Esse foi um desses anos SUPER, muita coisa aconteceu, de tudo um pouco e mais um pouco. Faculdade, namoro, namoros, trampos, gente nova de todos os lados, cursos, peças, shows, praias e mais, teatro, desfiles, paixões, festas, provas, briga, choro, riso, amigos, esse ano eu posso dizer que “SUPER VIVI”. O mundo da mil voltas e acaba no mesmo ponto? Não sei se é bem assim, mas que essa vida é muito engraçada isso é. Tô super feliz, em dúvidas, mas feliz!

Amo poder estar viva e poder ser eu e ter tudo que tenho, e ser o que sou. Não vou esperar nada do ano novo, vou fazer, tudo que poder fazer da melhor maneira possível não sei aonde vou parar, aliás não quero nunca parar, tenho certeza que vou fazer tudo pra continuar a ser feliz e SUPER VIVENDO TUDO!

Obrigada!

Giza Luiza – 20 anos – 31 de dezembro

Adriana Chebabi  – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre seu trabalho de comunicação e mkt e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa . 

A personagem Giza Luiza do “Fragmentos de um diário” é uma homenagem a suas duas avós – Giselda e Ana Luiza

A vida é uma caixa de surpresas. 

Aquela caixa que se abre a cada amanhecer,

Que nos assombra e nos alegra.

Aquela caixa que quando aberta nos dá 24h de vida. Nova vida.

A caixa é aberta, as horas e os segundos obedecem. Nada escapa e as ordens dadas serão obedecidas. 

Uma notícia boa, um acidente, um presente, um nascimento, uma morte, uma visita, um telefonema, uma conquista, uma despedida. Está tudo lá…

Ela também é capaz de não mudar nossa rotina…

Ou mudar tudo na nossa vida. Em um segundo. 

A caixa será aberta, pra você e pra mim. 

Não há como não ser assim. 

Ela se abre até de madrugada. Com uma doença que não se espera ou uma notícia que nunca quer ouvir…

A vida vem com essa caixa que pode ser confundida com o dia/data ou com o tempo. Mas na verdade ela é uma surpresa.

 A surpresa que nunca ninguém jamais poderá prever com o certo absoluto.

Ela tem dentro dela o destino. Ela tem a carta da nossa vida. 

A surpresa diária. 

A caixa de surpresas.

Vera Lígia Bellinazzi Peres – Bela Urbana, casada, mãe da Bruna e do Matheus e avó do Léo, pedagoga, professora aposentada pela Prefeitura Municipal de Campinas, atualmente diretora da creche:  Centro Educacional e de Assistência Social, ” Coração de Maria “

A ida que tem a vida repleta e colorida só se perde pelas mazelas que insistimos em carregar.
O sorriso que subestimamos tem um grande poder de mudar, mas as caretas que carregamos costumam rugas criar.
A atitude positiva, a forma de olhar a vida é decisão sua e você não precisa se entregar.
As dificuldades que enfrentamos o tempo vai levar e tudo que escolhemos sofrer vai ficar para trás.

Quando fecharmos nossos olhos podemos escolher lembrar das largas gargalhadas que demos, das palhaçadas que fizemos e do que sentimos em cada um destes momentos.

Um gosto gostoso, de que vivemos, que foi bom, vai renascer em cada lembrança de vida, e você vai se olhar no espelho e pensar que soube realmente viver.

Diga não ao sentimento ruim, ele vai passar. Diga não ao sentimento de raiva, ele não vai resolver absolutamente nada. Diga não ao que não agrega, se por um momento este sentimento ousar pousar em você, pense e sorria, este remédio vai amenizar os sintomas do sentimento ruim, até que o remédio definitivo, o tempo, faça o seu trabalho.

A vida só tem um V, o resto é justamente IDA!

André Araújo – Belo Urbano. Homem em construção. Romântico por natureza e apaixonado por Belas Urbanas. Formado em Sistemas, mas que tem a poesia no coração e com um sorriso de menino. Sempre irá encher os olhos de água ao ver uma Bela Mulher sorrindo

Você quer aumentar seu poder pessoal?

Você sabe o que é poder pessoal?

Viemos ao mundo com uma capacidade inata de aprender a sonhar, com desejo impulsionado para a vida, para o mais, para melhor.

