Dei os pêsames e foi assim que acabou o que nunca foi o que eu queria que tivesse sido. Foi a última palavra. A última, distante da penúltima. Todas distantes, poucos foram os momentos que as palavras não foram distantes.

Entender agora que pêsames foi a última para fechar aquele capítulo foi pesado.Tudo era pesado. E quando tudo é pesado não existe braços que aguentem… um hora cai e pode quebrar.

Nem sei se quebrou, mas caiu. Por muitos anos essa foi minha última palavra para ele. Palavra que esqueci, como esqueci vários detalhes, mas reler me faz lembrar e sentir de forma estranha toda essa história.

Talvez não seja bom mexer com os mortos, eles ressuscitam algo em você e se já morreram é melhor deixar essas memórias em paz. Reviver é se prender ao que já não existe mais. O tempo é outro, mas somos sempre um pouco do nosso ontem, para o nosso melhor e nosso pior.

As coisas não precisam ter mais peso do que já tiveram. Quero deixar o passado descansar em paz. Dar pêsames ao que me prende a ele. Jogar fora as armadilhas que levam as dores.

Passou e só o que ficou na minha memória e no meu coração verdadeiramente está vivo e assim deve ser. Preciso aprender enterrar de vez, deixar ir, esquecer os detalhes do passado. Zumbis só são legais nos filmes.

14 de agosto – Gisa Luiza – 50 anos

 

Adriana Chebabi – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre as consultorias de comunicação e marketing e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa :). A personagem Gisa Luiza do “Fragmentos de um diário” é uma homenagem a suas duas avós – Giselda e Ana Luiza

Foto Adriana: Gilguzzo/Ofotografico.

Esse dia voltará, sentirei as ondas, o mar, a areia no pé, a brisa do mar, a criança correndo, o cachorro latindo, a pedra na mão, o assovio do pássaro, a música do nada, a pipoca doce com a maresia do mar, o pé-de-moleque na festa, a fofolete na sala, os eucaliptos indo e voltando sobre o vento, a neblina na estrada, as curvas do caminho, as montanhas te chamando, a cachoeira com pedras e cipós.

Eu ainda sentirei tudo de novo bem na face, soprando no meu ouvido, a fé de viver…

Macarena Lobos –  Bela Urbana, formada em comunicação social, fotógrafa há mais  de 20 anos, já clicou muitos globais, assim como grandes eventos, trabalhos publicitários e muitas coberturas jornalísticas. De natureza apaixonada e vibrante, se arrisca e segue em frete. Uma grande paixão é sua filha. 

Eu “tô tentando” ser feliz, eu “tô tentando” te fazer feliz. – Kid Abelha

Gosto desta letra de música, ela é simples e me empolga também por isso, amo a simplicidade, amo “tentar” sempre. Passei meus 63 anos de vida “tentando” e morrerei “tentando”.

Isso é o grande barato da vida, “tentar sempre”, sem parar!

Tentar tudo! Eternamente! Amo muito tudo isso, com ou sem Big Mac. Nada nessa vida deve parar no que se sabe porque o que se sabe já se sabe! Parece idiota isso, quase uma frase “Dilmêsca”, mas é a pura realidade. Me excita tentar, buscar o novo, o inusitado. Amo loucuras mil! Infinitas novidades, odeio a mesmice, a caretice, as regras imbecis da sociedade que impõe tudo a você, não a mim. Nunca!

A cada tela, a cada pintura um novo desafio, nunca sei se conseguirei, e vou “tentando” a cada passo, a cada projeto de vida, a cada mudança, a cada novo amor, a cada desafio, e eles são constantes, como um vício do “tentar”.

Me dê milhares de doses desse “tentar”.

Uma louca “tentação”!

Mauro Soares – Belo Urbano, publicitário, diretor de arte e criação, ilustrador, fotógrafo, artista plástico e pontepretano. Ou apenas um artista há mais de 50 anos.

foto: Mauro Soares

Mudar não faz de você uma outra pessoa, apenas aumentam as novas e boas possibilidades. Sempre me mudei embora pareça sempre a mesma pessoa.

