Enquanto busca…

Há encontros.

Enquanto encontros…

Haverão enlaços.

Enquanto houver buscas…

Haverão traços.

Enquanto traços…

Haverão marcas.

Enquanto marcas…

Sentiremos a busca.

E enquanto busca saberemos que:

Encontros se fazem abraços.

É só sentir o laço… Sem nós…

Porém…

Não sabendo a busca dentro de nós…

Não haverão abraços entre os laços…

Cuidado com as suas buscas!

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

A cada capítulo dessa Série Documental, quando a Inteligência Mental de um João prof’EUtizado de DEUS, corrompe a sua Inteligência Espiritual afim de sequelar sua história, e inflamar a Inteligência Emocional de suas seguidoras, usando o toque sexual em viés Santificado na Inteligência Física por vez em cada uma delas, e se servindo ao canto da Oração da Vida, a chamada “AVE MARIA”, durante a farra do boi mental que se fazia, dentro de um labirinto feudal!

A cada capítulo dessa Série, quando o fio da meada no tom vocal de cada seguidora, nos leva de forma pura para uma região perdida entre as mãos e a braguilha aberta de um enganador, dentro de suas calças sempre de linho branco, quando as faz se sentirem à Serviço do “deus” que não existe.

A cada capítulo dessa Série, quando a fala de cada uma dessas mulheres se junta, em asco e medo, em revolta e culpa, em sofrimento e depressão, em repúdio e alívio, em atuação e comprometimento, para que possam voltar a crer que aquele homem chamado de DEUS que reza em tons demoníacos dentro de sua sala pessoal, está hoje entre as grades, provocada por um “EU’inimigo” cruel e obcecado por mulheres ao seu serviço em nome de Maria Imaculada, chamado em seu batismo de João!

A dor é concreta ao assistirmos este Documentário, o olhar de cada uma delas nos consente gritar pela exclusão do planeta, desses homens que continuam de braguilha aberta e descaradamente de plantão.

180 – SOS

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.






Cadê o anel que estava aqui?

O dedo comeu.

Cadê o dedo?

A porta prendeu.

Cadê a porta?

O elefante fechou.

Cadê o elefante?

O circo pegou.

Cadê o circo?

Estava aqui, aqui, aqui…

E agora o que faremos?

Elefantes são bichos sagrados,

São bichos supremos,

Então…

Prendê-los, nós não podemos!

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.




O Cordão Umbilical nos amarra para sempre… Alguma dúvida?

Belas Urbanas, meu pensamento pode ser mais reflexivo e atuante sobre esse amarrar em cordão que se faz pela vida afora, inteira…

Como é difícil, essa separação, que muitos, ainda não acreditam que esse cordão tão forte e tão necessário para a vida que veio, e outras que ainda estão por vir, e necessitam dele para sobreviver!

Sim, estamos falando de sobrevida…

Isso é realmente o que acontece em algumas crianças entorno de suas mães, e essa atitude é tão veemente, que ofusca o olhar de quem está observando as carícias entoadas nas revistas encantadas, onde as mães sentem que a Paz é por elas providenciada, como se fossem a “Divina Providência”.

De que Paz, ela fala com o olhar em seu filho?

E, de que Paz, o filho fala ao olhar em dependência para a sua mãe?

Será teatro, pensam alguns, ou será que é um espelho de almas engatadas no social, e, devido a isso, esses filhos e mães se sentem engajados ao determinismo da comunidade funcional?

A mídia familiar proclama, e a mamãe reclama, e tem tantos receios de ser talhada de dês… natural e uma mãe desigual, que aperta mais o cordão e chora os seus absintos nefastos sobre a sua cama, e se acha uma mamãe in… sana!

E, para ela isso é ponto final, e ela se entrelaça mais e mais no cordão umbilical…

A mídia familiar exalta, e os filhos se deixam acreditar que esse laço tem um nó, e será muito dificultoso desenlaçar…

Ora, eu digo ao ver uma mamãe se situando nesse abrigo já roxo, já meio frouxo, e já escalpelado devido aos preciosos tempos de seu filho contigo, e muitos deles com a pressão do desconforto entre o rei/rainha em seu trono, e mimado em demasia, sem ter sido abandonado nenhum dia!

