Nestes últimos dias tive um papo com um cara que me fez refletir bastante sobre um assunto tabu. Na conversa ele me disse que apesar de ser muito bonita e atraente dificilmente eu engataria um namoro pois tenho filho e essa questão diminui bastante as minhas chances.
Ok! Até certo ponto concordo pois o que mais se vê por aí é cara com medo de relacionamento serio, imagine então assumir uma família que ele não formou. Mas a partir deste pré-conceito resolvi enumerar alguns tópicos esclarecendo porque deve ser muito mega-master-bom me namorar sendo eu uma mulher com filho.
Então vamos la!

1. Sou muito mais madura e tenho menos mimimi.
Já vivi um relacionamento, enfrentei a separação e agora cuido do meu filho sozinha. O foco e a importância maior da minha vida está nele, não em você. Tenho pouco tempo para picuinhas ou infantilidades como algumas mulheres que saíram da adolescência e sufocam seus namorados. Namorar comigo é mais tempo para fazer as suas coisas sem alguém no pé para cobrar tua atenção a cada minuto.

2. Sou mais franca e com menos joguinhos.
Já vivi um relacionamento e já passei pela experiência de maternidade o que me tornou mais franca na parte sexual. Aqueles joguinhos do tipo “O que ele vai pensar de mim se eu tomar a iniciativa?”, ficou muito mais escasso pra mim. Somos adultos, se quisermos fazer algo prazeroso juntos, por que passar vontade?

3. Mais independente.
Resolvi cuidar do meu filho sozinha, preciso arcar com custos e responsabilidades para isso. Não preciso me escorar em você e você não precisa se responsabilizar pela minha vida financeira. Se estivermos juntos, é porque nos gostamos. E ponto.

4.Muito mais resolvida com meu corpo.
Depois que meu filho veio ao mundo, fiquei bem mais resolvida com meu corpo. Aquelas neuras com estrias, celulites ou quilinhos a mais são mais amenas para mim que já convivi com um turbilhão de mudanças muito mais drásticas. Aceito melhor meu corpo sou muito menos encanada e mais suscetível a me dar e proporcionar prazer.

5. Sem pressa pra decisões serias.
Ao contrário de algumas mulheres que são loucas pra casar, eu já passei por isso e sei bem o ônus e bônus deste passo. Eu posso até querer casar de novo, mas serei muito mais cautelosa para tomar esta decisão já que tenho uma vivência maior tanto em relacionamento quanto na maternidade. A coisa vai fluir naturalmente se tiver que ser. A pressão será muito menor e a tendência é que os passos aconteçam no momento certo, sem precipitação.

6. Sou uma mulher de atitude!
Ser mãe solteira não é fácil. Cuido sozinha do meu filho todos os dias, trabalho, cuido da casa, tenho responsabilidades com ele e ainda reservo um espaço para me arriscar na vida emocional… Namorar comigo é encontrar uma mulher forte e decidida! Ao contrario daquelas menininhas na balada.

7. A gente vai se curtir muito! (E é isso que importa!)
Meu filho não precisa de um pai, ele já tem um! Não precisamos de ninguém nos completando ou preenchendo o lugar de alguém. Tudo aqui já esta muito completo e resolvido. Então só o sentimento, respeito e atitude bastam.
De resto é só correr pro abraço!

Agora o recado vai para o cara que me fez refletir por horas sobre essa questão e me disse que dificilmente namoraria já tendo um filho.
Deixa o preconceito de lado! A vida não é uma equação matemática com resposta única. Você, provavelmente, já foi a tampa de outra panela e a tua ex a metade da laranja de outro cara. Por que me penitenciar por ter vivido algo que não deu certo? Por que me julgar por ter tentado? O importante não é se eu tenho um filho, se tenho outro status social, ou melhor ou pior resolvida financeiramente do que o cara que estou, o importante é que eu estou pronta para fazer alguém feliz e deixar alguém me fazer feliz! Se isso acontecer, todo o resto é balela.