Os jeans, os tênis, as camisetas, os cabelos compridos sempre permaneceram em mim, apenas com caras, jeitos, designers e cores diferentes.

No meu trabalho, na minha vida mudei sempre, passei por mil fases, por mil coisas, por mil ideias… Permaneço um “artista mutante”! Quando se muda, apenas se acrescenta, se somam coisas inusitadas as experiências realizadas.

Depois de 20 anos pintando, criei minha técnica exclusiva de camadas de riscos. Embora já há mais de 20 anos com a mesma técnica a cada tela ela se altera discretamente, a pincelada muda, a cabeça muda, as cores e ideias mudam, as formas mudam, os pensamentos mudam, os temas mudam, os pincéis mudam, as tintas, tudo muda a cada segundo.

É preciso saber perceber…

…e poucos percebem, talvez porque não mudem o jeito de olhar as coisas.

É preciso se perceber, sempre!

Mauro Soares – Belo Urbano, publicitário, diretor de arte e criação, ilustrador, fotógrafo, artista plástico e pontepretano. Ou apenas um artista há mais de 50 anos.

foto: Mauro Soares

 

(AVISO DE GATILHO: Eu escrevi, li, reli e chorei então prepare o lencinho por que hoje vamos falar sobre amor de mãe e filho)

A pessoa que eu era antes de ser mãe, sabia exatamente como ser uma mãe disciplinada e regrada.
Ao olhar uma criança sem limites na rua ou no mercado, sabia exatamente o que fazer – Isso é birra, nada que uma ou duas palmadas não resolvam. Pensava.
O cabelo cheiroso e a roupa intacta montavam uma adolescente completa que sabia o que queria e com certeza tinha convicção de como lidar com um ser humano sendo ele seu filho.
A pessoa que eu era não sabia nada sobre elefantes ou mamutes, pouco interessava o que comiam ou o som que reproduziam. Não era importante decorar quantas saias a barata diz que tem, nem quantas vezes o elefante incomoda muita gente.
Mas sem problemas, eu sabia exatamente como deveria agir sendo mãe.
Eu sabia perfeitamente até o primeiro chute dentro de mim.
Alguém lá dentro se mexia com movimentos aleatórios e de início eu já tinha me tocado que eu não estava tendo controle nem mesmo sob meu corpo, o que me faria pensar que eu teria controle sobre o que estava invadindo cada parte do meu ser sem pedir licença?
Noah me desconstruiu como ser humano desde a primeira batida do seu coração dentro de mim. A luta constante de procura por identidade, a maternidade me sugou a alma sem ao menos me dar a chance de querer desistir.
Eu me fiz novamente uma nova pessoa. A maternidade me moldou e me deu a chance de experimentar o lugar de Deus.
Não é somente sobre cuidar, dar colo e amamentar.
É sobre ter perdões extras e gratuitos.
A luta gratificante de esculpir espírito e psicologicamente um ser humano para a vida. É uma tarefa árdua, sem muitos recursos, é preciso trabalhar com matéria prima, um trabalho sobre pressão, sem folga, sem descanso, sem paradinha, nem férias.
As vezes da vontade de sair correndo, chorando e pedindo socorro mas levando o filho no colo por que alguém precisa dar o jantar e dar banho e esse alguém é a gente. Tem horas que a gente acha que não vai dar conta, o cansaço vem e com ele o questionamento. Será que eu sou uma boa mãe mesmo?
Por querer sempre o melhor para os nossos filhos achamos que não. Tudo nunca é o suficiente e o filho da outra parece que sempre aprende sempre mais e melhor que o nosso.
Todos os dias, eu me reconstruo como humano, mulher, pessoa e mãe e assim entendo que o sorriso estampado no rosto do meu filho reflete como está sendo meu trabalho como mãe.
Noah é de longe o parceiro mais fiel e dedicado. A companhia perfeita. Nossa sincronia e sintonia de mãe e filho ultrapassa qualquer ligacao amorosa mais direta que possa nos comparar.
O encontro de almas foi selado muito antes de chegarmos aqui. Eu sinto.
E como sinto.
Na pele e na alma, todos os dias quando eu sinto o ar quente da sua respiração sobre a minha face me chamando de Mãe.

