Apresentação do programa

Este programa existe porque a Roberta Corsi fez 50 anos e estava planejando uma festa com vários amigos, família, comes e bebes e muita animação. Mas, não foi bem isso que aconteceu. Chegou a pandemia e nada disso era possível. A distância entre ela e seus pais, aumentou ainda mais, afinal, não se podia visitar ninguém. Ficou claro também, que, apesar de ter em sua vida muitas pessoas importantes, as que mais ela sentia falta, eram seus pais.

Foi aí que resolveu pegar o dinheiro reservado pra festa e colocou 6 câmeras na casa dos seus pais e aí… começa o BBP…

Apresentação do morador da casa do BBP – Sr. Roberto

Vou começar com a frase que ele, meu pai, não para de repetir… ”tenho 80 anos e não tomo nenhum remédio”.

Bom, vou contar pra vocês, como ele consegue este milagre.

Ele tinha uma panificadora no interior de São Paulo, trabalhava muito e depois que se aposentou, resolveu ser artesão e reformar cadeiras antigas de palhinha. Além disso, não para de fazer palavras-cruzadas todos os dias, incansavelmente!

Mas, apesar de ser bom, esse não é o segredo…

O segredo dele é a alegria… alegria por viver, alegria em gostar das coisas mais simples da vida (fica horas olhando um cachorro na rua, um bêbado cambaleando no fim do dia etc.).

Ele nunca está triste e está sempre de bom humor. Independente do que aconteça com ele, em instantes ele se esquece. Não guarda nada. Ele perdoa facilmente. Se você esta brava com ele, ele ri, fala outra coisa, muda de assunto… Está sempre tudo bem!

Momentos mais “fortes” captados pelas câmeras indiscretas.

– Todos os dias no café da manhã ele coloca uma xicrinha pra minha mãe. (54 anos de casados) e muitas vezes coloca florzinha que ele pegou na rua enquanto vai comprar o pão.

– Não importa o que aconteça, ele dorme todos os dias depois do almoço. É parte do seu “remédio”.

–  Quando passa o lixeiro, lá vai ele com a garrafinha de café bater um papo e fazer uma gentileza… (câmera da frente da casa).

– A cidade dele estava em lockdown e eu o via saindo…. quando eu ligava pra ele, já ia dizendo…. vou ali conversar com os homens que estão barrando as pessoas de entrar na cidade….

– Ele segurando um saco plástico bem grande, com a netinha em uma das pontas, fazendo um gira-gira e ela morrendo de rir.

– Meu pai, dançando na sala enquanto ouvia o programa de domingo na rádio Educadora de Batatais.

 Tem muito mais, inclusive cenas proibidas, mas aí… só marcando comigo um cafezinho da tarde… eu conto tudinho!

Propaganda do BBP

Faça esse investimento, vale a pena. Instale câmeras na casa dos seus pais e fique babando a qualquer hora do dia. Não tem retorno melhor de investimento do que este…

Obs.: Aff, falei tanto disso que tchau… vou espiar um pouquinho…

Roberta Corsi – Bela Urbana, coordenadora do Movimento Gentileza Sim que tem como objetivo “unir pessoas que acreditam na gentileza” e incansavelmente positiva, para conhecer o movimento acesse https://www.facebook.com/movimentogentilezasim 

Já escrevo para o blog há um tempo, mas ultimamente ando meio sumida…

Minha cabeça anda a mil, meu corpo em velocidade negativa…pelo menos é assim que me sinto.

Todos os dias levanto com um monte de ideias, mas o foco, cadê?

Não é assim como se eu não estivesse sendo produtiva… faço todos meus deveres normalmente, não estou deixando de entregar nada daquilo que é necessário, mas é isso, o necessário e pronto.

Parece que entrei no modo sobrevivência e não consigo sair dele.

Está estranho, desconfortável e ao mesmo tempo como se não fosse eu… parece que estou vivendo num tempo apartado do tempo… Será que dá para entender?

Minhas emoções andam à flor da pele.

A paciência… ah, a paciência se esvaiu pelos dedos.

Ando travando uma guerra nem tão santa entre a vontade de tacar um foda-se e a consciência de que todos, ou quase, estão vivendo no limite e por tanto é necessário segurar minha onda.