Gi Gonçalves – Bela Urbana, mãe, mulher e profissional. Acredita na igualdade social e luta por um mundo onde as mulheres conheçam o seu próprio valor. 

 

Outro dia assisti a uma aula, na qual o professor descrevia a felicidade sob a ótica da prática filosófica. Dizia ele que “felicidade é o estado de potência máxima do ser” – nós só somos felizes de fato naqueles momentos que não queremos que acabem. E isso fez muito sentido para mim, pois, ao olhar para trás, notei que os momentos que não quis que acabassem foram também os momentos mais intensos que experimentei.

Quando digo intenso, me refiro a prazer, relaxamento e até dor. Sim, dor! A vida não existiria sem dor. A dor é aquele professor ranzinza que nos ensina e nos força a fazer o que quer que seja necessário para chegarmos a um lugar melhor, fazermos algo melhor e sermos alguém melhor, mais flexível e com mais recursos. Só o desconforto nos move e sem ele, morreríamos de inanição – muita gente morre assim!

A mente jovem não racionaliza; não abre mão do desejo para sentir segurança; não se afunda na rotina porque ‘a aventura dá trabalho’; e pouco importa o caminho mais seguro, porque o foco está na emoção.

Uma mente jovem não escolhe seus relacionamentos pela lista de virtudes e defeitos do pretendente. Jovens querem se provar, se testar, e, para tanto, encaram qualquer desafio, se atiram no que querem, fazem o que precisa ser feito e até mais! Às vezes caem, mas se levantam, sentem dor, mas se curam, erram, mas aprendem… A mente jovem pode até se dar mal, mas jamais admitirá isso por um simples fato: ela está exatamente onde queria estar e, se está lá, está no lugar certo!

A mente jovem está sempre certa, o mundo é que tem que mudar! Tentar mudar o mundo é a grande graça da vida e arrisco até dizer ‘O SENTIDO DA VIDA’.

Só uma mente jovem tem a capacidade de ser feliz de verdade!

Cássio C. Nogueira – Belo Urbano, psicanalista, coaching, marqueteiro, curioso, apaixonado pela vida e na potência máxima, sempre!

E hoje faz um ano que fiz meu BC (para quem não sabe; BC é Big Chop, significa “grande corte”).
Há um ano atrás, antes de me dar a louca e ir com minha irmã num salão de cabelo afro em Campinas, eu estava passando por transição. Transição esta que não era só da fase de deixar a raiz crespa e o restante com química; era de sentir a mudança me arrebatar por inteira de pouquinho em pouquinho.
Passei pela fase da terrível “duas texturas” com escova e chapinha, pois não queria dar o braço a torcer molhando o cabelo na tentativa de encontrar uma ondulação. Não, eu queria era passar pela fase despercebida dos olhares e arrebentar tudo que eu podia quando estivesse livre da química. Como foi dia 03/10/2015.
Não tive muito apoio na minha fase de transição capilar. Pra falar a verdade mais escutei uns “não faça isso”, “irá se arrepender”, “tá tão bonita assim” do que o que eu mais queria; incentivo e apoio.
Eu não tinha ideia de como era o meu cabelo natural e tão pouco meus familiares. Eles mais se lembravam de quando eu usava relaxamento, então me diziam que meu cabelo parecia com o de Fulana e Beutrana, pois acreditavam que todos os crespos eram iguais.
Após o corte me vi em uma experiência diferente, vida diferente. Em que nada do que as pessoas falavam ou eu me imaginava se concretizou; vi-me com 2 dedos de cabelo crespo, aos quais não conseguia enxergar nem se puxasse e que não formava um cachinho sequer por mais de dois dias por conta da minha falta de cuidado durante a transição, além de ter uma textura que nunca vi na cabeça de nenhuma outra pessoa.
Não vi só minha aparência “Maria João” como ouvi me chamarem nesta época; encontrei-me mulher negra de verdade. Fui sensações, sentimentos e prazeres. Fui descoberta, aceitação e felicidade.
Senti o vento bater em meu pescoço, o cabelo desembaraçar facilmente com os dedos, os fios crescerem rapidamente com o cuidado que dediquei, o amor florescer sobre o volume indomável, o conforto com o frizz desabrochar, o cabelo em mim ornar, o aparelho retirar, o meu sorriso começar a aceitar, a visão se tornar turva e logo os óculos eu ter de obrigatoriamente usar.
Tudo em um ano. Em um ano encontrei-me e resolvi me libertar; usar as roupas das quais eu sempre quis usar, responder aos comentários que eu achava desconfortáveis, me portar da maneira a qual eu me sentia mais confortável e me livrar de amarras construídas por malicias alheias e neuroses com o igual princípio das amarras.

