Eu já usava a internet todos os dias, por algumas horas, mas agora na pandemia comecei a usar bem mais. Antes eu não tinha tempo pra isso, pois além da escola tinha várias atividades a tarde, trabalhos escolares e minha vida pessoal, então não dava tanto tempo. Agora até a aula é on-line, então dá bem mais tempo. 

A internet, me ajudou muito para me comunicar com minhas amigas nesse momento em que estamos passando. Passamos horas conversando quase  todos os dias às vezes por mensagem mas normalmente por ligação. Conversamos sempre pelo Whatsapp ou pelo Instagram.

Na internet eu consigo fazer tudo, eu vejo minhas redes sociais, converso com as amigas,  jogo jogos,  ouço música e entre outras coisas. 

Além disso, tem as aulas on-line, eu prefiro presencial pois gosto de estar com minhas amigas e acho mais fácil. Mas acho que on-line,  para reuniões de trabalho em grupo ou de projeto literário,  é melhor. 

Julia Morais Andrade – Bela Urbana -13 anos, gosta de dançar, ouvir música, tirar fotos, fazer lettering, maquiagem, viajar e também de conversar, jogar estar com suas amigas,



Geração Z. O que muitas vezes pode ser um incentivo para o mundo modernizado e global, pode vir a se tornar um tormento. Receber mensagem e não pegar o celular para responder, ou pior, mandar mensagem e não ter a resposta em frações de segundos. A verdade é que nossa geração está acostumada com o imediatismo da era digital, com o ter e fazer acontecer em questões de segundos. Mais verdade que isso é o fato de que nem sempre as coisas acontecem na hora e do modo como a gente quer.

Lidar com o diferente demanda sempre uma tremenda força de vontade, já que não se está acostumado ao novo. O novo gera angústia, ansiedade. Esperar causa esses sentimentos para quem está acostumado à agilidade do dia a dia moderno e tecnológico. A mudança mexe com o que é confortável dentro de nós, com o que é seguro.

A segurança movimenta os nossos pensamentos e gere grande parte da vida. Sem ela é difícil sair do lugar. Sem termos segurança é difícil lidar com opiniões divergentes das nossas. E como viver no mundo sem lidar com as diferenças? A mensagem que não é respondida na hora para mim pode ser algo devastador, mas para quem demora a enviar um retorno pode ser algo natural.

Conviver com modos de levar a vida diferentes faz parte também do ser globalizado e do saber lidar com as pessoas e suas vivências. Ser empático e lembrar que o que me tumultua nem sempre é o que bagunça a outra pessoa é fundamental para o convívio.

Afinal de contas, a minha dor nem sempre é a dor do outro!

Juliana Manfrinatti Bittar – Bela Urbana. Bióloga. Gestora empresarial em formação. Apaixonada por livros, se arrisca às vezes na escrita. Tem como um dos objetivos de vida conhecer todas as maiores e mais bonitas bibliotecas e livrarias do mundo.

Muitos anos atrás, não existiam celulares, sequer a internet. As pessoas tinham que andar quilômetros de distância, ou mandar uma carta, se queriam conversar com alguém. Elas tinham que ir às bibliotecas para achar alguma informação. Poderíamos ficar muito tempo contando o que os nossos ancestrais tinham que fazer sem a existência da tecnologia, mas a verdade é que, eu não sei o que é isso, “um mundo sem tecnologia”, não sei mandar cartas, não sei a sensação de ficar anos sem ver um parente distante, não sei como foi nada disso, por isso, eu não vim escrever como era antes, mas eu vim aqui para contar a minha visão sobre a nova era da humanidade, a era em que eu nasci: em um mundo repleto de informações e tecnologias.

Eu posso dizer que cresci junto com os celulares, e é incrível ver como eles evoluíram em pouco tempo, a curva de evolução só tem aumentado até hoje, e para ser sincero não faço ideia de até onde isso vai. Viver “junto” a esses celulares virou algo normal para nós, podemos ficar horas sem cansar nesses aparelhos, pois a quantidade de informações e funções que eles oferecem é extremamente impossível de se calcular, pois a cada dia uma nova funcionalidade aparece. As grandes empresas do mundo todo, são, praticamente focadas em tecnologia, senão, envolve-a. Os mecanismos de pesquisa são muito úteis hoje em dia, eu praticamente devo realizar mais de dez buscas no dia pelos assuntos que me interessam, e constantemente estou baixando novos aplicativos com as mais diversas funcionalidades.