De acordo com nosso desenvolvimento e dependendo dos ambientes onde fomos inseridos, essa capacidade foi sendo castrada, domesticada.

E para nos manter pertencentes ao meio, fomos condicionados a buscar menos, com a história de que desejar, sonhar e realizar seus próprios sonhos é perigoso, coloca você em risco de exclusão, abandono e rejeição.

E para não viver essas dores, aceitamos os condicionamentos e aprendemos a nos contentar com o mínimo, por uma questão de sobrevivência.

Mas com Os Quatro Compromissos, é possível se dissociar dessa mentira que nos contaram..

1º Compromisso: Seja impecável com sua palavra

Use com sabedoria a sua palavra, fale apenas aquilo que acredita e coloque sua energia nisso. Não se envolva em fofocas, isso gera veneno emocional para si e para os outros.

2º Compromisso: Não leve nada para o lado pessoal

“Aprenda a se tornar imune às opiniões alheias.” 

“Quando alguém fala de você, está na realidade expondo a si mesmo.” (Don Miguel Ruiz).

3º Compromisso: Não tire conclusões

Clareza na comunicação e transparência nas relações, essas são as chaves para esse compromisso ser cumprido.

Observe os fatos, isolando as emoções, porque isso é o que difere os pontos de vistas e que os tornam pessoais.

4º Compromisso: Sempre dê o melhor de si

Nem mais, nem menos, apenas o melhor em toda e qualquer situação que estiver envolvido.

Pergunte-se: “Esse é o melhor que eu posso fazer dentro das minhas condições?”

Comprometidos com essas práticas, é possível aumentar nosso poder pessoal e nos tornar livres, para desejar, sonhar e realizar aquilo que verdadeiramente faz sentido para nós..

Esse livro me desafiou a fazer planos para o próximo ano com base nesses Quatro Compromissos.

Você topa?

Luana Carla – Bela urbana, analista corporal e comportamental. Sua paixão é poder contribuir para evolução da nossa espécie através do seu trabalho, sendo facilitadora do processo evolutivo interno, auxiliando pessoas a encontrarem soluções para seus conflitos de forma mais harmoniosa possível, respeitando seu funcionamento natural. E assim viverem em paz consigo e com o ambiente a sua volta.

Para alguns sou só de câncer
para outros fui noutra vida
para alguns sou só designer
para outros casca de ferida

Para alguns sou poeta
para outras só musicista
para alguns talvez atleta
para outros, porco comunista

Ninguém se arrisca ir além
da timeline determinista?
Ver quem realmente sou
onde realmente estou
Além do post, da foto,
Há alguém. Sim há.  

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Há duas coisas que me intrigam muito: o tempo e as relações pais/filhos.

O tempo me intriga porque é uma grandeza que eu custo a compreender; Pai é uma grandeza que custei tomar para mim.

Cresci com uma imagem distorcida de meu Pai; distorcida pela minha incompreensão infantil, pelas condições e circunstâncias do “tempo vivido” e sabe-se lá por que mais.

Por anos eu neguei a importância dele na minha vida, fiz questão de ignorar sua história, seus ensinamentos, suas dores.

Isso teve um efeito devastador nas minhas relações: tornaram-se superficiais e desprovidas de afeto.

Mal sabia eu que aquela negação da figura de meu Pai era a causa do vazio que existia em mim.

Mas com o tempo – ah, o tempo, o Sr. da razão – e muita terapia, compreendi que ele está “aqui”, colado nas minhas células, pujante no meu DNA.

Eu sou Ele, misturadinho com minha mãe.

Não é possível negar o que se é.

Reconhecer sua importância e relevância me fez enxergar como Ele é incrível; pude ver que sua trajetória de vida merece aplausos de pé; sua nota na escola da vida é A Com Louvor.

E me ensinou tanto!

Sim, demorei para chegar a essa conclusão, mas antes tarde do que nunca.

Ouso pensar que “tarde”, “nunca”, “ontem”, “hoje”, “amanhã”, é tudo a mesma coisa: se acontece, está valendo.

O tempo é gerúndio. E Pai é!

Maria Claudionora Amâncio Vieira –  Belas Urbana, formada em Direito pela Universidade Estadual Paulista – UNESP e é especialista em Direito do Trabalho e Processual do Trabalho pela Universidade de Franca. Amante incondicional da Natureza Selvagem, grande apreciadora dos prazeres da vida, leitora contumaz e cinéfila por excelência.