Finalmente estou conseguindo me sentir eu mesma. Finalmente estou conseguindo agir como eu realmente sou e me sentindo bem por isso. Finalmente descobri que a forma de se ter felicidade não é tentando seguir um padrão que os outros gostam, mas um que só eu consiga me sentir bem e alcançar. Finalmente descobri que a felicidade para comigo mesma não é uma coisa distante.. E finalmente descobri como é bom o amor próprio que vivia dizendo para o próximo ter. Finalmente sinto prazer em ser eu mesma.

Obrigada a todos que me apoiaram e àqueles que não o fizeram; muito obrigada também, me fizeram refletir e descobrir muito mais coisas do que eu podia acreditar poder descobrir sobre mim mesma.

Marisabel Cruz– Bela Urbana, recém-formada do Ensino Médio e Técnico em Meio Ambiente. Apaixonada por biologia e línguas. Gosta de rock, MPB e ama livros. É a caçula; tem 17 anos e anseia por um mundo com mais liberdade e desprendimento. Signo de touro com ascendente em sagitário, leva no celular seu mapa astral aonde quer que vá. Deleita-se com apresentações de novas culturas e crenças em sua vida, estando sempre em busca de novos conceitos e pontos de vista.

shutterstock_288431711 (1) mulher e banana

A romã, fruta já bastante conhecida por suas propriedades medicinais, é rica em antioxidantes que estimulam o aumento da circulação sanguínea nos órgãos genitais do homem, facilitando a ereção.

O abacate é um nome dado pelos astecas, que significa literalmente “testículos”, devido à forma que o fruto fica pendurado na árvore, remetendo a forma de um testículo. O abacate é uma fruta nutritiva rica em proteínas, vitamina A, potássio e acidos graxos não-essencias, que ajudam o corpo a produzir testerona e estimulam um forte impulso sexual.

O leite de coco é uma bebida nutritiva, que pode melhorar a digestão e aumentar o apetite sexual. A água de coco também estimula o metabolismo e aumenta o fluxo sanguíneo, agindo assim, como um afrodisíaco natural. O coco é rico em minerais e vitamina C.

A banana é um pseudofruto ou um falso-fruto, vez que é gerada através de hormônios, sem fecundação. Além de possuir um formato fálico naturalmente sugestivo, a banana em si é rica em potássio e vitaminas do complexo B, nutrientes essenciais para a produção de hormônios sexuais.

Quando a melancia é consumida, a citrulina presente na fruta (em maior concentração na casca do que na polpa), é convertida em arginina por enzimas. Tais enzimas podem não ser tão direcionadas ao órgão sexual masculino como faz o Viagra e o Cialis, contudo, é uma ótima maneira de relaxar os vasos sanguíneos sem correr nenhum risco de sofrer algum efeito colateral.

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Diego Serdan – é do signo Capricornio, curioso por natureza e estudioso sobre os alimentos que fazem bem para a saúde. Trabalha na Modo Comunicação e Marketing, modo.com.br.