Apresentação do programa

Este programa existe porque a Roberta Corsi fez 50 anos e estava planejando uma festa com vários amigos, família, comes e bebes e muita animação. Mas, não foi bem isso que aconteceu. Chegou a pandemia e nada disso era possível. A distância entre ela e seus pais, aumentou ainda mais, afinal, não se podia visitar ninguém. Ficou claro também, que, apesar de ter em sua vida muitas pessoas importantes, as que mais ela sentia falta, eram seus pais.

Foi aí que resolveu pegar o dinheiro reservado pra festa e colocou 6 câmeras na casa dos seus pais e aí… começa o BBP…

Apresentação do morador da casa do BBP – Sr. Roberto

Vou começar com a frase que ele, meu pai, não para de repetir… ”tenho 80 anos e não tomo nenhum remédio”.

Bom, vou contar pra vocês, como ele consegue este milagre.

Ele tinha uma panificadora no interior de São Paulo, trabalhava muito e depois que se aposentou, resolveu ser artesão e reformar cadeiras antigas de palhinha. Além disso, não para de fazer palavras-cruzadas todos os dias, incansavelmente!

Mas, apesar de ser bom, esse não é o segredo…

O segredo dele é a alegria… alegria por viver, alegria em gostar das coisas mais simples da vida (fica horas olhando um cachorro na rua, um bêbado cambaleando no fim do dia etc.).

Ele nunca está triste e está sempre de bom humor. Independente do que aconteça com ele, em instantes ele se esquece. Não guarda nada. Ele perdoa facilmente. Se você esta brava com ele, ele ri, fala outra coisa, muda de assunto… Está sempre tudo bem!

Momentos mais “fortes” captados pelas câmeras indiscretas.

– Todos os dias no café da manhã ele coloca uma xicrinha pra minha mãe. (54 anos de casados) e muitas vezes coloca florzinha que ele pegou na rua enquanto vai comprar o pão.

– Não importa o que aconteça, ele dorme todos os dias depois do almoço. É parte do seu “remédio”.

–  Quando passa o lixeiro, lá vai ele com a garrafinha de café bater um papo e fazer uma gentileza… (câmera da frente da casa).

– A cidade dele estava em lockdown e eu o via saindo…. quando eu ligava pra ele, já ia dizendo…. vou ali conversar com os homens que estão barrando as pessoas de entrar na cidade….

– Ele segurando um saco plástico bem grande, com a netinha em uma das pontas, fazendo um gira-gira e ela morrendo de rir.

– Meu pai, dançando na sala enquanto ouvia o programa de domingo na rádio Educadora de Batatais.

 Tem muito mais, inclusive cenas proibidas, mas aí… só marcando comigo um cafezinho da tarde… eu conto tudinho!

Propaganda do BBP

Faça esse investimento, vale a pena. Instale câmeras na casa dos seus pais e fique babando a qualquer hora do dia. Não tem retorno melhor de investimento do que este…

Obs.: Aff, falei tanto disso que tchau… vou espiar um pouquinho…

Roberta Corsi – Bela Urbana, coordenadora do Movimento Gentileza Sim que tem como objetivo “unir pessoas que acreditam na gentileza” e incansavelmente positiva, para conhecer o movimento acesse https://www.facebook.com/movimentogentilezasim 

A série HISTÓRIAS DE AMOR foi uma dessas séries leves, gostosas e tão necessárias de serem ditas. Tivemos a estreia de colunistas novos, como a Shirley, que nos trouxe uma linda história inspiradora, de que em qualquer tempo pode haver um reencontro, como a dela, de um amor real, De J’teaime moi non plus à Amor I love you. O Alfredo abriu para todos os leitores seus guardados com Uma carta de Amor escrita numa Olivetti. Carta real. Será que foi entregue? Afinal, a carta está com ele, mas essa história quem sabe ele nos conta outra hora. E por falar em carta, a Liliane veio com Carta Aberta ao Amor, que delícia de texto! Já o Bernardo fez sua estreia com dois textos, em Dose Extra de Amor ele nos diz que “amor é todo dia, sem adiamentos”. Alguém duvida? Eu não. E ainda em Noite de Picadeiro que nos faz sentir na pele do protagonista com todas suas emoções. Uma boa turma nova que chegou aqui no Belas Urbanas, super bem-vindos.