Quando vem o sol…

Vem o dia.

Vem uma nova chance de fazer algo de bom. 

Ele chega e clareia tudo ao seu redor… até mesmo os pensamentos. 

Ajuda nas decisões.

Repõe as energias e mostra saídas. 

O sol é o REI.

Sou grata a ele. 

Aquece, cuida, salva vidas. 

O sol vira energia e é a sobrevivência humana.

Ele cura.

Fonte de vida.

Mas ele também é o símbolo da oportunidade.

Da nova chance. Do novo dia pra viver. 

Ah sol….Você é REI mas anjo também. 

Vera Lígia Bellinazzi Peres – Bela Urbana, casada, mãe da Bruna e do Matheus e avó do Léo, pedagoga, professora aposentada pela Prefeitura Municipal de Campinas, atualmente diretora da creche:  Centro Educacional e de Assistência Social, ” Coração de Maria “

Encarei o calendário. Ele me olhou de volta. 12 de março. É só mais um dia, nada mudou de ontem para hoje, mas não me sinto feliz. E algo me diz que a culpa é dele. Não, hoje não é uma data feliz. Vou te contar que aniversário comemoramos hoje.

Doze meses atrás, eu fui mandada embora para casa. Posso me lembrar como se fosse ontem. A incerteza. A ansiedade. Na minha memória, uma névoa paira no ar, como em um sonho ruim em que não se deseja ver os detalhes, ou até em uma lembrança modificada, em que se colocou a névoa para que os piores detalhes não possam ser recordados. Me vejo olhando para a tela do meu celular, como provavelmente já havia feito centenas de vezes naquele dia, talvez milhares. Era uma sexta-feira e eu queria que o tempo passasse. Como eu me arrependo disso! Como podia querer que aquela magia se apressasse! Aquela magia da vida! De ver e tocar os amigos. Principalmente, de não sentir medo. De não usar essa droga de máscara. De chegar perto, de rir na cara um do outro. De andar por aquele campus maravilhoso. Comer o almoço na rua.

Era um dia feliz, tão lindo, parecia que toda a natureza sabia que seria o último, estava se despedindo de nós. Só a gente não sabia. Quem será que esqueceu de nos contar? Por que não nos mandaram aproveitar mais? O que custava nos dizer: “Não se preocupem, só por hoje. Sejam crianças e brinquem na rua. Matem aula! Ou vão para a sala, e aproveitem até o último segundo. Perguntem tudo o que puderem ao professor de vocês! Esgotem-no! Não será o mesmo por muito tempo. Abracem os amigos! Toquem em tudo o que puderem, sem medo. Tirem fotos em suas mentes de cada canto que puderem salvar. Guardem, nessas imagens, as pessoas também. Demorará tanto para esses corredores serem alegres de novo! Dividam os lanches! Beijem na boca! Vocês são tão jovens, pelo amor de Deus! Vocês não merecem nada menos do que isso, todos os dias! Respirem o ar, profundamente. Mesmo com o suor, a aglomeração. Principalmente com suor e aglomeração. Aproveitem o barulho. Não sofram. A vida já vai doer demais daqui para a frente. Deixem isso de lado, só por hoje. Finjam que nada importa. Como se o futuro não fosse ser”. Porque, até aquele momento, ele realmente ainda não havia sido.

Ainda ecoa a voz do meu professor perguntando se todos haviam visto suas caixas de correio eletrônico, dizendo que seria o último dia de aulas. Pensávamos que seria por 2 semanas, no máximo! Na realidade, tínhamos certeza disso. Olha aí você de novo, calendário! Por que nos enganou tão descaradamente?! Nem estávamos tão tristes quanto deveríamos. Talvez tenha sido até para melhor. De qualquer maneira, com certeza nunca me esquecerei do que esse professor disse a seguir: “Bem, vou dispensar vocês. Não há por que ter mais 2 horas de aula para não voltar mais pelas 2 próximas semanas”. Que erro fatal! Que tristeza pensar nisso agora! Se eu pudesse ter aproveitado mais 2 horas de liberdade… 2 segundos até… o que eu não daria! O que não daria para olhar para esse maldito calendário e constatar que tempo algum se passou! Eu faria qualquer coisa, nesse ponto, para viver mais um pouco antes de tudo que veio. Antes de me arrepender de tudo que poderia ter aproveitado mais.

