Outro dia assisti a uma aula, na qual o professor descrevia a felicidade sob a ótica da prática filosófica. Dizia ele que “felicidade é o estado de potência máxima do ser” – nós só somos felizes de fato naqueles momentos que não queremos que acabem. E isso fez muito sentido para mim, pois, ao olhar para trás, notei que os momentos que não quis que acabassem foram também os momentos mais intensos que experimentei.

Quando digo intenso, me refiro a prazer, relaxamento e até dor. Sim, dor! A vida não existiria sem dor. A dor é aquele professor ranzinza que nos ensina e nos força a fazer o que quer que seja necessário para chegarmos a um lugar melhor, fazermos algo melhor e sermos alguém melhor, mais flexível e com mais recursos. Só o desconforto nos move e sem ele, morreríamos de inanição – muita gente morre assim!

A mente jovem não racionaliza; não abre mão do desejo para sentir segurança; não se afunda na rotina porque ‘a aventura dá trabalho’; e pouco importa o caminho mais seguro, porque o foco está na emoção.

Uma mente jovem não escolhe seus relacionamentos pela lista de virtudes e defeitos do pretendente. Jovens querem se provar, se testar, e, para tanto, encaram qualquer desafio, se atiram no que querem, fazem o que precisa ser feito e até mais! Às vezes caem, mas se levantam, sentem dor, mas se curam, erram, mas aprendem… A mente jovem pode até se dar mal, mas jamais admitirá isso por um simples fato: ela está exatamente onde queria estar e, se está lá, está no lugar certo!

A mente jovem está sempre certa, o mundo é que tem que mudar! Tentar mudar o mundo é a grande graça da vida e arrisco até dizer ‘O SENTIDO DA VIDA’.

Só uma mente jovem tem a capacidade de ser feliz de verdade!

Cássio C. Nogueira – Belo Urbano, psicanalista, coaching, marqueteiro, curioso, apaixonado pela vida e na potência máxima, sempre!

Estamos velhos, amigo.
Aquele nosso amor antigo
Dorme o sono bom do passado,
Perdeu a memória
E não se lembra mais de nós.
Aquele amor dos tempos idos
Não mais nos reconhece
E nem nós o reconhecemos mais.
Ainda assim lhe convido:
Caminha um pouco comigo, amigo.
Vamos dar as mãos e rir um pouco,
Desempoeirar algumas boas lembranças
E levar a saudade mansa
Pra tomar um pouquinho de sol…

Alda Nilma de Miranda – Bela Urbana, publicitária, autora da coleção infantil “Tem planta que virou bicho!” e mais 03 livros saindo do forno. Gosta de tudo que envolve tinta e papel: ler, desenhar e escrever, mas o que gosta mesmo é de inventar motivos para reunir gente querida. Afinal, tem coisa melhor que usar o tempo para estar com os amigos?

 

Olá consulentes.

Outro dia uma consulente me perguntou o que devia fazer com seu cabelo. Ela queria cortar, mudar, dizia que não aguentava mais, mas no dia que decidiu cortar, se olhou e achou seu cabelo lindo e por dias seguidos o cabelo reviveu, estava bonito, mas a vontade ainda batia no seu coração e ela não sabia o que fazer, porque gostava do que estava vendo.

Cara consulente isso parece simples, mas não é, e vou explicar o porquê. Tudo que está prestes a “deixar de ser” percebe e como um último suspiro junta todas suas forças e se revigora, o cabelo e qualquer coisa que tenha vida. Existe relatos de pessoas que estão terminais e dão uma melhora incrível como se estivessem curadas, mas em pouco tempo se vão, vamos dizer que é o último suspiro. Essa melhora é inconsciente para nossa consciência atual, mas ela existe, é uma conexão entre nossas mentes e na verdade entre tudo que está vivo. Esse vivo pode ser nós mesmos divididos em partes, como no caso aqui, o cabelo.

Deu para entender?

Esquece a ansiedade, esquece as modas, esquece os outros, esquece o tempo. Pensa se gosta do que vê no espelho. Perceba o que sente nesse dia. Então, se o cabelo acordar bonito, segue com ele, senão passa a tesoura, ou melhor, deixe alguém passar  e alguém que passe bem, afinal, a mudança sempre deve ser para melhor, esse é o foco.

Ah, se não ficar bom? Muda de novo.

Então o conselho de hoje  é UM DIA DE CADA VEZ, mas sempre com suspiros.

Até a próxima. Logo, logo tem mais.