Tivemos três #tbts, o da Claudia com sua poesia RETRATO e seu contar sobre a relação de uma taurina e um escorpiano. Aliás, o que é um retrato? Penso que é captar a poesia do dia a dia e apreciar. Por mais retratos então! Macarena também nos falou dos signos, Virgem e Peixes. Histórias verdadeiras, mesmo quando são passageiras, marcam nossas almas positivamente, bom seria se todas fossem assim. Será que podemos fazer do limão sempre a limonada? Eu não sei, mas ando aprendendo. Tove com seu Um conto moderno, mas ainda assim, encantado! mostra que a modernidade não é sinônimo de frieza e percebemos que contos reais são melhores que os de fada. Seu conto nos desperta aquela esperança de que tudo é possível em qualquer fase da vida, igual ao da Shirley. Sim, estamos todos ligados e nem sabemos, até nas histórias com similaridades.

Marina conta Sobre um amor bom, e um bom amor nem sempre segue a regra do felizes para sempre, mas fica na alma e desperta aquele sorriso no rosto ao lembrarmos. Roberta com sua A linguagem do amor… nos faz refletir sobre o que leva as pessoas a se enamorar senão o próprio sentimento de amar. Lembrei uma música que diz: “toda forma de amor vale a pena e toda forma de amor vale amar”, abaixo aos preconceitos, deixe que cada um ame quem quiser. André faz uma declaração para Marina. Quem já recebeu uma declaração de amor? Quem ainda nunca fez uma declaração? Se não fez, está em tempo, faça! Mesmo que as mãos fiquem trêmulas, mesmo que o coração acelere. A vida é aqui e agora, não deixe passar. Não tenha vergonha de mostrar sua felicidade. Escrevi sobre Meu primeiro amor, e disse: “por que algumas vezes temos vergonha e queremos disfarçar nossa felicidade?“, deixo a pergunta aberta para vocês… preciso saber a resposta. Outro ponto muito bacana desse texto foi o retorno que os leitores deram de que a história resgatou uma conexão com suas próprias histórias.

Afinal, o que todos queremos saber Sobre um bom amor é o que significa isso. A Siomara, com toda sua delicadeza, trouxe claramente em sua poesia “para ser leve não precisava ser breve…” e que “para ser fogo não precisava ser doente”. Bingo! É isso. Faço a analogia com a música do Titãs “a gente quer comida, diversão e arte…”, nada menos que isso quando falamos de amor, de um bom amor. E por falar em comida, nos Conselhos da Madame Zoraide – 24 – Amor ela diz que o “amor é barriga“, essa Madame Z sai das explicações lógicas, mas fica claro seu ponto de vista quando diz: “O AMOR não se entende, só se sente, como a barriga”. Não tem como negar uma dor de barriga meus amigos!

E para fechar essa série temos a psicóloga Clarissa em seu texto Relacionamento Saudável e seus desafios que reflete sobre esse caminhar a dois, onde essa máxima que diz que opostos se atraem caem por terra. Opostos não duram, o que faz durar são olhares parecidos entre tantas outras boas coisas da vida. Vale a pena ler. Aliás, vale a pena ler todos, de preferência pela ordem de postagem, garanto que as leituras serão uma injeção de alegria nesse domingo.

Amor melhora tudo!

Adriana Chebabi  – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre seu trabalho de comunicação e mkt e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa.

Estes dias estava estudando com meu filho os temas de redação para vestibular. Um deles era a linguagem neutra. Eu nem sabia o que era e quando fui buscar no dicionário é basicamente a utilização de uma terceira letra (E) para se referir a todos, sem particularizar gênero com a letra A para feminino e O para masculino. No início achei absurdo, afinal, mais uma diferenciação? Este povo está maluco? Onde isso vai parar?

Foi aí que comecei a pensar no assunto e quando chega o dia dos namorados, reflito sobre o que leva as pessoas a se enamorar é o amor…ah, aí sim, cabe uma observação.

Quando queremos amar, será mesmo que queremos ter filhos? Será que amar só pode ser entre homem e mulher? Será que amar significa sexo? Sexo significa “penetração”? Nossa….tenho dois filhos adolescentes e nem sei o que vai ser nesta área da vida deles, mas muitas pessoas têm conceitos muito fechados para o AMOR.