As coisas que se tornaram possíveis graças as tecnologias e a internet são infinitas, eu convivo com tudo isso como se fosse algo normal, mas não deixo de imaginar como seria viver sem elas, ou como as pessoas que nasceram sem isso se sentem a respeito. Toda essa era uniu grandes personalidades do mundo inteiro, a internet encurtou distâncias, e está em constante mutação, e faz parte da minha vida, é algo muito importante para mim, por mais que a internet tenha trazido coisas ruins, ela também trouxe coisas boas, junto aos celulares e tudo que eles proporcionaram. E essa é minha visão geral da tecnologia: algo que mudou o mundo no passado, e algo que ajuda e melhorar nosso futuro.

Danilo Vicentin – Belo Urbano, estudante do nono ano, gosta de escrever histórias, desenhar, andar de bicicleta e de jogos digitais.

“Empreender é uma forma de amadurecer. ”

Isso foi o que eu ouvi de um terapeuta com quem na época fazia sessões de acupuntura, há 15 anos atrás, quando decidi largar o emprego e iniciar essa nova fase na vida.

Acredito que vários são os caminhos que podem nos trazer crescimento e conquistas. Mas certamente iniciar um empreendimento é um deles.

Temos que aprender a estipular metas.

Aprender a avaliar riscos. E ter a coragem de arriscar.

Chorar desesperadamente nos momentos em que o mundo parece conspirar contra você.

E se reinventar a cada dia.

Entrar em conflito com seus valores, princípios de vida. Até onde eu posso? Isso tá certo?

Saber dividir seu tempo, reavaliar prioridades.

E principalmente, SABER O QUE QUER, SABER ONDE QUER CHEGAR.

Algo em comum com o que temos que fazer com as nossas vidas?

Sim, empreender é uma forma clara de amadurecer.

Uma forma quase bruta de ter que conquistar a auto estima.

Porque entre erros e acertos, tropeços e recomeços, a vida se mostra plena e o universo coloca aos nossos pés todas as oportunidades que necessitamos para crescer, amadurecer e se auto conhecer.

Para aqueles que pensam em começar a empreender, o SEBRAE é uma ótima opção para encontrar orientações sobre abertura empresas, em qualquer ramo de negócio.

Aos que pensam em iniciar empresas de base tecnológica, sugiro procurar também, as incubadoras de empresas. Além do suporte administrativo, empresarial e jurídico, a interação com os demais empreendedores é sempre muito enriquecedora.

Relações abusivas podem acontecer em todos os âmbitos da nossa vida. Seja pessoal, familiar ou profissional.

Portanto, vamos nos fortalecer, encontrar nossos valores e nossa identidade.

Sejamos nós, os autores da nossa própria história.

Noemia Watanabe – Bela Urbana, mãe da Larissa e química por formação. Há tempos não trabalha mais com química e hoje começa aos poucos se encantar com a alquimia da culinária. Dedica-se às relações comerciais em meios empresariais, mas sonha um dia atuar diretamente com público. Não é escritora nem filósofa. Apenas gosta de contemplar os surpreendentes caminhos da vida.

O que é abuso?

No dicionário está dito que é o mau uso, excessivo ou injusto de algo.

Então, pensamos sobre o justo e a ausência de justiça. Precisamos de tempo para pensar nisto.

Para começar, alguém diz que pode ser relativo a uma transgressão de bons costumes. Mas, os costumes bons numa sociedade doente? Não sei se gosto dessa aproximação.

Entretanto, me concedo o direito de entender também como uma circunstância que causa aborrecimento e desgosto, deliberadamente, com infração de limites, com dolo.

Se formos para esse lado, tem abuso que é contra si mesmo, antes de ser contra alguém ou contra a lei. Os excessos de comida, bebida, drogas, o consumismo etc. Já me lembrei de uma lista interminável de mau uso e excessos que acumulamos no dia a dia (auto abusos): lícitos e ilícitos, conscientes e inconscientes, ingênuos e calculados. Uma boa reflexão para os que estiverem dispostos àquela reforma íntima.

Porém, não podemos negar que são as atitudes abusivas de uns contra outros, as responsáveis pelos maiores danos, que evoluem de humilhação para traumas, causa de uma variedade de reações e até crimes.

Nesse desfile de significados, as expressões mais contundentes recaem sobre os casos de abuso sexual. Infelizmente constantes, cruéis e com vítimas de todas as idades (eu disse todas). A necessidade dos parênteses determina o tom de adoecimento e nos obriga a questionar com incisão a classificação de humanos e racionais, totalmente incompatível com pessoas de instintos descontrolados e perversos.