Madame Zoraide – Bela Urbana, nascida no início da década de 80, vinda de Vênus. Começou atendendo pelo telefone, atingiu o sucesso absoluto, mas foi reprimida por forças maiores, tempos depois começou a fazer mapas astrais e estudar signos e numerologias, sempre soube tudo do presente, do passado, do futuro e dos cantos de qualquer lugar. É irônica, é sabida e é loira. Seu slogan é ” Madame Zoraide sabe tudo”. Tem um canal no Youtube: Madame Zoraide dicas e conselhos www.youtube.com/channel/UCxrDqIToNwKB_eHRMrJLN-Q.  Também atende pela sua página no facebook @madamezoraide. Se é um personagem? Só a criadora sabe 😉

Será que a mentira é parecida com a verdade que, por sua vez pode ser subjetiva?

Acredito que não.

A mentira

Mesmo contada com poesia

Mesmo sendo dita com um “claro que sim”

Mesmo respondida com uma desculpa ou com uma repentina presença

Será uma mentira

A mentira pode vir acompanhada de entrega

Pode vir travestida de desejo

Mas será sempre o resultado das sobras de um banquete, ou seja, migalhas

Migalhas de sobrevida que criam as utópicas miragens das idealizações que se desfazem nos sapatos no tempo

A mentira será sempre a ausência de qualquer verdade

 

Jorge Luis de Souza – Belo Urbano, artista plástico, pedagogo e empresário. Como todo bom leonino é muito dedicado a tudo que faz. Não resiste a um chocolate. Ama escrever e ama sua família.

Ouvi o celular

o som era do meu

só ouvi

nitidamente ouvi

agora parou

ouvi docemente por alguns segundos

musicalmente se encaixa melhor

toca, não toca

é só imaginação

o som dos carros ao fundo

o resto é quase silêncio

mas minha imaginação

teima em trabalhar

Adriana Chebabi – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde escreve contos, poesias e crônicas nesse blog. Publicitária e empresária. Divide seu tempo entre suas agências Modo Comunicação e Marketing  www.modo.com.br, 3bis Promoções e Eventos e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa :)

Eu respeito

Rezo

Peço paciência

Peço calma

Peço resiliência

Calma com a carteira perdida

Calma, vou achar

Se não achar vou resolver, cancelar os documentos, cartões, talões de cheques

Fazer novos, é o que posso fazer.

Calma para resolver

Paciência com quem não entende nada do que eu digo

Inspira, respira, devagar, mais uma vez

Paciência e tenta de novo

Como se estivesse falando com uma criança

É preciso entender, é preciso entrar em um acordo.

Tenta de novo, sem paciência não vai resolver.

E resiliência para voltar ao normal depois de ficar deformada,

depois de ter que esticar como um elástico para dar conta de não deixar nada para fora.

Resiliência para voltar a forma normal ou ao mais próximo disso possível.

E que haja quantas vezes forem necessários essa resiliência, paciência e calma.

Adriana Chebabi – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde escreve contos, poesias e crônicas nesse blog. Publicitária e empresária. Divide seu tempo entre suas agências Modo Comunicação e Marketing  www.modo.com.br, 3bis Promoções e Eventos e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa :)

Saudade passa?

Não, não passa, engana-se que crê que já a viu passar, algum dia, em algum lugar.

Saudade é para sempre, conforme-se.

Pelo menos as saudades das grandes. Estas são definitivas.

Acomodam-se, é verdade, ou melhor, arrancham-se, sem a menor cerimônia, e ficam ali, sem data de partida, despachadas, mas com um olhar insistente,  que a tudo observa.

Sentinelas atentas ao menor  movimento do coração.

Há dias em que parecem mais luminosas, mais leves, como manhãs de verão, e até as achamos belas.

Há dias em que são mais macias, como travesseiros de plumas, e nelas nos recostamos, em busca de algum aconchego, de algum descanso, mansidão.

Há dias, porém, que são como tempestade, vento forte, violenta inundação.

É fato: saudades são como seres mutantes, imprevisíveis.

Ora amigas serenas, ora impiedosas, brutalmente insensíveis,

ansioso turbilhão.

Convém, sim, acalmá-las.

O tempo, normalmente, é bom nisso.

Uma vez sossegadas, as saudades nos devolvem os momentos,

abraçam-nos com lembranças, enxugam-nos os olhos e nos sorriem.

Sim, saudades às vezes sorriem.

Um sorriso silencioso, complacente,

desses que só a Alma enxerga,

só a Alma compreende.

 

 

Alda Nilma de Miranda – Bela Urbana, publicitária, autora da coleção infantil “Tem planta que virou bicho!” e mais 03 livros saindo do forno. Gosta de tudo que envolve tinta e papel: ler, desenhar e escrever, mas o que gosta mesmo é de inventar motivos para reunir gente querida. Afinal, tem coisa melhor que usar o tempo para estar com os amigos?