Claro que temos vários tipos de amor… amor de mãe, de filho, de avó… mas o amor de namorado? Este também, no meu ponto de vista poderia ser mais livre…. já que acredito que amor para namorar é:

  • Estar junto
  • Trocar carícias
  • Ajudar um ao outro
  • Conviver bem
  • Construir coisas juntos
  • Sonhar juntos
  • Viver juntos…
    Para fazer tudo isso acima e curtir o dia dos namorados, só posso ser homem e mulher? Não pode existir AMOR de outra forma? É isso mesmo? O que vale a pena são os gêneros criados pelos homens? Acho que a palavra gênero, não deveria nem existir. Ela deveria ser trocada por “humanos”. Somos humanos, e como humanos devemos AMAR. Esta é a razão do porque estamos aqui. Amar, ser simples, gentil e evoluírmos.
    Sou casada à 25 anos, tenho uma família linda e escolhi um SER HUMANO maravilhoso para me acompanhar nessa caminhada. Qual o gênero que ele é? Hoje eu digo… isto não faz a menor diferença!

AME ACIMA DE TUDO! ENCONTRE ALGUÉM PARA DIVIDIR SUA VIDA, PRA SONHAR E SER FELIZ!

Roberta Corsi – Bela Urbana. Fundadora e coordenadora do Movimento Gentileza Sim, que tem por objetivo “unir pessoas que acreditam na gentileza” e incansavelmente positiva. Mãe da Gabi e do Gui. Gosta muito de reunir a família ao redor de uma boa mesa.

A pandemia continua e o que eu poderia falar que você não saiba…nada!

Então, vou falar o que aprendi até agora:

– Que, cuidar de plantas não é uma obrigação e fica cada vez mais prazeroso quando se faz com calma.

– Que todo mundo da casa pode ajudar de alguma forma.

– Que a gente subestima o conhecimento culinário dos filhos e do marido.

– Que usava muito tempo meu para limpeza de casa e passar roupas (não passo quase nada agora).

– Que aquele monte de roupas, sapatos e bolsas, não fazem tanta diferença… nem os batons…mas, os perfumes sim… eles me trazem lembranças e os pijamas então? Nossa, eles devem ser muuuuito confortáveis e bonitos, afinal… eu mereço estar bonita na melhor hora do dia!

– Que fazer um esporte é cuidar da gente, mais que isso… é liberdade de sair e ter um tempinho pra você!

– Que eu corria muito para depois, só no fim do dia encontrar quem valia realmente a pena… hoje, ficamos o dia todo juntos!

Que apesar de não parecer… gente famosa, também é de carne e osso como eu!

 E o principal… a gente começa a fazer vários cursos on line, ler livros para aprender… mas que na verdade, quem tem mesmo razão é a Monja Cohen…

O INFERNO SOMOS NÓS.

Tudo depende de como a gente resolve enfrentar a vida e qualquer coisa que nos aconteça. Você que define como quer e vai enfrentar a vida, as pessoas e essa pandemia. Acorda, sacode a poeira e dá a volta por cima!

Roberta Corsi – Bela Urbana.
Fundadora e coordenadora do
Movimento Gentileza Sim,
que tem por objetivo “unir pessoas que acreditam na gentileza” e incansavelmente positiva. Mãe da Gabi e do Gui. Gosta muito de reunir a família ao redor de uma boa mesa
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Carnaval de 2021…não teremos…ficaremos em casa…JÁ FOI ASSIM NA MINHA CIDADE!

Apesar de hoje não sairmos de casa por causa da pandemia, em 1984 o motivo para ficarmos em casa era outro: a desigualdade entre meninos e meninas.

Minha mãe, era diferente, me deixava sair e eu era uma das mais animadas. O que eu não me conformava, era com alguns pais de amigas minhas. Minhas amigas não podiam quase sair de casa nesse período.

Argumentos dos pais não faltavam:

– Pessoas bêbadas pelas ruas.

– Pessoas bêbadas dirigindo e os carros perdem o controle.

– Pessoas mal-intencionadas oferecendo drogas, “lança perfume”.

– Amigas que podem beber e te levar pelo mau caminho.

