesma praça com as negas malucas trazendo no colo o filho bastardo.

E mulatas cadenciavam nos quadris, o rebolado de bundas com carnes reais e Sargentelli é que o diga.

E assim, passei em fases diversas, até chegar no século XX e ter que mudar a trajetória de um gato de dona Chi ca ca, e de um briga de casal debaixo de uma sacada os famigerados cravo e a rosa, e claro que muitas outras poesias, de muitos outros poetas que nos cercam e nos embalaram em palcos, telas, e por aí vamos.

Seguindo essa viagem quando alguns mestres seguem provocando as mentes, e se construindo nas pendências e alegorias pessoais.

Vivemos em estado de trio elétrico…

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

TOMOU-ME MENINA

TORNOU-ME MULHER.

TOMOU-ME A VIDA

TORNOU-ME VIVIDA.

TOMOU-ME AFLITA

TORNOU-ME ESQUISITA.

TOMOU-ME INCERTA

TORNOU-ME INQUIETA.

TOMOU-ME CURIOSA

TORNOU-ME NINFETA.

TOMOU-ME NA CAMA

TORNOU-ME NA SARJETA.

TOMOU-ME VALIDA

TORNOU-ME ATREVIDA.

TOMOU-ME CARENTE

TORNOU-ME AUSENTE.

TOMOU-ME MENINA

TORNOU-ME FELINA.

TOMOU-ME VÍTIMA

TORNOU-ME ASSASSINA.

E ASSIM, DIANTE DE UM FOI ASSIM

FIQUEI PRESA, AOS MEUS CUIDADOS.

E SIGO CALADA, TOMADA EM GRADES

TORNADA PASSAGEM PARA A SERVIDÃO.

MENINAS VADIAS MULHERES VADIAS

QUE VIVEM SEMPRE NA AUSÊNCIA

DA LIBERDADE.

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Mar… Fim

Um mar (sem) fim

Marfim sem anatomia

Sem razão de estar assim

Um mar (sem) fim

Marfim em anestesia

Vanguarda de um artista

Em sintonia afim

Um mar (sem) fim

Desejoso de estar marfim

Um mar afim de buscar você

Em pele suada

Para mim

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Carnaval de rua dos anos 50, quase 60! Época do corso? Não, não sou tão velha assim…

Respeito é bom e eu Joana, gosto!

Uma história que em minha família ficou para um sempre. Apesar de ser uma história de vibração sexual.

Então, carnaval e estávamos vendo com a alegria carnavalesca, eu, minha amiga Neidinha que minha mãe costurava roupas iguaizinhas, parecíamos gêmeas… Pândego! E claro que onde eu ia, ela era convidada para acompanhar, num sempre gostoso, pois eu, filha única precisava de companhia.

Amava Neide Silva, vizinha e um ano mais velha que eu a Joaninha. Voltando à rua Barão de Jaguara/Campinas/SP anos 60/Carnaval de rua, chovia um pouco e minha mãe Zilda, levou sua inseparável SOMBRINHA, faça chuva ou faça sol ela estava sempre armada com ela.

E os blocos descendo a Barão de Jaguara, e nós defronte o Eden Bar, estávamos felizes e ficamos à frente de dona Zilda, minha mãe… Só que, de repente estávamos uns dois personagens adiante dela, com o brilho das fantasias dos blocos e a alegria, eu e Neidinha nos distanciamos do corpo, mas não d’alma de Mãe observadora!

E eis que, de repente ouvímos um gemido, dentro daquele aperto, olhamos para trás e vimos um homem gemendo, parecia de dor, e saiu correndo, e minha mãe gritando: O bloco passando, a música tocando, as pessoas cantando e o homem tentando se esfregar nas meninas que estavam na sua frente…

E foi sua infelicidade sobre o olhar de dona Zilda, minha mãe… Que na hora que viu a cena prazerosa, pegou a SOMBRINHA dela que estava fechada naquele momento, e desceu o sarrafo…

Entre aquele membro teso e sem vergonha e nós, duas meninas carnavalescas, com 10/11 aninhos. Virou uma história de família, e hoje quando tudo acontece, em que machos vivem à sombra e continuam se esfregando, minha mãe falecida diria: “Filhas levem alfinetes, para circular em veículos que transitam num leve e traz apertado”.

Pois, nem sempre usamos SOMBRINHAS de antigamente… Agora elas são tão curtas, algumas vezes do tamanho do membro teso!

Valeu…

SOS – 180…

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

E ele chegou em minha casa e… Apertou a campainha e… Disse que estava com sede. (Aprendemos a não negar “pão e água”…). Então conhecendo-o abri o portão… e ele entrou.

Amigo da família… Seguiu-me sem precaução alguma. Até que entramos pela sala… Fechei a porta… Era amigo da família!

Fomos até a cozinha… O servi, e ficamos conversando… Notei a conversa mole! Mas, desgastada com a recente viuvez eu nem percebi, o olhar de cio, e de prazer ao manusear o copo, de água… Havia dito que estava com sede!

E, pasmei ao dirigi-lo para a sala. Estávamos conversando sobre o falecido marido, amigo íntimo dele. Quando abri a porta de saída? Ele me enlaçou pelas costas… EEEEEE… Eu?

Gastei meu vocabulário sobre todas as razões que tinha aberto o portão, para saciar a sede de um seleto amigo? Nem sempre é assim, e disso sei bem.

Raivosa fui indo direto para o portão… Ah! Abri-me com todos que pude, dado a fragilidade em que me encontrava. Até hoje, quando nos encontramos, vê-se a vergonha em seus olhos, e posso adiantar que quem ficou com vergonha, até de passar em minha porta foi ele, o assediador casado, que usou anos atrás a sede, para beber algo de difícil degustar.

Eu Joana.

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.