Ontem ao voltar para casa, após o trabalho com pessoas naturalmente especiais… BEBÊS, tive a grata visão de dois PÉS de CEREJEIRAS, em minha vizinhança.
Estando eu com a minha valiosa máquina, não me apoquentei!
Roberto parou o carro, e…

E como sempre as analogias me cercaram através de sensações tão estimulantes, que hoje escrevo para todos o que senti, exatamente naquele momento de ORGASMO, diante DELA sobrevoada de ANJOS, ARCANJOS, SERAFINS…

Ao envelhecer, quando chegam as rugas, as marcas do tempo, as fragilidades físicas, emocionais, mentais, jamais podemos esquecer de que como as flores das CEREJEIRAS, que caem após as floradas magníficas que enfeitam o nosso UNIVERSO, e… elas?

AINDA CONTINUAM BELAS, ENFEITANDO O NOSSO
ESTREITO RELACIONAMENTO COM A VIDA,
SOBREPONDO MAIS UMA VEZ A PRIMAVERA, O
VERÃO, O OUTONO E PRINCIPALMENTE O RIGOROSO INVERNO.

(e não é loucura da Jôaninha, que também já está envelhecendo, é simplesmente uma REFLEXÃO, sobre a

troca de e do AMOR!)

Encanto, no encontro, no toque da máquina,
Penso no tempo, penso na plástica!
Me vejo atuante, entre o belo,
Entre os desejos, entre os amores…

E entre os solfejos!

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.