– Danças eróticas.

– Músicas e danças insinuantes.

Afff, eram desculpas mais desculpas.

Mas, eu tive a sorte de ter uma mãe que confiava em mim e sempre dizia que eu é quem sabia qual o caminho a seguir e que eu é quem tomava conta da minha vida.

A única coisa que ficou gravada foi: cuidado, não desgrude do seu copo. Se for ao banheiro, jogue fora sua bebida e pegue outra depois que sair. Eles podem colocar “bolinhas“ e aí, vão abusar de você. Morria de medo.

A estratégia funcionou. Nunca experimentei droga, pulava a noite toda sem parar, ria tanto e me divertia tanto que até hoje ainda penso que muitas das mães que me viam dançando, duvidam da fonte de tanta animação.

E claro, para encerrar a noite, todo mundo ia para a padaria do meu pai comer pão quentinho saindo do forno. E eu? Ia para trás do balcão ajudar a vender, mas ficava atenta, quando meu paquera aparecia… eu não saia do banheiro de vergonha! 

Hoje, com 50 anos, rio das lembranças e vejo que ensinar e confiar é a melhor solução. Prender e proibir, só aumenta a curiosidade. No fim, o diálogo, a confiança e o “olho do vizinho que vai no baile, as perguntas mais descabidas da mãe no dia seguinte e cheirar a roupa da filha todinha escondida…” ainda está valendo!

Roberta Corsi – Bela Urbana.
Fundadora e coordenadora do
Movimento Gentileza Sim,
que tem por objetivo “unir pessoas que acreditam na gentileza” e incansavelmente positiva. Mãe da Gabi e do Gui. Gosta muito de reunir a família ao redor de uma boa mesa
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Bom, o tema é o impacto dos App em nossa vida…

Impossível falar disso sem comentar o recém lançado documentário da Netflix “Dilema das redes”.

Fiquei assustada! São depoimentos reais de pessoas que criaram as mais famosas tecnologias que usamos no dia a dia, incluindo os Apps.

É maravilhoso como eles explicam como criaram, o porque e como está sendo usado hoje.

Até o nosso e-mail… você tem Gmail? Quem não tem? Usa Instagram, Facebook, Google? E sua família? Ah, usa Linkedin?

Não quero dar spoiler, mas a melhor universidade do mundo, Harward, também aparece e se você não assistir…

… digitando

… digitando

… digitando

… não vai aprender que os 3 pontinhos que fica aparecendo quando a outra pessoa está digitando foi criado para te prender na tela… e você ficar esperando (e tem gente que demora muito…).

Mas o melhor é depois que termina. Não desligue. Os testemunhais de como podemos fazer algo, estão lá!

Quanto aos Apps…

… digitando

… digitando

Sou mais natureba e “abraça árvore” como alguns me dizem, mas claro que quero facilitar minha vida… afinal, acho que todo mundo pensa em facilitar a vida para que? Sobrar mais tempo! E aí, a gente quase nunca faz o que gostaria com esta “sobra de tempo”…. mas isso já é outra história.

Tive 3 fases:

1) Fui avessa a eles no início. Não achava que eram importantes e ocupavam muito espaço no meu celular. Como não conhecia, não sentia necessidade.

2) Me apaixonei! O namoro foi um app de dieta. Sabia a caloria de tudo! No supermercado eu não desgrudava do celular e daí para frente… baixei vários! Alguns muito bons e outros que nem valiam a pena… mas mesmo assim eu baixava. Era como se eu me sentisse mais atualizada.

3) Hoje, eu tenho e gosto muito, mas já sei avaliar a real importância. Uso um para corrida, caminhada, ver distância etc. Uso outro para localização em tempo real de todos da minha família, uso outro para meu supermercado favorito etc.

Conclusão:
Acho fantástico os Apps, mas temos que baixar, utilizar e se não gostar, desinstalar… prático e simples! Está é a vantagem da tecnologia.

Aff! Falei demais!

Roberta Corsi – Bela Urbana.
Coordenadora do Movimento Gentileza Sim que tem como objetivo “unir pessoas que acreditam na gentileza” e incansavelmente positiva, para conhecer o movimento, acesse: facebook.com/movimentogentilezasim

Eram 6h15 quando meu marido virou para mim na mesa de café da manhã e me perguntou: e aí? O que você quer no dia das mães?
Comecei a chorar sem parar…ele arregalou o olho, não entendia nada…mas foi gentil em esperar eu respirar com calma e pelo menos conseguir falar o que tinha acontecido.