Quando elas chegam, em uma Escola, para efetivar a matrícula de seu bebê, elas nem percebem que o cordão irá se dês… fazer simplesmente por uma razão, ela e seu filho terão uma força vinda dos céus, e darão aos curadores de seus cordões, que eles serão desprendidos das paredes de seus corações, que estarão agora em rede com outras histórias, em tempo de novos aconteceres, em tempo de se alegar novas memórias, checadas ao se olhar para a liberdade de estarem sem esse nó entrelaçado, não permitindo um novo olhar entre o presente e o passado…

Motivos, muitos nós temos em algumas vezes para nos sentirmos presos aos cordões de nossas mães, mas, nós adultos sabemos que esse processo de aleitamento materno nessa idade, não é bonito, é até esquisito ao olhar de uma sociedade, que nos apara e, nos aperta, e nos declara presos, mas, essa mesma sociedade nos liberta…

Penso eu, após muitos anos exercendo o ofício em uma Escola Infantil que o cordão se estabelece por receios, de que a maternidade se desfará, e nos obrigará a sermos independentes desse amado ofício de estarmos mães, sem artifícios, sem colagem, sem adereços, sem compressas, sem avessos, no entanto com muito compromisso, conosco e com o nosso filho que veio para nos dar mais artifícios para enlaçar as pontas das fitas sem nós, e muitas vezes nos perdemos ai…

Que tal iniciarmos um curso, em que o assunto é como fazer um laço, sem dar nó, para que o nosso abraço seja fortalecido num cordão que poderemos desenlaçar para uma viagem, quando se der a mudança de uma estação para outra?

Estou falando de Filhos e de Mães… Mas também falando para Educadores…

Até, eu volto.

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

A…  (m)…e (ntar) é um alimento…

Um toque sem armamento…

Um forte gesto sem argumentos.

No próximo (10/05) domingo é o

Dia das Mães.

Então: sem armamentos e argumentos vamos confiar no #ficaemcasa, para continuar a ter esse “necessário” alimento. Faz muita falta… Só sabe quem não tem… E principalmente quem a perdeu para o Covid-19.

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Boa leitura de nossos pormenores sobre aqueles que nos parecem menores.

Pois…

Eles morrem para a vida… e, a morte para eles é o reconhecimento de que ele é menor.

Simples assim.

Então a pergunta E DAÍ?

Só tem uma resposta.

E DAÍ… nós estamos empilhando mortes num refrigerador natural…

Escavando buracos para a fase terminal…

Enterrando as mãos junto com nossas vidas…

Solicitando aos céus dar maior clareza à nação…

Perdendo a capacitação para continuarmos cidadãos vivos…

Querendo apenas nos dar uma melhor respiração…

E DAÍ?

Estamos num chocar de areia… e já estamos consciente de que essa areia é  movediça, e não possuímos correntes para sustentar a ponte, que nos levará À uma utópica união!

E DAÍ?

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção

Sempre faço um agradecimento quando acordo por estar respirando…

Sempre me preocupo com pessoas que acordam infelizes, e tendo contato digo para elas que se estamos respirando, estamos vivos e, devemos agradecer!

Sempre soube pela História e Geografia estudada de que a AMAZÔNIA, sempre foi considerada o:

“PULMÃO do MUNDO”

Sempre quis me mover como o grande pêndulo do tempo (leia-se relógio) Terra, durante as orgias atemporais que nos sufocam com cruéis ponteiros sempre imprecisos e, aparentemente inadequados durante visitas inesperadas.

Esse momento em que o mundo precisa ter uma nova logística de atuação me sinto corroída por esse mesmo tempo, em que crer no balanço do AR respirável, nem na AMAZÔNIA posso contar mais.