Não sei você, caro leitor, mas tenho tido muito mais oscilações de humor que o normal… quero muito acreditar que vamos tirar uma lição disso tudo, mas no momento tá bem difícil.

O que me resta é viver um dia de cada vez na esperança que a tempestade que se fez dentro de mim passe e dê lugar a um belo arco-íris.

Adriana Rebouças – Bela Urbana, formada em Publicidade. Cursou gastronomia no IGA – São José dos Campos. Publicitária de formação e Chef por paixão. Sócia do restaurante EnRaizAr em São José do Campos – SP.

Foto Adriana: Taine Cardoso Fotografia

Hoje pela manhã me deitei no parque, havia bastante barulho ao redor;
Pessoas faziam exercícios, crianças brincando e pessoas jogando dominó;
Ainda deitado na grama fresca, sob o sol que ardia em uma tarde vazia;
Pude observar, a pipa que subia e descia, em um balé de criança a se admirar;

Absorvido por aquela visão, crianças e adultos em uma mesma canção;
Mal poderia acreditar, que já tinha um ano que fomos libertos da pandemia;
Das máscaras e olhares que se escondiam, das opiniões especialistas de toda forma que se faziam;
Não podíamos ver sorrisos, só os ouviam, mal podia ver seus olhos, envoltas as lágrimas, se escondiam;

Mas tudo isso passou, o povo se vacinou e a pandemia acabou, foi passado, não existe mais;
Ficou do nosso lado algo a se aprender, ricos, pobres, brancos e negros, ante a doença, somos todos iguais;
Também aprendemos como é importante o abraço, mas o álcool em gel veio e ficou;
Quero ver seu rosto, abraçar seu corpo e não me preocupar, já tem um ano que vi este problema acabar;

Hoje a noite tem barzinho, se não me engano é samba e violão;
Vou encontrar com os amigos, beber chopp, cantar canções;
Ao final da noite, já um pouco cansado, retornar para casa;
Tomar meu banho e me prepara para um domingo de alegria, vai ter corrida no parque, quase uma poesia;

Isso não é imaginação, isso é uma visão do futuro, mesmo o samba e o violão;
Não teremos mais pandemia, que apesar de rimar com poesia, não me traz alegria;
Este futuro próximo e distante alimenta meu coração;
Vai passar, basta acreditar, encontraremos o caminho e nos restará as nossas lições.

André Araújo – Belo Urbano. Homem em construção. Romântico por natureza e apaixonado por Belas Urbanas. Formado em Sistemas, mas que tem a poesia no coração. 46 anos de idade, com um sorriso de menino. Sempre irá encher os olhos de água ao ver uma Bela Mulher sorrindo.

Se por ventura o tudo bem precisa ser negociado a cada instante, que lemos uma notícia, está havendo a necessidade de nos reconhcermos como habitantes de um mesmo tempo, em uma mesma história e também num memso planeta, alguém dúvida?

#Canceleacovid

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Com Covid aprendi que:

– O autocuidado não deveria ser uma escolha. Nosso corpo é a maior preciosidade que temos no mundo terreno. Cuide-se com muito amor.

– O autoconhecimento nos faz perceber precocemente os sinais do nosso corpo, oportunizando tempo para a cura.

– O nosso maior propósito aqui neste planeta é conhecer a si mesmo a ponto de conseguirmos aprimorar nosso espírito.

– Cuide dos seus processos intuitivos, estimule-os. A intuição é o nosso maior GPS.

– Ter amigos desejando o nosso bem nos fortalece e nos conecta com uma fonte imensurável de luz.

– Alimentar laços de amor todos os dias de nossas vidas deve ser a nossa maior prioridade.

–   Cuidar de quem amamos com dedicação é uma das coisas que mais vale a pena nesta vida.

– Demonstrar amor ao próximo só é possível quando nosso coração transborda de amor por nós mesmos.

– Antes de querer salvar o mundo, salve a si mesmo.

– Os cachorros são grandes companheiros dos homens e nos ensinam o que é amar incondicionalmente.

–  Mergulhar nas nossas sombras é necessário para a evolução.

– Abrir-se para o inesperado é reconhecer nossa falta de controle e confiar no que Deus reserva para a nossa vida.

