Em pleno século 21, enfrentando o tão “tenebroso 40”.

Ele chegou meio à quarentena, sem  grandes comemorações e cheio de dúvidas.

E eu, que quando criança acreditava que ser 40 era ser velha, casada, estável, com filhos e em uma rotina praticamente da mulher da propaganda de margarina, vi meus conceitos desabarem.

Ah, como a vida muda!

Como as nossas certezas não são tão certas!

Como nossas crenças e a vida para que nos preparamos quando crianças podem ser tão equivocadas…

Mulher de 40…assim em pleno século 21…

Com tudo o que a sociedade nos cobra: trabalho, vida pessoal, saúde em dia, um ciclo de amigos fiéis, uma vida social tão intensa quanto a do trabalho.

Só um detalhe ou outro que fogem à regra! Não, eu não me casei. O Príncipe Encantado que me prometeram quando eu era criança no conto de fadas não existiu até o  momento…

E sabe o que eu tive a certeza nesses meus 40 anos? É que esse príncipe não existe e está tudo bem. Afinal de contas, eu também não sou uma princesa!

Sou nada mais nada menos que uma mulher em construção.

Rodeada de cobranças, foi difícil chegar até aqui, até o momento que eu olho para trás ou me vejo diante do espelho entendendo que está tudo bem não ter preenchido todos os requisitos da lista que me foi dada enquanto cresci.

Sou solteira sim, não tive filhos. E isso pouco a pouco deixa de ser um peso imposto pela sociedade e passa a ser apenas mais uma face minha, de tantas outras.

A cada dia fica mais fácil olhar para mim e me ver mais completa no que eu sou e não no que os outros esperam de mim.

Sem o sexismo, que nos foi imposto por gerações e gerações pela religião ou até mesmo sem nos vermos, mesmo que em um ato falho e imperceptível, como um molde, todas iguais, nascidas e criadas para gerar, como se qualquer coisa diferente disso fosse uma derrota.

Hoje entendo e aprecio a luta de cada mulher para ser o que é…para acordar todo dia sacudir a poeira e dar a volta por cima. Coisa que só os tão temidos 40 anos puderam me proporcionar.

Marina Prado – Bela Urbana, jornalista por formação, inquieta por natureza. 30 e poucos anos de risada e drama, como boa gemiana. Sobre ela só uma certeza: ou frio ou quente. Nunca morno!

Uma faz viver a outra tira a vida.

Linha tênue

Choro e emoção!

Luto e comemoração. 

Uma faz o ser humano aparecer a outra, desaparecer.  

Vivemos  o tempo todo entre elas….

Lidando com elas. Nos surpreendendo…

Não temos controle sobre nenhuma. 

As duas fazem parte do destino. 

Da vontade de Deus. 

Do VIVER

A morte é sofrida.

A vida comemorada. 

Mas as duas, cada uma a a seu modo, celebradas. 

Ritos de chegada

Ritos de partida 

Entre elas vivemos: 

Sem esperar,

Sem dominar,

Sem planejar.

O tempo de cada uma chega sem avisar.

E quando chega; chega como deveria ser. 

Nascimento. 

Falecimento.

O nascimento nos emociona e transborda de alegria!

O falecimento nos emociona e transborda de dor e saudade.

Vivemos e morremos. 

Ambíguos e antagônicos. 

Viver é ao mesmo tempo morrer.

Cada dia de vida, um dia a menos pra viver. 

Neste mesmo instante do relógio, há morte é há vida.  

Há o último e o primeiro suspiro. 

E assim vamos…um dia após o outro nesse ciclo sem fim

Entre a vida e a morte!

Vera Lígia Bellinazzi Peres – Bela Urbana, casada, mãe da Bruna e do Matheus e avó do Léo, pedagoga, professora aposentada pela Prefeitura Municipal de Campinas, atualmente diretora da creche:  Centro Educacional e de Assistência Social, ” Coração de Maria “

57 anos de vida !
20 anos de estudos !
37 anos de trabalho !
20 anos que sou pai !
30 anos fui casado !