 

Sempre dirigia, dirigia para cima e para baixo, cada hora era uma coisa. Levava os filhos, supermercado, trabalho, médicos, banco. Dirigia e dirigia, o carro era bom ainda, não era tão cansativo dirigir. Herança dos tempos gordos.

Hoje os tempos são magros, magrinhos, ela envelheceu dez anos em um. Estava quase irreconhecível por fora e por dentro, mais por fora que por dentro. A dureza do dia a dia, tiraram sua alegria.

Sempre no trânsito, parada nesses congestionamentos das grandes cidades, e sua cidade era muito grande. Pensava no que ia comprar, pensava na sequencia da agenda e pensava que se pudesse voltar no tempo, voltar, voltar, ela encontraria de novo com ele. Ela teria seguido com ele. Ela teria dito o que sentia.

Ela e ele estariam juntos hoje e provavelmente felizes fazendo compras no supermercado ou cozinhando juntos ou mesmo em uma dessas festas de família, juntos. Os filhos não seriam os dela e os dele. Seriam os nossos. Teríamos sobrevivido juntos ao tempo? Essa pergunta ficava na sua cabeça assim, mas tinha certeza da resposta, sim teriam sobrevivido juntos e felizes. Ele que não saia da sua cabeça. Cabeça branca, cabeça quente, cabeça rodando.

Rodou, rodou e rodou tanto que foi parar lá atrás de onde nunca tinha saído. Estava na casa de amigos, risadas altas, comes e bebes, conversas engraçadas, alguém sem noção e ele. Ele ali. Ela também. Mas como? Ela pensava, como assim? Como estou aqui? Não conseguia se ver, só sentir. Um fantasma dela mesma.

Preciso dizer. Ele precisa saber. Mas…. eu não sei o que dizer. O que eu não sei dizer? O quê? O quê?

Existe uma teoria que tudo acontece ao mesmo tempo em todos os tempos, que existem universos paralelos de nós mesmos. Ela conseguiu atravessar isso, sabe lá como fez isso. Estava tendo uma nova chance.

– Uau, esse roteiro é fantástico, é disso que preciso. Pensava Carla, a atriz, empolgada. Ela precisava de um bom papel urgente para dar um “up” na sua carreira.

Pensava Carla, no meio do trânsito, assim como a personagem. Pensava: “o que eu não sei dizer?”

Ela tinha clara a resposta, mas ainda não tinha coragem. A coragem ela deixava para dar vida a personagem, que literalmente seria a sua salvação. Coincidência ou não, olhou para o lado e viu alguém que não via há muito tempo e teve aquela sensação de já ter vivido aquilo.

Adriana Chebabi – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde escreve contos, poesias e crônicas nesse blog. Publicitária e empresária. Divide seu tempo entre suas agências Modo Comunicação e Marketing  www.modo.com.br, 3bis Promoções e Eventos e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa :)

 

Velho é aquele que tem o privilégio de viver uma longa vida. Idoso é aquele que perdeu a jovialidade. Os velhos ainda sonham, criam, inventam, se divertem, fazem bagunça, curtem as traquinagens da criançada (muitas vezes até as incentivam a fazê-las). O idoso em geral dorme muito; diria até que dorme mais do que “vive”. O idoso gosta de ensinar; já sabe tudo não precisa aprender mais nada. O velho quer ainda aprender, de fazer planos, de pensar pra frente. O idoso tem mesmo é saudades, só pensa no passado: “ah! No meu tempo… “ Eu sou velho. Gosto de aprender (vivendo e aprendendo…). Tenho planos (de viajar, de expor minhas pinturas, de redecorar minha sala, de fazer outro curso de culinária e vai por aí vai…). Para o velho a vida se renova a cada dia. Bem, pensando melhor, a cada semana já que as coisas correm um pouco mais lentamente agora do que quando era-se mais jovem. Para um idoso, coitado, a vida termina a cada noite. Ele é mais lento, mais pachorrento, gosta de dizer “nos meus tempos não tinha essas coisa não; era tudo bem diferente e melhor”. E passa as suas horas como se fossem as últimas de sua existência. Já o velho procura passar suas horas como se fossem as primeiras de sua vida. O Idoso tem locais específicos, demarcados e definidos e já não dá conta de pegar um carro e fazer uma longa viagem dirigindo. Tem fala mansa, bebe pouco e come cheio de cuidados. O velho pega a estrada e vai longe dirigindo; sobe escadas pra cima e pra baixo; bebe seu bom vinho e algumas birras. E ainda aprecia um bom e bem preparado prato. Aos 78 anos não sou um idoso. Sou um velho. Com muito orgulho e satisfação. O velho pai, o velho avó, o velho tio, o amigo velho. Sou um velho vivo, um velho ativo, um velho safo. Epa! Não me entenda mal, por favor -. eu disse safo! Não sou, nem quero ser, um avô idoso, um amigo idoso ou um idoso lerdo e pachorrento. Certamente, ser velho tem lá seus inconvenientes: a tal “fadiga do material” que vai desgastando a gente: dói ali, espeta lá, enguiça aqui, emperra acolá. São as ditas mazelas naturais da velhice. Algo que ânimo, alegria e vontade de viver ajudam bem a superar. Não sou um idoso, nem muito menos um de “ melhor idade”, esta imbecilidade que algum babaca sem noção inventou! Abaixo pois o politicamente correto. Seja velho e curta a sua velhice ( ou seria a sua “idosidade”?). Portanto, seja você uma bela e charmosa velha: glamourosa, cheia de vida e feliz. E, seja você, um belo e garboso velho: esperto, safo, exuberante e feliz.
A propósito: um cão com 15 anos é um cão idoso? Ou é um cão velho. Um carro de 1957, é um carro velho ou um carro idoso. E o seu vestido de casamento está velho ou está idoso?