Fomos todos embora, fazer o que. Pelo menos, ainda fomos juntos. Rostos livres. Levemente sorridentes com empolgação por parecer que fazíamos parte de um filme ou um livro que apenas se lê e imagina, já que nunca se pensa que se poderia viver algo remotamente parecido. Felizes como adolescentes que tiveram luz verde para matar aula. Por que eu queria estar longe daquele lugar, hoje não posso explicar.

Ele estava correto, é claro. Não fazia sentido esperar mais, aglomerados ainda. Nem se tinha álcool gel para passar incessantemente nas mãos, como se faz hoje em dia. Não é como se o vírus fosse nos dar um tempo para ir para casa em segurança mais tarde. Ou como se fosse acordar apenas no sábado, permitindo que aproveitássemos a sexta. Não sabia e nem acreditaria se me contassem, naquele dia, que não veria aquelas pessoas ou aquele lugar de novo nem 365 dias depois. Mesmo que eu vá lá, não é o mesmo lugar. Um lugar só é tão bom quanto as pessoas que o frequentam. E agora, vendo aquela faculdade fantasma, cheia de vazio, apenas preenchida por ecos do passado, meu coração dói. Não é o mesmo lugar. E não será por muito tempo.

E a culpa é toda sua. Por que diabos nos foi dada a opção de escolher onde nos encontramos, mas não quando? Todos os lugares hoje são ruins, mas esse lugar um ano atrás era feliz. Era bom. É tudo o que posso pedir agora. Se eu não pudesse voltar para aquele dia, eu iria para o dia 12 de março de 2022. Quem sabe ele não é melhor? Ou pelo menos quem sabe não seja parecido com aquele dia de 2020, mas ainda mais mágico, porque dessa vez eu vou saber. Vou saber olhar. Vou saber guardar. Eu aprendi a minha lição, eu juro. Calendário, por favor. Por favor, pule para frente e me deixe aproveitar cada segundo, como deveria ter feito naquele dia.

Giulia Giacomello Pompilio – Bela Urbana, estudante de engenharia mecânica da UNICAMP, participa de grupos ativistas e feministas da faculdade, como o Engenheiras que Resistem. Fluente em 4 idiomas. Gosta de escrever poemas, contos e textos curtos, jogar tênis, aprender novos instrumentos e dançar sapateado. Foi premiada em olimpíadas e concursos nacionais e internacionais de matemática, programação, astronomia e física, além de ter um prêmio em uma simulação oficial da ONU

Anteciparam! É, anteciparam!! E eu esperei muito esse dia, sabe? Porque fazem meses que a minha vida e a de muitos brasileiros está em suspenso, sem muita expectativa e, a vacina contra a Covid19 é um sopro de esperança para que menos mortes ocorram e a vida de quem sobrevive possa tomar algum rumo.

E minha primeira dose aconteceu no mesmo dia da segunda dose da minha mãe. Por coincidência, tomamos no mesmo posto de saúde em que sempre tomei minhas vacinas quando criança, levado por ela. E percebi um fenômeno interessante nesse dia.

Como estamos sendo vacinados pela escala da idade, somado ao fato de estar no posto em que ia quando era criança, pude encontra pessoas que, com a mesma idade que eu, talvez tenham sido vacinados nas mesmas campanhas de outrora, porém, com um espírito bem distinto. Naquele tempo, fugíamos da agulha. Hoje, abraçamos a tão temida injeção.

E o mais engraçado é poder sentir o clima no posto. Com certo esforço de distanciamento, buscando evitar que o viés de confirmação tomasse de assalto minha percepção, pude perceber que as pessoas ali estavam num clima de certa esperança. Como se, após esse dia, a vida passasse a ter mais domínio, tranquilidade e rumo. Esse clima foi uma vacina a mais, uma vacina verdadeira para seguir a vida de forma plena, dando rumo a tudo que está errado ao nosso redor.

Rumo é o que precisamos. Pense, você liga o noticiário e, ou há um clima entorpecido de que tudo está sob controle de quem governa, ou um clima lúgubre de que nada está sob controle. Não há uma visão ponderada que ultrapasse um palmo de nossa própria mão, o que é pouco num mundo tão complexo e conectado.