Todos os anos, eu visito meus pais que moram à 250 km de mim.
O meu presente de dia das mães, sempre foi estar com a minha mãe!
Nada me fazia mais feliz.
Claro que meu marido e meus filhos também iam para lá no final da tarde de domingo, mas isso já era suficientes para nós comemorarmos, pois estávamos todos os outros dias do ano bem juntinhos.

Mas e agora? Fiquei calma e tentava organizar as ideias…e se…

A gente fosse e dormíssemos na minha tia e só ficássemos de longe?
E se só eu fosse, já que que só meu marido trabalha fora?
E se eu fosse e nem dormisse em Altinópolis… passasse o dia?
E se eu andasse 250 km só para almoçarmos juntos?
E se…
E se…

E se eu estivesse com corona sem saber?
E se ela ficasse doente?

E se eu soubesse que eu passei?
E se algo pior acontecesse?
Eu conseguiria viver com a culpa de ter tomado a decisão errada?
Eu não teria como voltar atrás…

Foi aí que eu recebi um post pelo whatsApp: ˜VOCÊ NÃO ESTA PRESO EM SUA CASA, VOCÊ ESTÁ SALVO˜. Mude a linguagem e sua atitude mudará.

Então, finalmente tomei uma decisão…vou continuar desejando para ela, a
mesma coisa que sempre falo primeiro nas comemorações… te desejo
SAÚDE!

Vamos nos juntar pelo whatsApp, zoom e qualquer outra tecnologia…

Mas quero ela “vivinha da Silva“ para poder abraçar muito, fazermos um bolo juntas, dançarmos na cozinha ouvindo a música que eu dediquei para ela na rádio da cidade vizinha, tomar um cafezinho sentada na área e por fim, deitar com ela na cama bem juntinhas, assistindo aos programas da Rede Aparecida enquanto eu pego na sua mão envolta em um lindo terço.

Mãe, feliz dia das mães!

Roberta Corsi – Bela Urbana,
coordenadora do Movimento Gentileza Sim
que tem como objetivo “unir pessoas que
acreditam na gentileza” e incansavelmente positiva,
para conhecer o movimento, acesse https://www.facebook.com/movimentogentilezasim 

Eu começo o dia lendo notícias ruins nos sites, na TV e logo em seguida, parto para minha energia diária…o site Só Notícia Boa…, lá mostra o lado bom de tudo, inclusive sobre este assunto e aí as informações ficam balanceadas…mas meu coração prefere terminar o momento de atualização “com notícias positivas…o dia fica bem melhor”!

Mas, estou em casa e a minha realidade é o que realmente importa.

Minha mãe de 83 anos em casa, filhos sem aula em casa e…de repente o WhatsApp toca. Era minha manicure confirmando o horário de amanhã.

Pensamento 1- Meu Deus, eu não posso ir, não posso fazer isso com minha mãe…será que seria perigoso pra ela? Será que eu seria culpada se eu passasse algo para ela? E meus irmãos? E minha família?

Pensamento 2- Puxa, como sou egoísta, eu é quem poderia levar o vírus pra minha manicure, afinal, ela tem uma mãe acamada e corre mais riscos do que a minha… Ela seria culpada por trabalhar? E o dinheiro dela no fim do mês? E se alguém da família dela pegasse de mim?

Pensamento 3- Nossa, será que preciso mesmo correr este risco? Eu não sei se tenho alguma coisa que ainda não apareceu.

Pensamento 4- E meus clientes? Vai aparecer minhas unhas sem fazer nas reuniões online?

Foi assim minha tarde, uma mistura de sentimentos…às vezes egoísta, às vezes com medo… e foi aí que o amor e a gentileza falou mais alto…

Comecei a pegar os ovos, a manteiga, o leite, a canela, a noz moscada, a ameixa, a farinha de trigo….misturei tudo…, mas achei ainda faltava alguma coisa especial…coloquei então castanhas e mel, que nem tinha na receita. Dei um toque final com fermento em pó, muito amor e bons pensamentos…

Em seguida, untei a forma e coloquei tudo lá dentro. Com o tempo, o cheiro foi se espalhando pela casa toda e todos perguntando que eu estava fazendo e a resposta foi… estava fazendo quarentena, cuidando da família (fiz dois) e fazendo gentileza!