Mais que isso, a sociedade muitas vezes acolhe o abusador mais do que as vítimas e faz isso com base na cultura do machismo, do sexismo e da distorção dos ensinamentos religiosos.

Você não precisa sofrer um estupro para entender o quão repugnante é sentir-se violada(o) nos domínios do que de mais seu você tem: seu corpo. Nossa visão de mundo não pode ser divina, nós não somos. No entanto, vamos falar pela milésima vez em empatia, compaixão, solidariedade, amor ao próximo – não são esses valores espirituais que nos ligam à semelhança de Deus? No meu entendimento, sim.

Adiante, os notórios casos de abusos de autoridade são prova cabal da miséria humana exibida de modo patético por quem acha que galgou uma posição superior na planície da existência. É dessa pequenez que estamos fartos!

Outro tipo de abuso, o parental, ocorre quando pais e mães narcisistas projetam suas frustrações nas crianças que crescem machucadas, moral e emocionalmente; além de indefesas e muito vulneráveis a outros sofrimentos ao longo da vida. Nesses casos, eu não vejo culpa, lamento por ambos.

Mas, há tantos outros, menos discutidos e muito nocivos aos nossos relacionamentos, como o abuso de confiança, o abuso de direito, o abuso funcional, o abuso afetivo…

O mais louco é que há casos em que a agressão está tão regulamentada, inclusive por nós mesmos, que existe o impedimento de enxergá-la. Quantas histórias relatadas anos depois de acontecerem em que só o tempo foi capaz de ilustrar que aquilo foi abusivo?

O envolvimento pode cegar, a vergonha pode emudecer, a humilhação pode vexar, a dor pode paralisar, a lucidez pode enlouquecer – a revelação pode ter consequências complexas.

Às vezes, esse abuso vem travestido de uma terminologia que agrava ou atenua o ato em si, como quando ouvimos que foi provocação, afronta, ataque, desfeita, injuria, insulto, ofensa, assédio, excesso, ultraje – injustiças.

Por essas e outras é que a definição de abuso fica sempre inconclusiva. Não é subjetiva, mas ultrapassa o repertório léxico, rompe as fronteiras da compreensão, interrompe o fluxo semântico.

O abuso é inconjugável, é insubordinável. O abuso é injustificável, só isso.

Dany Cais – Bela Urbana, fonoaudióloga por formação, comunicóloga por vocação e gentóloga por paixão. Colecionadora de histórias, experimenta a vida cultivando hábitos simples, flores e amigos. 

Sempre faço um agradecimento quando acordo por estar respirando…

Sempre me preocupo com pessoas que acordam infelizes, e tendo contato digo para elas que se estamos respirando, estamos vivos e, devemos agradecer!

Sempre soube pela História e Geografia estudada de que a AMAZÔNIA, sempre foi considerada o:

“PULMÃO do MUNDO”

Sempre quis me mover como o grande pêndulo do tempo (leia-se relógio) Terra, durante as orgias atemporais que nos sufocam com cruéis ponteiros sempre imprecisos e, aparentemente inadequados durante visitas inesperadas.

Esse momento em que o mundo precisa ter uma nova logística de atuação me sinto corroída por esse mesmo tempo, em que crer no balanço do AR respirável, nem na AMAZÔNIA posso contar mais.

O foco dessa semana enquanto estamos com um CO (n)…VID… ado sem ter sido convidado, que entra sorrateiramente e fica em exposição do lado de fora de nossa casa, devemos nos privar para continuar a respirar.

E tomar tento de que nem o PULMÃO do MUNDO, que fica aqui mesmo em nosso País, chamado Brasil não consegue nem colaborar mais com seus habitantes.

O CORONAVÍRUS/CODIV-19

Determina que a Pandemia nesse momento não é causada pela poda ilegal de árvores, por egos de  garimpeiros e ou fazendeiros que acabará com o AR mais precioso que nós necessitamos para continuar vivos, e sim, os políticos vãos que estão sendo abertos por escavadeiras e tatuando covas, afim de perpetuar buracos precisos para o enterro de “sujeitos” viventes nessa TERRA chamada BRASIL.

Uma ironia tétrica diante de algumas fotografias, vídeos, filmes que necessitamos ter que olhar e observar, mesmo NÃO atuando na Profissão de COVEIRO, e sim por termos aprendido em algum lugar do passado, de que deveríamos crer que a AMAZÔNIA- CORAÇÃO do MUNDO!

Estamos vivenciando uma necrose sócio/política em um isolamento pessoal dolorido e solitário, para continuarmos o trabalho de nosso pêndulo pessoal corroído pelo CORONAVIRUS-CODIV-19, e quanto ao nosso sepultamento, não tenho mais nada a declarar, mesmo sendo colocada em uma solitária que é respirável.