Vivi todos estes dias como se fossem os últimos.
Amei a primeira vez como se fosse o único.
Aprendi todos estes dias como se fossem os últimos.
Compartilhei todos estes dias como se fossem os últimos.
Me Relacionei todos estes dias como se fossem eternos.

O que faz o tempo passar e você acreditar na vida são os relacionamentos que você construiu e a intensidade com que você viveu tudo.

Através deles você tem as alegrias, as tristezas, o crescimento e, principalmente, o seu tempo dedicado às pessoas.

Relacionar-se e viver intensamente é sentir que a sua vida valeu cada minuto.

Antônio Pompílio Junior – Belo Urbano. Graduado em Análise de sistemas pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas . Pós-graduado em Gestão de Empresas pela UNICAMP e MBA Gerenciamento de Projetos E-Business pela FGV-RJ . Adora esportes, viagens e luta pela liberdade da vida e pelo amor das pessoas.

No texto poético “Morte e vida severina”, o escritor João Cabral de Melo Neto narra a história de um sertanejo, retratado como “Severino”, que deixa sua terra natal por causa da seca. O retirante sai em busca de vida, sai em busca de algo que lhe dê esperança. 

Na caminhada encontra um lugar de boa vegetação e trabalho. Por um momento, o cidadão pensa ter encontrado o que tanto buscava. No entanto, ele se depara com a morte de um dos trabalhadores e as marcas registradas no sofrimento de quem lá vive se aflora de tal forma que o retirante percebe que aquele não é o lugar que ele tanto buscava. Então, ele decidi continuar sua jornada em busca de esperança.

O sertanejo desejoso por vida chega até a capital e se choca com as mazelas do centro urbano. A condição de sobrevivência sub-humana continua e com isso o Severino fica totalmente desesperançado. Todavia, algo promissor acontece: o nascimento de uma criança. 

No final do texto, o Severino conversa com um carpinteiro sobre a descrença na vida. Sabiamente, o carpinteiro respondeu que “defender a vida em palavras é difícil, pra não dizer impossível”. O Severino pergunta: “Vale a pena viver?”. O carpinteiro diz que resposta para essa pergunta é dada pelo próprio espetáculo da vida, não importando se o espetáculo será o nascimento de mais um ser para viver essa vida severina. E “não há melhor resposta que o espetáculo da vida”. 

O poema “Morte e vida severina” foi escrito em 1950. 

Vida severina – vida sofrida.

O ano de 2020 apresentou um sofrimento a todos nós e escancarou a fragilidade da existência humana. Não saímos de casa, literalmente. Em compensação, figuradamente, saímos em busca de algo interior. Vasculhamos memórias. Rememoramos muitos momentos e nos questionamos como o Severino.

A minha resposta para 2020 é:

O movimento da vida faz a gente incessantemente buscar “vida” e não apenas “existência”. 

O nascimento renova a esperança e anuncia uma boa-nova.

Que não nos falte a esperança … porque um menino nasceu. É natal!

 Feliz Natal!

Miriam Camelo de Assis – Bela Urbana, alguém sendo constantemente reformada pelas palavras. Formada em administração e letras. É professora de língua portuguesa por profissão e paixão. Ama artesanato e uma boa conversa.

Natal uma festa cristã carregada de significados. Nesta data somos convidados a experimentar, na intimidade de nossos lares, um momento especial entre familiares e amigos. E assim compartilhar afetos e gestos que nos remeta a vivências como a comunhão, fraternidade e pertencimento.

O Natal promove a oportunidade de rever valores, relevar divergências e
construir pontes que nos unam. É quando pisamos no chão da humildade que, podemos reconhecer que somos seres humanos limitados, buscando evoluir de alguma forma. Às vezes escolhemos caminhos tortuosos, a fim de chegar em algum lugar de paz e encontro. No entanto de modo equivocado nos ferimos, bem como a outros, com quem poderíamos fazer trocas significativas.