Pode ser que enquanto você esteja lendo este texto, ainda tenha sobrado um pedacinho de bolo no salão da Paula…

Mas se quiser a receitas, me liga…a gente aproveita, bate um papo, você passa o tempo e minha quarentena em casa ficará ainda mais divertida!

Agora, sem unha bonita, mas com muita consciência e muita gentileza!

Roberta Corsi – Bela Urbana, coordenadora do Movimento Gentileza Sim que tem como objetivo “unir pessoas que acreditam na gentileza” e incansavelmente positiva, para conhecer o movimento acesse https://www.facebook.com/movimentogentilezasim 

Me encanta quando uma mãe faz um post no face assim: pode soltar suas cabras que meu carneiro é educado para respeitar sua filha…

Me encanta quando acho no banheiro um bilhete da minha filha que diz: Mãe, comprei este bombom pra você com o troco do meu almoço. Te amo….

Me encanta quando uma mulher pergunta: porque ter um sapo ao invés de um cachorro se ele não te protege e te defende? E aí a criança responde: Não tenho amizades por interesse….

Me encanta quando encontro em minhas fotos antigas o meu pai fazendo a barba no irmão dele que já está bem velhinho e não consegue mais….

Me encanta quando tenho pelo menos um grupo de whatsapp onde TODOS podem opinar livremente, inclusive sobre assuntos de política….

Me encanta quando toda a quinta e domingo à noitinha, ainda consigo fazer nosso “momento família” e perceber o verdadeiro valor do que mais me importa…


Me encanta começar o dia vendo o nascer do sol e viver intensamente como se fosse meu último dia…
…e terminar vendo o pôr do sol, grata por ter recebido mais um chance de amar e ser amado! 


Obrigada pela oportunidade de pensar nisso, avaliar e mais uma vez, agradecer a Deus por tudo!

Roberta Corsi – Bela Urbana, coordenadora do Movimento Gentileza Sim que tem como objetivo “unir pessoas que acreditam na gentileza” e incansavelmente positiva, para conhecer o movimento acesse https://www.facebook.com/movimentogentilezasim 

Com tanto vídeo, fotos e poema sobre o dia da mulher fica impossível não estar com o coração inchado de orgulho…

Na verdade, só me resta falar de como desejo que seja meu dia internacional da mulher!

Quero acordar mais cedo, me olhar no espelho e dizer: Tenho orgulho de você, do que se tornou, do que já realizou e pode realizar ainda hoje.

Depois, abrir a porta da minha sala e dar de cara com minha jaboticabeira, com minhas plantas, temperos e meu sol, sim, meu sol… tenho um sol adesivado no meu muro…ele ilumina minha alma!

Depois, sentada, faço minha meditação (com certeza pensarei em todas as mulheres e claro…você estará neste pensamento comigo), olho para o céu e vejo mais algumas horas que eu tenho a chance de me melhorar, de perdoar,  ter paciência e de ajudar alguém.

Mas passa 20 minutos e começa a correria.

Fazer café do marido, lanche das crianças, cuidar da casa, marcar médicos, pegar resultados de exames, ir no mercado, fazer bolos pra fora…. e assim o dia já passou e a noite, se eu não forçar para ficarmos juntos, cada um vai pro seu lado….mas eu não deixo!

Pelo menos uma horinha junto tem que ter….e o dia termina…você enfim toma banho, pensa em tudo do dia seguinte e dorme!

Mas reparem….tudo o que foi bom no meu dia dependeu exclusivamente de mim. Então, faça o seu Dia das Mulheres melhor do que todos, tirando um tempinho pra fazer o que gosta, isso, faz muita diferença!

Se quiser tomar um café comigo me liga que eu topo!

Roberta Corsi – Bela Urbana, coordenadora do Movimento Gentileza Sim que tem como objetivo “unir pessoas que acreditam na gentileza” e incansavelmente positiva, para conhecer o movimento acesse https://www.facebook.com/movimentogentilezasim