– Viver o presente é alinhar corpo, mente e alma, trazendo estado de consciência para nossas escolhas.

– Dentro do mal há bem e dentro do bem há mal. A divisão do que bem e mal é feita pela a nossa mente… para a alma não há dualidade.

–  O covid não é monstro, ele só veio nos mostrar como somos frágeis na matéria e quão melhores podemos ser no espírito.

– Só hoje é tempo de perdoar, de agradecer, de ajudar e de entrar em contato com a sua melhor versão. A vida é passageira mas nossa caminhada é eterna.

Carolina Salek Fiad – Bela Urbana, Mulher, mãe (muito mãe), yoguin, aromaterapeuta, reikiana, professora, entusiasta da vida. Acredita que o corpo é instrumento de cura e evolução. Lema de sempre: Leve a vida leve.

Após um ano de pandemia, o Corona continua aqui e agora. Um pouco disfarçado, em suas novas variantes, ele continua dominando a área no nosso dia-a-dia.

Confinamento, semi-confinamento, imunidade de rebanho. Lavagem das mãos, álcool gel. Máscara de tecido, máscara descartável. Vacina, não vacina. Abre escola, fecha escola, Abre comércio, fecha comércio. O perto ficou longe e o longe ficou perto. Vida e morte. Parece que as dualidades se acentuaram ao invés de se integrarem.

Incrível a dificuldade de adaptação do ser humano ainda. Não vêem a hora de “voltar como antes”, viajar como antes, abraçar como antes, viver como antes, quando sabemos que não existe nada como antes, com pandemia ou sem pandemia. Não vivem o aqui e agora, não percebendo a sutileza da vida no aqui e agora, não compreendendo que perdem o instante imperceptível da vida, procurando voltar. A volta ao passado nunca foi igual e nunca será, a vida segue seu fluxo sem perdão, sem piedade. O passado é somente nosso grande mestre e autor da nossa saudade, a vida segue aqui e agora.

Incrível, igualmente, a inquietação e medo de como será o futuro. Devemos planejar sim, mas sem se “pré-ocupar” demasiadamente, lembrando que a colheita dependerá do plantio, o futuro sera construído sobre os pilares que colocamos hoje, aqui e agora.

Muitos leigos aprimoraram seus conhecimentos durante esse ano, acompanharam índices de transmissão, fizeram até prescrição de tratamentos, opinaram sobre vacinas, DNA, RNA, ousaram até dar palpite na decisão de quem deve ficar vivo e receber tratamento na UTI, com que idade e em que condições. Realmente, a humanidade está baixa, mas sabemos que “de médico e de louco, todo mundo tem um pouco.”

Viemos para este planeta com um número limitado de respirações, que, para alguns, ficou mais limitado ainda. Emprestamos o oxigênio da natureza para estarmos aqui e nunca agradecemos. E foi no estado do Amazonas, na Amazônia, no assim chamado, “pulmão do mundo”, que faltou o oxigênio, primordial e imprescindível para estarmos aqui e agora.

Famílias aprenderam a ficar distantes, outras aprenderam a ficar juntas. O ensino e o aprendizado tiveram que ser questionados e reformulados. Políticos foram pressionados a tomar decisões e não flutuar só em discursos políticos. Holofotes apontaram naturalmente absurdos ideológicos. Órgãos mundiais foram questionados sobre o que fazem e como. A economia foi golpeada e terá que ser reformulada para se reerguer. E a Saúde se mostrou doente com seu modelo de organização.

O vírus atingiu todos os departamentos dos meios sociais e individuais, foi se infiltrando e se instalando nas fraquezas de cada um. Para essa infecção, infelizmente, os nossos cientistas não encontrarão um anticorpo ou vacina. Precisaremos mais do que nunca da auto-vacina. Precisaremos da disciplina, da compaixão, da empatia, da colaboração e do amor. Ainda teremos que olhar para dentro, o interior permanece antes do exterior.

Resta ainda a esperança, esta que nunca morre, pela memória dos que perdemos e foram levados pela pandemia, de uma reorganização saudável, da limpeza não só física, mas também emocional, da reelaboração positiva das relações, do verdadeiro sentido da globalização, do valor da vida no instante presente, do despertar espiritual, ou pelo menos, do despertar ao que é invisível a olho nu, como ele….aqui e agora.