O Natal em sua origem carrega a mensagem de boas novas, ou seja, o
menino, Jesus, nasce como resposta de Deus ao sofrimento humano. Jesus, o Deus encarnado experimenta em sua trajetória, as dores humanas, identifica- se com aqueles, cuja, a dignidade fora violada.

É interessante observar que, Jesus, se oferece como sacrifício vivo e de amor na cruz por todos os seres humanos inclusive seus malfeitores. Sendo assim como Deus, escolhe o caminho do amor em sua potência máxima.
Torna-se um grande farol a nos guiar e através de sua imensa compaixão com as misérias humanas, nos deixa um caminho aberto para reconciliação entre realidades diversas e aparentemente contraditórias.

Ele é uma síntese perfeita na qual a vida sempre recomeça. A ressureição
acontece a cada dia. Basta observarmos os ciclos da natureza, onde uma
estação termina para dar lugar a outra, a noite gentilmente recebe o
amanhecer e, a tempestade cessa para que o dia brilhe ainda mais.

E assim em um movimento de expansão da vida acontece. Neste ano de 2020, diferentemente de outros, vivenciamos uma tempestade provocada pela presença do coronavírus; tão pequeno, porém tão ameaçador a manutenção vida.

A princípio nos recolhemos dentro de nossas casas. O sentimento de
impotência nos atingiu e, nos sentimos como que, arrastados por uma
tempestade. Desequilibramos, caímos e levantamos. Um caos instalou se e
percebemos que estruturas as quais, nos apegávamos se fragilizaram.

Fomos forçados a nos distanciar uns dos outros, limitando assim em muito o nosso convívio social. Em geral o nosso tempo com familiares tornou-se maior e as relações se intensificaram. A vida pareceu ter encolhido, nos sentimos sufocados e, mais do que nunca a nossa alma clamou por liberdade e expansão.

Não imaginávamos que bem precioso que experimentávamos ao exercer a
liberdade de nossas escolhas, cair nossos próprios tombos e nos reerguer construindo o nosso próprio caminho. Sentimos falta de gestos
simples como abraçar, beijar, sorrir, gargalhar etc…. A satisfação de nos
encontrar com amigos e familiares para, trocar confidências ou mesmo jogar conversa fora. Respirar ar puro, contemplar a natureza que tanto nos ensina sobre a vida.

Apesar de tantas privações descobrimos que há um mundo vastos a ser
explorado tanto para fora como para dentro de nós. Tivemos que enfrentar
muitos fantasmas externos e internos. Nos esforçamos para que o nosso
desejo pela vida prevalecesse e ressignificamos a nossa dor a transformando em força a favor da continuidade da vida.

Descobrimos que não estamos sozinhos e que, podemos contar com
instrumentos tecnológicos e redes de apoio para nos manter próximos mesmo que a distância. A humanidade mais do que nunca se percebeu interligada.

Nos unimos para cuidar dos feridos e, estamos utilizando as adversidades
como matéria prima para a criação de novos caminhos e assim a vida vai
retomando seu seu fluxo.

Faltam poucos dias para o Natal e diferentemente de outros anos, pessoas queridas podem não estar presentes. No entanto aprendemos algo novo, ou seja, a presença também se faz na ausência, pois para o amor não há distância. E a vida sempre acontece para aqueles para que sonham com dias melhores. E reconhecem que os intervalos e as pausas da vida, apenas fazem com que o reencontro, seja, um momento de intensa alegria, de modo que tudo tenha valido a pena.

Podemos então concluir que, o nascimento e a vida de Jesus, sacrificada na cruz, nos disponibilizou uma fonte de amor acessível a todos. A cruz simboliza na sua forma horizontal e vertical um lugar onde a nossa humanidade pode se encontrar e, quando isso acontece somos remetidos a lugares mais elevados.