De: Sua Princesa
Para: Pitoco da Mamãe.

Gi Gonçalves – Bela Urbana, mãe, mulher e profissional. Acredita na igualdade social e luta por um mundo onde as mulheres conheçam o seu próprio valor. 

 

As crianças estão morrendo de vontade de ter um cachorro aqui. Mas olha a responsa! A gente ama mas precisamos pensar muito.

Os alemães tem uma adoração imensa por estes bichinhos, que estão em toda a parte.

Apesar da adoração, ter um cachorro, na Alemanha, pode custar caro. O preço de um labrador pode chegar a 1.500 euros.

Fora isso, a lei obriga o proprietário a pagar imposto pela posse. A taxa (varia de cidade para cidade), fica entre 60 e 160 euros por ano para o primeiro cão e, de regra, aumenta para cada cachorro adicional, e os cães de combate, pitbull e etc., pagam em média 700 euros.

Já para os donos de cães treinados (guias para cegos, salva-vidas e dos usados em terapias) há redução no imposto.

O dono tem que tirar uma “carteira de cachorro” demonstrando que foi aprovado para ter o animal. Além de alimentá-lo e dar carinho, o cão não pode ficar mais de 3 horas sozinho, e caso esteja latindo muito por estar só, os vizinhos podem ligar para que que venham resgatá-lo e o dono paga uma multa!

E agora? Ter ou não ter?

Esses bichinhos tão vivendo melhor que eu.

Silvia Lima – Bela Urbana, publicitária, leonina, mãe do Gabriel e Lucas. Atua na área de moda internacional com foco em sustentabilidade. Mora em Stuttgart, adora uma viagem, só ou bem acompanhada, regada a muito vinho. Acredita no casamento, desde que não seja sempre com o mesmo marido, já que está no terceiro, que foi coletando mundo afora! É uma das sócias da Kbsa Inovação Responsável, que ajuda empresas de moda brasileiras a atuarem no mercado internacional por meio da sustentabilidade. www.kbsa.com.br

 

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Há um tempo atrás fiz essa pergunta no facebook, vários amigos responderam. Respostas diferentes e interessantes, entre elas, algumas relacionadas a mudança diária como: a chuva ou a falta de uma noite de sono, mas tive outras mais amplas para a vida: a morte, apaixonar-se, o inesperado, dinheiro, um filho(a), a falta de saúde, a traição de qualquer tipo, um pedido sincero de desculpas.

Vamos falar daquela mudança que muda o curso da nossa vida. Pode ser por escolha própria ou não. Quando se trata dessa falta de escolha normalmente a mudança vem pela dor. Algo que nos atropela e que não escolhemos viver. A melhor saída é enfrentar, olhar de frente para o problema e enfrentar. Achar um novo caminho e se adaptar ou então,  sobra se entregar,  adoecer e morrer em vida até morrer de fato amargamente. Essa segunda opção é péssima, apesar de ser mais fácil. Reclamar, culpar os outros, se vitimizar, é um caminho fácil, mas é sombrio.

Eu gosto de sol, admiro pessoas corajosas que encaram seus problemas de frente, que enfrentam mesmo estando com medo, que sabem que são responsáveis pelas suas escolhas, tanto o que da certo como o que da errado, mas que também são humildes para reconhecer o que deve ser refeito, melhorado, desculpado. Pessoas valentes são apaixonantes.

Na verdade tudo muda o tempo todo. As mudanças são pequenas e diárias, como as marcas do tempo no nosso corpo que não percebemos diariamente, mas um belo dia nos damos conta que vinte anos deixam marcas físicas e na alma. Mudanças? Gosto mais da palavra crescimento do que mudança. Crescer é ampliar, aumentar a bagagem.