Viviane Hilkner – Bela Urbanapublicitária (PUCC) e Profissional de Marketing (INPG). Atuou na área, no Brasil, em agências de publicidade e meios de comunicação, e, na Itália, em multinacionais no Trade Marketing e Brand Development & Licensing. Morando na Suíça, mudou seu estilo de vida e apaixonou-se pela prática de Hatha Yoga. Ansiando compartilhar esta prática e sabedoria milenares, fornou-se professora.Atualmente, ensina no Centre Kaizen e no Club de Yoga da Associação de Esportes e Lazer da Nestlé.Organiza Workshops e Retiros de Yoga na Suíça e no exterior, principalmente, na Grécia.Sua profissão tornou-se hobby e seu hobby, sua profissão.


Confesso, sem problemas. Assisto sim ao Big Brother 21.

Melhor assistir ao BBB do que os noticiários que mostram cenas dantescas de mortes e números alarmantes da Pandemia.

Estamos exaustos.

Não sou NEGACIONISTA, muito pelo contrário, sigo à risca todas as orientações e protocolos de prevenção da Covid.

Mas, assistido ao programa, percebo que nós também estamos vivendo em um “Big Brother”. Vejamos:

  • Há um confinamento mundial, físico e emocional;
  • Uma grande parte vive na “xepa”, ou seja, não consegue colocar comida na mesa por causa da crise econômica;
  • Há brigas e mais brigas entre os governantes, farpas para todos os lados;
  • Muita gente dançando em baladas, mesmo que clandestinas;
  • Muitos saindo do jogo. Mas no caso do Big Brother daqui de fora, são pessoas saindo involuntariamente do jogo da VIDA;
  • Alguns parecem que jogam mais, outros menos. No BBB aqui de fora, uns assumem suas responsabilidades individuais no combate ao vírus, já outros parecem levar a vida normalmente.

Mas a GRANDE DIFERENÇA do Big Brother da TV com o Big Brother que está rolando aqui fora é que…

…o da TV tem dia e horário para acabar.

Angela Carolina Pace – Bela Urbana, publicitária, mãe, apaixonada por Direito. Tem como hobby e necessidade estudar as Leis. Sonha que um dia as Leis realmente sejam iguais para todos.

Há pouco menos de 500 anos o calendário era outro, o ano se iniciava no final de março com a chegada da primavera no hemisfério norte e outono para nós, abaixo da linha do equador.

A partir de 2020, aqui no Brasil começamos uma nova contagem de tempo que acaba de completar um ano, um ciclo.

Certa vez, um amigo me disse que sempre após um evento marcante em nossas vidas deveríamos esperar um ano para avaliar com clareza e realidade como estamos, pois, como ele disse, após um ano teríamos experimentado viver a “primeira vez” de várias situações.

Agora que acabamos de retornar ao mesmo ponto da órbita solar que estávamos quando fomos colocados à prova em nossa imensa capacidade de adaptação, aceitação, superação e esperança, vejo que estamos tendo a chance de fazer pela primeira vez em uma segunda vez.

Eu ainda não, pois nasci em dezembro, mas alguns de vocês ou seus filhos já comemoraram o segundo aniversário nesta nova dinâmica, outros estão experimentando novos formatos e modelos de convivência e relacionamento.

O convite aqui é para refletirmos e percebermos como somos capazes de aprender e ensinar mesmo nas situações mais adversas da vida. Não quero romantizar, nem dramatizar o que estamos vivendo, longe disso. Proponho apenas que cada um olhe para o seu “mundo” e perceba a oportunidade que estamos tendo de rever tantas variáveis e fatores em tão pouco tempo. Quantos processos individuais e coletivos foram catalizados nessas quatro estações.

O que será que foi pior, aquilo que aconteceu e queríamos ter evitado ou aquilo que não desejávamos e simplesmente aconteceu. É aí que entra a diferença entre conformismo e aceitação, quando acessamos um lugar de paz e leveza em nosso coração, onde a dor, o medo e a insegurança não existem.

Será que quando algo acontece em nossa vida é realmente a primeira vez?