E assim podemos perceber que os processos da vida, se organizam de modo
a cooperarem na direção do aperfeiçoamento do amor. Pontes são estendidas fora e dentro de nós e a vida se faz novamente.

Não conseguimos controlar o que nos acontece, mas conseguimos ter a
liberdade de escolher como vivenciar a experiência.

Feliz Natal a todos os amantes pela vida.

Maria das Graças Guedes de Carvalho – Bela Urbana. Psicologa clinica. Ama a vida e suas dádivas como ser mãe, cuidar de pessoas e visitar o Mar.

Tudo se transformou quando você chegou!

Eu pensava que o amor era amor, mas de repente o amor se transformou em amar incondicionalmente uma pequenina que acabou de chegar.

Eu pensava que o amor era amor, mas de repente o amor se transformou num objetivo de vida para aprender a cuidar de uma pequenina tão indefesa.

Eu pensava,  eu me desdobrava e eu me realizava, enquanto você crescia e encantava.

Eu pensava que tudo seria pra sempre, mas sempre nem sempre seria, mas sempre estaria ao seu lado aqui ou lá.

Eu pensava…., mas de repente passaram 20 anos que nem percebi de tão maravilhosos que foram cada segundo ao seu lado.

Eu pensava, eu creio e eu afirmo, filha é uma presente divino.

Antônio Pompílio Junior – Belo Urbano. Graduado em Análise de sistemas pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas . Pós-graduado em Gestão de Empresas pela UNICAMP e MBA Gerenciamento de Projetos E-Business pela FGV-RJ . Adora esportes, viagens e luta pela liberdade da vida e pelo amor das pessoas.

Pomps

Chamego eu gosto
Chamego me faz bem
Chamego no rosto
Chamego na alma
Chamego que nunca desdém
Chamego me amansa
Chamego me faz sorrir
Chamego me faz curtir
Chamego na hora de partir
Chamego só pra sentir
Chamego de surpresa
Chamego debaixo da mesa
Chamego na hora que convém
Chamego também na hora incerta
Chamego debaixo da coberta

Sentir-se amada
Sentir-se querida
Sentir-se afagada
Sentir-se empoderada

Sorrisos se encontram
Mãos só transpiram
Coração acelera
Pensamentos
Coisas da vida
Quero mais
Chamego

Angela Carolina Pace – Bela Urbana, publicitária, mãe, apaixonada por Direito. Tem como hobby e necessidade estudar as Leis. Sonha que um dia as Leis realmente sejam iguais para todos.

VERSANDO

ALENTO

SOLETRO

O TEMPO.

VISLUMBRO

CANTO

PERCEBO

O LEITO.

TOCANDO

HÁBITO

NOTANDO

O FÔLEGO.

EXPANDE AMOR

SACIA

A DOR.

SELANDO A VOZ

PENETRA

EM NÓS.

CARISMA FINCA

TORMENTO

ABALA.

ENTREGA ESPERA

CÉLULA

SE ACHA.

VEIAS DE AMOR

ABRAÇA!

Joana D’arc de Paula – Bela Urbana, educadora infantil aposentada depois de 42 anos seguidos em uma mesma escola, não consegue aposenta-se da do calor e a da textura do observar a natureza arredor. Neste vai e vem de melodias entre pautas e simetrias, seu único interesse é tocar com seus toques grafitados pela emoção.

Quando recebi o convite da Adriana para escrever para a campanha de Novembro Azul do Belas Urbanas, primeira coisa que me veio foi o dilema que afeta muitos homens: A fragilidade de nossa masculinidade diante de qualquer ameaça simbólica que nos coloque em risco de nos aproximar do que é feminino.