O foco dessa semana enquanto estamos com um CO (n)…VID… ado sem ter sido convidado, que entra sorrateiramente e fica em exposição do lado de fora de nossa casa, devemos nos privar para continuar a respirar.

E tomar tento de que nem o PULMÃO do MUNDO, que fica aqui mesmo em nosso País, chamado Brasil não consegue nem colaborar mais com seus habitantes.

O CORONAVÍRUS/CODIV-19

Determina que a Pandemia nesse momento não é causada pela poda ilegal de árvores, por egos de  garimpeiros e ou fazendeiros que acabará com o AR mais precioso que nós necessitamos para continuar vivos, e sim, os políticos vãos que estão sendo abertos por escavadeiras e tatuando covas, afim de perpetuar buracos precisos para o enterro de “sujeitos” viventes nessa TERRA chamada BRASIL.

Uma ironia tétrica diante de algumas fotografias, vídeos, filmes que necessitamos ter que olhar e observar, mesmo NÃO atuando na Profissão de COVEIRO, e sim por termos aprendido em algum lugar do passado, de que deveríamos crer que a AMAZÔNIA- CORAÇÃO do MUNDO!

Estamos vivenciando uma necrose sócio/política em um isolamento pessoal dolorido e solitário, para continuarmos o trabalho de nosso pêndulo pessoal corroído pelo CORONAVIRUS-CODIV-19, e quanto ao nosso sepultamento, não tenho mais nada a declarar, mesmo sendo colocada em uma solitária que é respirável.

Endosso #fiquemecasa e pense nem o PULMÃO da AMAZÔNIA está bem no foco!

Vejam pelo menos uma foto do escárnio de uma escavadeira corrompendo a TERRA, na vasta ignorância do que estamos e estaremos vivenciando no MUNDO! E por favor não se pergunte que País é esse?

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Foto de abertura de 22 ABRIL 2020 FOTOGRAFIA UOL NATHAN LOPES

Pergunta… e eu respondo:

E temos outra coisa para pensar?

A palavra “viral” é séria não é?

E, se ela vem da palavra “vírus” qual a relação entre a a vida e a morte?

Pensando alto sobre essa onipotência humana, engolindo mentes relapsas, doentes e sem respeito algum pelo seu respirar, entre o respirar do outro.

Se o momento é teclar, e sem tocar o outro eu finalizo:

Esse não é o que está acontecendo em nossa vivência solitária?

Não podemos julgar, pois alguém se lembra do último abraço, toque que deu antes do vírus chegar?

Bem… então…

Respeite as teclas agora, tornando essa atitude viral!

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.


NOITE QUENTE ARDENTE E PRUDENTE.
NOITE AUSENTE DIFERENTE E IN… CONSEQUENTE.
DIA BELO, SINGELO E ASSIM…
ESPERO GOZAR O QUE ABRE, DO QUE FECHA,
E NESSA TABELA SALIENTE,
A PAIXÃO VISLUMBRA, COMO SEMPRE.
ENVOLTA EM AGUARDENTE,
SEI QUE NÃO É PRUDENTE,
MAS, É ARDENTE… AL DENTE!
E POR DEMAIS QUENTE!!
A PAIXÃO, NÃO É AUSENTE,
CADA UMA É DIFERENTE, MAS…
TODAS SÃO INCONSEQUENTES!

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Todo SER VIVO é um SER ENCANTADO!!

Um SER ENCANTADO é enlaçado ao outro, na medida em que seu encanto entrelace o encontro. O melhor sobre sermos encantados é sem dúvida alguma, quando o encontro é sedimentado pela dualidade da avidez diante da unidade de cada um.

Eu me encanto com o OLHAR d’outro… Pois, para mim os OLHOS FALAM… Não mentem mesmo quando fechados… E aquilo que sentimos extrapola… Executando o compasso da vibração de nossas emoções… E, se acontecer um contato por meio de um toque mais expressivo, sentimos o transpirar da pele, o calor úmido e a sensação do sentimento aferido, pois, os OLHOS FALAM e esse ENCANTO é Divinal!

Eu me encanto com o OLHAR  d’outro.

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.