E ela Maria Getúlia, cochilou certa de que a Igualdade Social a faria vencer a máquina digital! E, sem vergonha de ser feliz colocou seu dedo no prumo, em riste, na ponta do terrível iceberg documentado em Cabos eleitorais, Senhas territoriais e  personalizados nas Zonas em Seções comportamentais.

Assim se via diante do Sistema saudado para a eclosão final da famigerada e da fama gerada pelo VOTO Feminino, seu nome santo Maria composto pelo nome Getúlia lhe dizia!

Sobre a capacidade de vigília que depende da mente em equilíbrio nesta situação de conflito entre o eu devo, quero, posso e sou Livre para manifestar!

E o agora acontece e ela sabe que existe um evento aos berros em prontidão por meio de uma mídia vultosa, que a tem chamuscado com um alvoroço de questões sobre seu sim e seu não. Sábio Fevereiro/1932 em que o Presidente da República Getúlio Vargas assina um mandato sobre o Direito de VOTO das Mulheres, e a Constituição se engrandeceu, porém, olhos machistas não o reconhece até hoje!

Ops! Ela, a intensa Maria Getúlia pensou neste ZONEAR comprometimento com o Estado afim de que seu VOTO a nada se subordinasse ou caísse em tentação, e como dizia sua falecida mãe:

Minha filha, a palavra ZONA tem muitas explicações supra temáticas e tem uma delas que nos reverencia e nos coloca em igualdade neste tambor de diferenças conceituadas, pela nefasta hipocrisia… O DIREITO DE VOTO!

Ahhhh! Mamãe!

Porém até hoje neste virtualizado Século XXI, a visão deste colóquio entre a URNA X Mulher é colocado como uma situação pândega ou até mesmo esdrúxula, com o perfil assentado e preconceituoso de que a mulher não pensa sobre Política, e para muitos pensamentos nós mulheres nem precisamos pensar em POLÍTICA!

Mesmo tendo em suas mãos o estereotipado “santinho”.

E Maria Getúlia, sabe com Consciência de que vive em um País Democrático e que o Voto é Secreto, e que nesta ZONA ela deve e pode frequentar como Direito de querer estar diante da Urna colocando sua personalidade ZONEADA, em total Liberdade de ação, afinal!

Acordem Getúlias em Marias para pleitearmos novos rumos!

Eles pensam que estamos cochilando.

Bom dia!

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Analogia demarca a etiqueta de qualquer produto na gaiola… na cesta… no cabide… na mureta!

Este grafitar “Somos mulheres e não mercadorias” exposto neste muro é dolorido demais… Este grafite incomoda e faz com que nós Mulheres façamos mais pelos bloqueios advindos de nossa santa e apregoada Paz!

O mercado fecha para balanço…

As estantes serão consumidas pelos manifestos gritantes…

Os caixas já se perderam nas contas intrigantes…

As sacolas não mais serão permitidas…

E o troco? Não o queremos mais!

… E também não queremos Paz, as mercadorias necessitam de consumo qualificados e não quantificado como estão ainda feitos.

Percebem?

Este grafite é a pura realidade e não há tempo para continuarmos vendidas em muitos destes supermercados…

Alguns hipermercados… outros mercadinhos… e outras grandes lojas de departamentos… Além das bancas nas calçadas…

Não queremos Paz…  pois nós precisamos é de tranquilidade para que este manifesto não segregue muito mais do que o necessário!

Os vendedores destes mercados precisam ser sabotados!

Pois este grafite neste muro não chega a ser um pecado… porém se faz morte com efeito dominó e é só lermos as páginas das ofertas das mercadorias!

Que tal boicotar aquele que se gaba em ser dono muitas vezes por usucapião?

Que tal fazer um empoderamento sem tanta agressividade já que estamos nos reciclando como novo produto na cidade… do estado… do mundo?

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

QUINTO CAPÍTULO

Que respeito tinha essa senhora pelo mundo ao seu redor! Porque será que os seus filhos a tratavam tão severamente, e tão desrespeitosamente? Ela possuía um olhar escuro, mas muito doce, as mãos senis, mas a sua gesticulação atrevidamente italiana, as pernas finas com a doença Erisipela, mas estava com suaves meias finas, de nylon! Ela tinha classe! Como ter diante de mim, uma senhora que apesar de chorosa, era muito direta e franca. Em nenhum momento ela se aquietou, e a cada pedágio ou cidade transposta era para ela um delírio! Ah! E quando chegamos a Campinas/SP/Brasil, a cidade em que viveu e teve que vender a casa construída a duras penas com o marido, já falecido e depois de sua partida, e é claro que foi o alcoolismo também, que deixou de herança na família, ela teve que dividir a casa com os filhos briguentos e insanos. Que dor em suas palavras, mas que CORAGEM ao contar o seu RESPEITO pela vida! E após tudo isso ela foi morar em Indaiatuba/SP/Brasil, cidade pequena vizinha de Campinas, onde a bicicleta contou-me ela é ainda o transporte que mais a favorece em seu crescimento. A senhora viúva ao meu lado ainda teria que pegar um outro ônibus, para chegar em sua casa.

SEXTO CAPÍTULO

Perguntei então: Quem iria apanhá-la na Estação Rodoviária quando chegarmos lá? Ela respondeu: Será o meu filho, o mais novinho, ele também bebe bastante, também é alcoólatra, dele o que é bom é mesmo a sua mulher, um amor de pessoa e ela nem é minha parente!Eu gosto muito dela, ela me respeita e me defende, nela eu posso confiar, sempre! Em seguida disso, lá estava CAMPINAS estampada em nossos olhos, nos dizendo… Sejam bem vindos! Para mim comentei: O IMPORTANTE É CHEGAR!

E ela rindo completou: CHEGAR E BEM VIVOS!

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

foto: Adriana Chebabi

Convido-os para uma viagem comigo…

Tenham absoluta certeza de que alem de divertida, os fará pensar em Respeito e Coragem e neste contextual empoderamento!!

PRIMEIRO CAPÍTULO

Respeito e Coragem, duas linhas simétricas e com consequências ativistas. Pois, o ENCANTO em ser respeitador e também a predisposição em não se argumentar sobre o assunto, faz de nós os “GUERREIROS DA CORAGEM”. Nos dias de hoje, ao vislumbrarmos algo em que acreditamos ser o primeiro prenúncio de “algo” com desvantagens, isto é, sem RESPEITO, sem limites, sem regras e também sem concordância social nenhuma, pois podemos nos envolver ou não. Em uma recente viagem de ônibus, conversando com uma senhora da poltrona ao lado, e sendo o assunto filhos, e eu estava justamente anotando os meus pensamentos filosóficos, quando o assunto abriu-se sobre RESPEITO e CORAGEM.

SEGUNDO CAPÍTULO

Venham comigo… Que coisa encantadora observá-la dizendo mal das situações vividas, ou melhor, vivenciadas com a família. Era ela muito CORAJOSA e muito DESTEMIDA. Tinha um corpo franzino, enferrujado, mas aparentemente muito forte! Os cabelos já embranquecidos com um tingido na cor preta, e que já estava esmaecido pelo tempo. Os olhos eram pequenos e escuros, e ela não tinha óculos para defender-se do longe ou do perto!! Aquela senhora tão franzina possuía uma fala forte e nada cansativa, e ela elogiava a estrada durante todo o percurso, ela achava tudo belo, maravilhoso!E repetia: DEUS é BOM!!! Falou com sabedoria das religiões, e sem preconceito admoestou os filhos pela ruptura com os ensinamentos do berço, aqueles tão bem conservados pelos ensinamentos da família.

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.