A mulher se cuida. E vive estatisticamente mais porque se cuida. Ela cuida de si e de todos em busca de pistas sobre tudo que nos tira a qualidade e a plenitude da vida, ao ponto de esmagar seu seio numa mamografia em busca de vestígios de câncer de mama, ou se expor e ser invadida friamente num exame de Papanicolau ou num Ultrassom Intramarginal. Ela reclama? Não. Muitas dizem que é incômodo, mas não se esquivam, não se acovardam. Elas vivem!

Nós, másculos, fugimos de um dedo. Fugirmos em direção a nossa morte, preconizada por um sofrimento abissal, que não é só nosso, mas de filhos, pais, amigos, mulher e todos os que nos rodeiam. Preferimos fingir arminha com dedos em uma brincadeiras da infância, mas fugimos dos dedos que nos são ferramentas de vida na fase adulta.

Morremos por covardia de enfrentar uma situação que nos parece uma guerra do ego, da vergonha. E encampamos essa guerra sabendo que podemos perder de forma vergonhosa. Se mulheres fossem generais, talvez nosso plantel seria bem mais honroso, mais viril (câncer de próstata, se não mata, brocha). Elas sim sabem o que é a batalha de ser quem são, sangrando mensalmente uma batalha que gera, nutre e mantém a vida.  

O novembro é azul, não roxo de vergonha. E que fosse das cores do arco-íris, pouco importa. Cuide da sua vida e ria de si mesmo, sabendo que forte é aquele que luta contra si mesmo, seus medos, suas vergonhas, suas fragilidades. Forte é aquele que se mantém vivo. Forte é aquele que apoia outro homem a ter 20 segundos com um dedo apontado para as suas costas (ou regiões mais baixas) e sobrevive. 20 segundos ou menos.

Campeão, sendo direto contigo: antes um dedo apontado para seu cu que uma tampa de caixão para tua cara. Sei que não é fácil, também estou evoluindo nessa saga. Mas como homem, peço a você: Seja mais homem, mas homem de verdade, cuide-se. A distância entre a vida e a morte é de apenas um dedo de coragem. 

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.


Tantas vidas são perdidas pelo preconceito masculino em relação ao exame de toque da próstata !

Isso acontece pois quando começam a ter sintomas que algo vai mal, e decidem ou são obrigados a ir ao médico; o tumor está muito grave e não tem como tratar.

A vida é o nosso bem mais precioso e devemos cuidar dela sob todos os aspectos! A correria do dia dia não pode ser usada como desculpa: depois eu vou!

Alguns se permitem somente o exame de sangue:
[O PSA, conhecido por Antígeno Prostático Específico, é uma enzima produzida pelas células da próstata cujo aumento da concentração pode indicar alterações na próstata, como prostatite, hipertrofia benigna da próstata ou câncer de próstata, por exemplo].
O limite para o PSA é de 5,0 ng/ml.
E o meu resultado desse ano foi 0,6 – muito, mas muito mais que excelente.
E com relação a próstata está tudo bem.

Quem tem caso de qualquer tipo de câncer na FAMÍLIA deve redobrar o cuidado.

Para estimular o exame de próstata são criados comerciais divertidos e não contentes os sarristas (zoadores) fazem paródias de músicas.

E aproveitando o gancho seguem duas piadas, mas sem esquecer que câncer de próstata pode matar!

Um amigo me contou que queria fazer o exame diariamente e o médico após muita negociação conseguiu alterar para uma vez por mês.
Sua reação foi dizer: -Ai que raiva!

E esta é clássica;
Durante o exame o urologista perguntou a outro amigo meu:
-Fulano de tal está sentindo alguma coisa?
-Sim. Sinto que te amo Doctor!

Eduardo Gozales Domingo – Belo Urbano. Formado em Educação Física. Atuou com voleibol em todas faixas etárias, recreativamente e competitivamente. Há 14 anos atua como Corretor de Imóveis em construção, ama o que faz, pois ente que é facilitador para as pessoas realizarem o sonho da casa própria. É fiel as amizades, de bom coração e fanático por esportes e música.