Embora digam que um raio nunca cai no mesmo lugar, algumas teorias dizem que “tudo acontece duas vezes”. Primeiro na nossa mente e depois na realidade. O jogador de basquete Michel Jordan dizia que antes das partidas mais importantes da sua vida, ele “imaginava” algumas jogadas e “magicamente” no dia do jogo elas aconteciam exatamente como ele havia imaginado.

Pensando assim, podemos contribuir com a realidade imaginando soluções, caminhos e pontes para nos conectar com a sociedade e o mundo que queremos, para que quando ele existir tenhamos a sensação de estamos vivendo a primeira vez pela segunda vez.

Flávio Oliveira – Belo Urbano, pai da Júlia, Terapeuta Integrativo, Facilitador de Grupos de Homens e um apaixonado por Filosofia, Poesia e Astronomia.

Fui convidada a escrever um texto… pandemia, um ano depois.

Me estranhei com a dor muda, com o sofrimento silenciado, com a sensação de impotência e desesperança com que me deparei, ao tentar trazer em palavras minha vivência de agora.

Tantas perdas, tantas relações estremecidas, tantos momentos perdidos, tanta instabilidade material.

A principio estávamos lutando, sendo fortes, praticando resiliência frente a um inimigo imensamente maior que nós, contra o qual tínhamos poucas armas e nenhum conhecimento.

Agora estamos nos relacionando com um inimigo conhecido, antigo, com a manifestação da ignorância nos inúmeros erros de gestão. Erros que significam vidas. Erros que significam vazios. Erros que significam também nossa falta de capacidade de reagir enquanto povo brasileiro de forma organizada e assertiva.

Palavras de motivação e reflexões sobre como cada um pode lidar melhor com os fatos já não cabem mais.

Precisamos de palavras de misericórdia. Precisamos de compaixão ativa.

Precisamos transmutar essa dor muda em ação pelos mais necessitados.

Precisamos colocar nossos recursos internos e externos à disposição, para socorrer os que estão ficando pelo caminho. Para oferecer o pão, mas também a alma e o coração.

Direcionar nossa energia de indignação, dor e medo em ações de
corpo, fala e mente, na escala que nos for possível.

Etienne Janiake – Bela Urbana, psicóloga, professora de Yoga e meditação, mãe, se encanta pelo florescimento humano e pelo cultivo de relações mais lúcidas e compassivas. Nas horas vagas adora dançar e desenhar mandalas.

A pandemia continua e o que eu poderia falar que você não saiba…nada!

Então, vou falar o que aprendi até agora:

– Que, cuidar de plantas não é uma obrigação e fica cada vez mais prazeroso quando se faz com calma.

– Que todo mundo da casa pode ajudar de alguma forma.

– Que a gente subestima o conhecimento culinário dos filhos e do marido.

– Que usava muito tempo meu para limpeza de casa e passar roupas (não passo quase nada agora).

– Que aquele monte de roupas, sapatos e bolsas, não fazem tanta diferença… nem os batons…mas, os perfumes sim… eles me trazem lembranças e os pijamas então? Nossa, eles devem ser muuuuito confortáveis e bonitos, afinal… eu mereço estar bonita na melhor hora do dia!

– Que fazer um esporte é cuidar da gente, mais que isso… é liberdade de sair e ter um tempinho pra você!

– Que eu corria muito para depois, só no fim do dia encontrar quem valia realmente a pena… hoje, ficamos o dia todo juntos!

Que apesar de não parecer… gente famosa, também é de carne e osso como eu!

 E o principal… a gente começa a fazer vários cursos on line, ler livros para aprender… mas que na verdade, quem tem mesmo razão é a Monja Cohen…

O INFERNO SOMOS NÓS.

Tudo depende de como a gente resolve enfrentar a vida e qualquer coisa que nos aconteça. Você que define como quer e vai enfrentar a vida, as pessoas e essa pandemia. Acorda, sacode a poeira e dá a volta por cima!

Roberta Corsi – Bela Urbana.
Fundadora e coordenadora do
Movimento Gentileza Sim,
que tem por objetivo “unir pessoas que acreditam na gentileza” e incansavelmente positiva. Mãe da Gabi e do Gui. Gosta muito de reunir a família ao redor de uma boa mesa
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