E.T.- Tudo que foi dito aí aplica-se tanto à mulher quanto ao homem, acima dos seus 60 anos.

Carlos Pougy – Belo Urbano, um “pauliroca” (meio paulista meio carioca, mais este do que aquele) pai de 5 filhos e avô de 9. E que gosta de desenhar, pintar e escrevinhar.

Às vezes me pego pensando até que ponto foi bom ter nascido nos anos 70, penso como deve estar a cabeça de quem nasceu nos anos 60, deve estar enlouquecendo….

É tão bom pensar nos tempos de infância, na inocência, nas brincadeiras de rua, de correr na chuva, de viajar pra casa da tia que cozinhava melhor que nossa mãe no fim de semana. É tão bom lembrar do cheiro de mato molhado, de roubar manga nos terrenos baldios e cercados por muros enormes, do primeiro beijo da adolescência, das revistas SOMTRÊS que demoravam a chegar na banca só pra ver as últimas notícias de bandas como Titãs, Iron Maiden, Kid Abelha…

Tudo era tão difícil no entanto tudo era tão mais fácil, não ter internet, celular, carros tecnológicos era tão bom, nessa época a gente olhava as pessoas nos olhos, olhava o que estava ao nosso redor, não ficávamos sentados diante de uma tela apenas nos esvaziando, tínhamos amigos que podíamos tocar, e ir nadar escondido nos rios mais perigosos da região e falar pra nossa mãe que estávamos na piscina do amigo. Shopping? Conheci já marmanjo com 19 anos e tive certeza que não era melhor que os pomares e canaviais dos arredores de meu pequeno bairro.

O primeiro trabalho vinha cedo como o maior orgulho e incentivo dos pais, o primeiro beijo vinha tarde e recheado de vergonha e zombaria dos amigos que estavam crescendo juntos, ai depois era só comprar com o próprio dinheiro fruto do trabalho a radiola sonata e ouvir Beatles pra chorar pela menininha que lhe trocara por o menino novo do bairro.

Assistir a pantera cor de rosa, Pica Pau, corrida maluca, Os trapalhões, tudo nos dias de hoje tão considerados politicamente incorreto, não fez da gente pessoas com desvios de personalidades. Ah, tudo isso foi tão necessário! Isso forma gente do bem! Isso faz a gente sorrir ainda hoje.

Acabou… tudo isso acabou….

Hoje está tudo tão difícil, conheço tanta gente que está sem destino, tanta gente que não consegue mais se relacionar, tanta gente com tantos problemas com os filhos, tanta gente perdendo tudo que demorou e lutou tanto pra ter apenas dignidade e conforto, tá tudo tão sujo na sociedade, tudo tão errado…

Tem gente que tem 1.000 amigos no face mas no fim de semana não tem um que queira ir tomar uma cerveja.

Onde perdemos o rumo? Onde está o erro? Porque os jovens perderam valores e ética? Porque nem se comemora mais natal ou a família? Às vezes da vontade de viver apenas de passado, de ir para o meio do mato criar galinhas e ter uma horta bem bonita, e voltar no tempo, se sentir abraçado pela natureza e viver pra dentro de si mesmo, ir na cidade apenas abastecer o carro uma vez por mês …

Alguém sabe me dizer onde erramos? Alguém sabe o caminho de volta para o nosso coração? Alguém sabe como fazer pra olhar o mundo com os olhos da bondade?

Alguém pode me ajudar, a ajudar aquele que: Está vivo só porque ainda não morreu?

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Hugo Vidal – Belo Urbano, é Jornalista Ator e diretor há 29 anos, gosta muito de descobrir novas paisagens rodando com sua moto, aliás uma de suas paixões é o motociclimo.