Podemos mudar de casa, de cidade, de roupa, de sonhos, de amor. Podemos mudar nossos hábitos alimentares, mudar de supermercado, o carro, a profissão, mas não podemos mudar os filhos, os pais, as pessoas. Ninguém muda ninguém. Ninguém muda, só cresce ou não.

Alguns fatos e momentos marcam essas mudanças na nossa vida, pois a vida vai passando de um estágio para o outro. O nascimento de um filho, um casamento, um divórcio, a mudança de um trabalho, a morte de alguém que amamos e faz parte do nosso dia a dia. Essas são as mudanças mais concretas e reais da vida da maioria das pessoas. Alguns ainda passaram por guerras, por ganhos na loteria, por desastres ambientais, essas coisas também mudam tudo.

Como canta o Capital Inicial, “nada é para sempre, a vida é um vai e vem”.  Sobrevivemos. Crescemos, mas lembre-se: em qualquer situação beba muita água.

Mudo agora a pergunta: O que nunca deve mudar para você?

Adriana Chebabi – Bela Urbana, idealizadora do blog Belas Urbanas onde faz curadoria dos textos e também escreve. Publicitária. Curiosa por natureza.  Divide seu tempo entre as consultorias de comunicação e marketing e as diversas funções que toda mulher contemporânea tem que conciliar, especialmente quando tem filhos. É do signo de Leão, ascendente em Virgem e no horóscopo chinês Macaco. Isso explica muita coisa :)

 

 

Olá consulentes.

Outro dia uma consulente me perguntou o que devia fazer com seu cabelo. Ela queria cortar, mudar, dizia que não aguentava mais, mas no dia que decidiu cortar, se olhou e achou seu cabelo lindo e por dias seguidos o cabelo reviveu, estava bonito, mas a vontade ainda batia no seu coração e ela não sabia o que fazer, porque gostava do que estava vendo.

Cara consulente isso parece simples, mas não é, e vou explicar o porquê. Tudo que está prestes a “deixar de ser” percebe e como um último suspiro junta todas suas forças e se revigora, o cabelo e qualquer coisa que tenha vida. Existe relatos de pessoas que estão terminais e dão uma melhora incrível como se estivessem curadas, mas em pouco tempo se vão, vamos dizer que é o último suspiro. Essa melhora é inconsciente para nossa consciência atual, mas ela existe, é uma conexão entre nossas mentes e na verdade entre tudo que está vivo. Esse vivo pode ser nós mesmos divididos em partes, como no caso aqui, o cabelo.

Deu para entender?

Esquece a ansiedade, esquece as modas, esquece os outros, esquece o tempo. Pensa se gosta do que vê no espelho. Perceba o que sente nesse dia. Então, se o cabelo acordar bonito, segue com ele, senão passa a tesoura, ou melhor, deixe alguém passar  e alguém que passe bem, afinal, a mudança sempre deve ser para melhor, esse é o foco.

Ah, se não ficar bom? Muda de novo.

Então o conselho de hoje  é UM DIA DE CADA VEZ, mas sempre com suspiros.

Até a próxima. Logo, logo tem mais.

Madame Zoraide – Bela Urbana, nascida no início da década de 80, vinda de Vênus. Começou atendendo pelo telefone, atingiu o sucesso absoluto, mas foi reprimida por forças maiores, tempos depois começou a fazer mapas astrais e estudar signos e numerologias, sempre soube tudo do presente, do passado, do futuro e dos cantos de qualquer lugar. É irônica, é sabida e é loira. Seu slogan é ” Madame Zoraide sabe tudo”. Tem um canal no Youtube: Madame Zoraide dicas e conselhos www.youtube.com/channel/UCxrDqIToNwKB_eHRMrJLN-Q.  Também atende pela sua página no facebook @madamezoraide. Se é um personagem? Só a criadora sabe 😉

Às vezes me pego pensando até que ponto foi bom ter nascido nos anos 70, penso como deve estar a cabeça de quem nasceu nos anos 60, deve estar enlouquecendo….