Endosso #fiquemecasa e pense nem o PULMÃO da AMAZÔNIA está bem no foco!

Vejam pelo menos uma foto do escárnio de uma escavadeira corrompendo a TERRA, na vasta ignorância do que estamos e estaremos vivenciando no MUNDO! E por favor não se pergunte que País é esse?

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Foto de abertura de 22 ABRIL 2020 FOTOGRAFIA UOL NATHAN LOPES

Como és tu?
Tu és o significado exato do admirável
És a plenitude que canta e encanta teu regozijo sem fim
Tu és caminho, és vida em mim
És sabedoria, és guarida
És fortaleza de se ter em mãos o amanhecer
És riqueza de se enxergar, por ti, o alvorecer
És o olhar que busca o céu aberto
Para que fique perto do esplendor divino,
Sem dúvida, ínsito, implantado na sociedade
Difusa, confusa, malfazeja
Sem ponto de partida ou chegada
Tu és a pessoa amada que o mundo todo almeja
Tu és sonho, és leveza
És referencial do que é certo
És alguém que se queira por perto,
Pois teu mundo é vitalício
Nada teu é fictício
Tu és crença, és poesia
Sinfonia, maestria
Concretude e talento.
És menestrel do tempo,
E do amor atemporal.

Solange Cristina Marchioni – Bela Urbana, especialista em língua portuguesa, neurolinguista, revisora, musicista e poetisa. Entende que a vida é desafiadora e surpreendente… que a dor vem de cenas urbanas tristes, como moradores de rua, crianças e animais abandonados. Acredita que a esperança e o amor vêm junto para resgatar tanta dor. A poesia fala por ela e fica muito feliz se, com os poemas, puder tocar os corações endurecidos.
Poesia do livro: Prosas, Sonhos e Rosas

Nossas perspectivas nem sempre são atingidas

Os fatos ficam relativos com o passar do tempo

O que era, não é, e não sei como será.

Se seu quarto parece cada dia menor e a bagunça interna continua,

talvez seja sua personalidade estampada ali

Se as cartas dizem o que você queria, quer, e não pode fazer

Não sei dizer nada para confortar você

Nem a mim

Vontades são prisioneiras de ideias

E ideologias sufocam as verdades

Que perdem sua força no meio de mentiras.

Adriana Chebabi  – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre as consultorias de comunicação e marketing e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa . 
Foto: @gilguzzo @ofotografico

Ao nascer,

Mordeu o cordão umbilical.

Ao invés de chorar,

Bateu no doutor.

Foi crescendo inconsequente

A mãe morria de vergonha,

Ainda criança ele bebia,

Fumava e usava entorpecente.

Seu pai se matava em serão,

Não havia arroz que desse

Para larica infinita

do moleque doidão.

Na adolescência

Destruía corações.

Humilhava os poucos amigos,

Maltratava as suas paixões.

Na fase adulta

não parava com mulher

Ninguém suportava o

Mau humor do biruta.

O tempo foi passando

E ele foi amargurando

A estricnina, o próprio fel.

Inseguro, raivoso e infiel.

Nem um pouco se arrependia

Achava justa a perfídia que fazia

E apoiava esse jeito destemperado

Pra ele o mundo tinha que ser abestalhado

Porém ao morrer,

Não teve nenhum homem

Que levasse seu caixão.

E os vermes do cemitério

Se encarregaram da função.

E a seis palmos e não sete, foi enterrado.

Fazendo menção ao Beu Zebu,

Por tudo que fizera quando encarnado.

Achando certo pregar em.vida o mundo cão.

Por mérito, eternamente ficara enterrado.

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Esse dia voltará, sentirei as ondas, o mar, a areia no pé, a brisa do mar, a criança correndo, o cachorro latindo, a pedra na mão, o assovio do pássaro, a música do nada, a pipoca doce com a maresia do mar, o pé-de-moleque na festa, a fofolete na sala, os eucaliptos indo e voltando sobre o vento, a neblina na estrada, as curvas do caminho, as montanhas te chamando, a cachoeira com pedras e cipós.

Eu ainda sentirei tudo de novo bem na face, soprando no meu ouvido, a fé de viver…

Macarena Lobos –  Bela Urbana, formada em comunicação social, fotógrafa há mais  de 20 anos, já clicou muitos globais, assim como grandes eventos, trabalhos publicitários e muitas coberturas jornalísticas. De natureza apaixonada e vibrante, se arrisca e segue em frete. Uma grande paixão é sua filha.