Somos uma CASA… “CASA PRÓPRIA”

Somos a IMOBILIÁRIA… “SEM SOCIEDADE”

Somos os MÓVEIS… “PERSONALIZADOS”

Somos o CHAVEIRO… “SEGREDOS ÚNICOS”

Somos o RESPONSÁVEL… “PELOS CUIDADOS”

Somos as PLACAS DE SINALIZAÇÕES/SEMÁFORO… “USO OBRIGATÓRIO”

Somos o SEGURANÇA… “AUTORIDADE”

Portanto, nós não devemos nos esquecer de que todos nós somos o PROPRIETÁRIO nesse INVESTIMENTO PESSOAL…Temos que ter atenção aos INVASORES ditos SEM TERRA… E também não oferecer o USUCAPIÃO…

O uso natural da PALAVRA NÃO temos que aprender… Esta ATITUDE não significa EGOÍSMO, e sim RESPEITO por nós mesmos. E também temos que usar as nossas PLACAS de SINALIZAÇÕES sem sofrer mesmo… E não precisamos nos mostrar BONZINHOS e muito menos SERVIS quando sentirmos PERIGOS.                                                                    

Somos a “ÚNICA ESPÉCIE” que PODE se dar ao “LUXO e ao LIXO”… E também “SE LIXAR” pelos acontecimentos dentro de nossa CASA… Pensem nisso, pois a ANALOGIA pode ajudar e muito sobre o nosso ENTENDIMENTO, é quando usamos a nossa INTELIGÊNCIA MENTAL com intensidade. 

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

A mente humana é capaz de aprender muitas coisas. Boas e ruins!

Veja, por exemplo, a perfeita reprodução da Sonata No. 21, de Beethoven, pelo pianista norueguês Leif Ove Andsnes (https://goo.gl/Vf7Xqo) ou o inacreditável “double-back-flip” do piloto americano de motocross Travis Pastrana (https://goo.gl/hLhJaa). Que tal os indescritíveis pratos do “Chef” francês Michel Troisgros, da Maison Troisgros Restaurant (https://goo.gl/k6Cwne) ou a capacidade de criação da artista plástica americana Mindy Alper (https://goo.gl/NdN7jM), que sofreu a vida toda com problemas mentais…

Há quem diga que podemos aprender tudo. Eu digo “quase tudo”! Há algo que não se aprende: carinho e
respeito.

Carinho e respeito andam juntos, de braços entrelaçados, inseparáveis e não são habilidades, técnicas nem tampouco estratégias. São sentimentos! E sentimentos não se aprende, se sente!

Respeitar significa valorizar, compreender e perceber a relevância do outro ainda que não concorde. Sylvester Stallone disse certa vez que admirava o trabalho de Arnold Schwarzenegger (https://goo.gl/tFwcIl), mas odiava o cara porque eram muito competitivos no universo de Hollywood. Eles sempre se respeitaram, ainda que quisessem estrangular um ao outro.

Já o carinho é o subproduto do respeito combinado com a admiração. Oprah e Kirstie Alley Fawn expressam claramente esse sentimento ao falar da generosidade de John Travolta e de como ele se dedica à pessoa com quem está, seja em uma conversa, em um evento ou em um encontro social (https://goo.gl/yUbvZu).

Mas o que isso tem a ver com o detergente, você deve estar se perguntando agora?

Bem, respeito e carinho são notados não na grandiosidade de atos, mas nos detalhes. Um olhar, um toque, a sensibilidade de ouvir em silêncio, ou de dizer a palavra certa, no tom certo, no momento certo. E a atenção ao detalhe está em tudo, o tempo todo, é parte da sensibilidade e do bom senso do indivíduo.

Sentimentos, assim como o aprendizado, contudo, vêm da prática constante, de hábitos saudáveis que atentam às mínimas coisas do dia a dia.

Portanto, uma pessoa que genuinamente tem respeito e carinho por tudo e por todos jamais espreme o pote de detergente…

Cássio C. Nogueira – Belo Urbano, psicanalista, coaching, marqueteiro, curioso, maluco com CRM, apaixonado pela vida e na potência máxima, sempre!