É tão bom pensar nos tempos de infância, na inocência, nas brincadeiras de rua, de correr na chuva, de viajar pra casa da tia que cozinhava melhor que nossa mãe no fim de semana. É tão bom lembrar do cheiro de mato molhado, de roubar manga nos terrenos baldios e cercados por muros enormes, do primeiro beijo da adolescência, das revistas SOMTRÊS que demoravam a chegar na banca só pra ver as últimas notícias de bandas como Titãs, Iron Maiden, Kid Abelha…

Tudo era tão difícil no entanto tudo era tão mais fácil, não ter internet, celular, carros tecnológicos era tão bom, nessa época a gente olhava as pessoas nos olhos, olhava o que estava ao nosso redor, não ficávamos sentados diante de uma tela apenas nos esvaziando, tínhamos amigos que podíamos tocar, e ir nadar escondido nos rios mais perigosos da região e falar pra nossa mãe que estávamos na piscina do amigo. Shopping? Conheci já marmanjo com 19 anos e tive certeza que não era melhor que os pomares e canaviais dos arredores de meu pequeno bairro.

O primeiro trabalho vinha cedo como o maior orgulho e incentivo dos pais, o primeiro beijo vinha tarde e recheado de vergonha e zombaria dos amigos que estavam crescendo juntos, ai depois era só comprar com o próprio dinheiro fruto do trabalho a radiola sonata e ouvir Beatles pra chorar pela menininha que lhe trocara por o menino novo do bairro.

Assistir a pantera cor de rosa, Pica Pau, corrida maluca, Os trapalhões, tudo nos dias de hoje tão considerados politicamente incorreto, não fez da gente pessoas com desvios de personalidades. Ah, tudo isso foi tão necessário! Isso forma gente do bem! Isso faz a gente sorrir ainda hoje.

Acabou… tudo isso acabou….

Hoje está tudo tão difícil, conheço tanta gente que está sem destino, tanta gente que não consegue mais se relacionar, tanta gente com tantos problemas com os filhos, tanta gente perdendo tudo que demorou e lutou tanto pra ter apenas dignidade e conforto, tá tudo tão sujo na sociedade, tudo tão errado…

Tem gente que tem 1.000 amigos no face mas no fim de semana não tem um que queira ir tomar uma cerveja.

Onde perdemos o rumo? Onde está o erro? Porque os jovens perderam valores e ética? Porque nem se comemora mais natal ou a família? Às vezes da vontade de viver apenas de passado, de ir para o meio do mato criar galinhas e ter uma horta bem bonita, e voltar no tempo, se sentir abraçado pela natureza e viver pra dentro de si mesmo, ir na cidade apenas abastecer o carro uma vez por mês …

Alguém sabe me dizer onde erramos? Alguém sabe o caminho de volta para o nosso coração? Alguém sabe como fazer pra olhar o mundo com os olhos da bondade?

Alguém pode me ajudar, a ajudar aquele que: Está vivo só porque ainda não morreu?

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Hugo Vidal – Belo Urbano, é Jornalista Ator e diretor há 29 anos, gosta muito de descobrir novas paisagens rodando com sua moto, aliás uma de suas paixões é o motociclimo. 

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Olho pela janela e vejo passar a história de uma vida…

Momentos únicos refletidos no tempo.

Alegrias, instantes de satisfação…

Tristezas superadas pela sabedoria.

A maturidade crescente, fruto dos anos vividos.

Objetivos alcançados, êxitos, realizações, porém inconstâncias.

Reflexos também da insegurança do ser!

Perguntas sem respostas, atitudes infundadas, mas há evolução.

Querer ser…

Querer ir além… buscar, conseguir, atingir sonhos, conquistar objetivos…

Sonhar sempre e acreditar que ao olhar mais uma vez pela janela, as imagens serão completas, com sentimentos intensos!

A certeza da mais profunda plenitude, e a paz de quem realmente viveu…

E foi feliz! E ainda será!

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Simara Bussiol Manfrinatti Bittar – Bela Urbana, pedagoga, revisora, escritora, conselheira de direitos humanos.