Passei meses com um sentimento de incerteza paralisante. Por mais que nada de mal tenha acontecido nesse meio tempo, o sentimento é que, a qualquer momento, alguma coisa ruim poderia acontecer. De repente, um simples gesto de cuidado, dado por um agente de saúde do SUS me trouxe uma inversão de polo. Alias, a notícia do dia exato em que essa vacina chegaria a mim pode me dar a expectativa de um tempo de esperança.

Infelizmente, não posso descuidar do resto. Ainda tenho a máscara no rosto, ainda tenho trabalho remoto, ainda tenho a empresa sugando meu lar, meus recursos e espaço pessoal e os parâmetros do que é trabalho e do que é descanso. São outras lutas, como a de querer um estado justo, bem governado e um povo unido. E lutar por tudo isso com a expectativa de que tenho chances de viver com mais saúde, é muito mais fortalecedor.

Certa vez, ouvi uma história de que um rabino americano havia pedido U$ 10.000 para fazer uma palestra. Os organizadores estranharam a exigência, mas conseguiram a verba. Ao final de sua fala, o rabino devolveu o dinheiro dizendo algo como: “Um homem com dez mil dólares no bolso faz qualquer trabalho com muito mais segurança, peguem de volta, pois o dinheiro já me serviu para o que ele se presta”.

Alguém sem recursos sente medo e não desempenha. Pense em um povo sofrendo sem dinheiro e sem saber se vai sobreviver a uma doença invisível e com pouca informação clara de como evitar? Agora pense nesse medo instrumentalizado pela política e pelos políticos eleitos? Pense como seria bom nos libertarmos dessa realidade? Essa é uma outra luta.

Meu salário diminuiu. Meus bens foram vendidos para pagar contas e minha saúde ficou à mercê das fake News. Nunca senti tanta insegurança na vida quanto nesses tempos pandêmicos. Mas de fato, essa vacina foi como ter U$ 10.000 no bolso para dar uma palestra gratuita. Me deu segurança para agir.

A luta agora é que todos tenham seus “U$ 10.000” metafóricos de saúde, de segurança alimentar, de educação, de esperança e de união. E essa luta deve ser encampada por todos que, com sabedoria, fogem das lógicas dos algoritmos e se conectam a sua realidade verdadeira, à realidade dos que estão ao redor e que abandona o entretenimento baseado no ódio ao outro, para adotar o amor ao próximo como ferramenta de transformação nos pequenos atos do dia.

Se Deus preferiu estar no meio de nós ao invés de estar acima de todos, é porque somos muito mais interessantes do que dois polos políticos podem narrar. Então ame, pois foi a única coisa que Ele pediu de fato. Amemos, no axé e no namastê que cremos e pudermos executar de forma compartilhada, indiscriminada, para que possamos alcançar o bem coletivo. Essa cura é a verdadeira do país.

Crido Santos – Belo urbano, designer e professor. Acredita que o saber e o sorriso são como um mel mágico que se multiplica ao se dividir, que adoça os sentidos e a vida. Adora a liberdade, a amizade, a gentileza, as viagens, os sabores, a música e o novo. Autor do blog Os Piores Poemas do Mundo e co-autor do livro O Corrosivo Coletivo.

Mãe, feita de carne, mas com a força de uma rocha. Seu filho, será sempre a maior preciosidade que há no mundo.

Mãe se transforma. Mãe não descansa. Mãe não desiste. Não perde suas forças, por nada. Mãe é quem realmente conduz a verdadeira família.

Ser Mãe é algo que muda completamente a vida de uma mulher. Ser Mãe é a maior aventura que já vivi. Ser Mãe me fez rejuvenescer.

Tive o privilégio de Ser Mãe aos 46 anos de uma menina muito especial. Foi o maior presente que eu poderia receber nessa vida. Me senti completa. Por ela ser evoluída, aos 6 anos, me incentiva, me acalma, me dá força para seguir todos os dias. Ela se chama Giovanna, que significa Presente de Deus.

Agradeço, compartilho e estimulo outras mulheres a vivenciarem essa experiência maravilhosa.

Marianne Kachan – Bela Urbana. Formada em artes, apaixonada pela sua filha, sua família, paisagismo, animais, novas culturas, poesias e gastronomia.